segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
E-book: Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais
Chegou as redes o primeiro livro brasileiro que busca desvendar e/ou explicar o monitoramento das mídias sociais. A área surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas e a necessidade de empresas e marcas entender e atender o público que interage nos ambientes digitais.
O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” foi organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento, e trás textos de 27 autores brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais,
O formato foi inspirado nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.
A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Pelo livre direito de não pontuar corretamente
Mas sejamos sinceros: apenas 1% da população realmente sente diferença em um texto bem pontuado. Também é apenas essa minoria que sabe colocar todas as vírgulas no lugar certo.
Então, existe a real necessidade de sermos tão xiitas com uma vírgula mal empregada? Quem pode dizer que ela está realmente fora do lugar? Quem pode garantir que não foi a intenção do autor deslocar a vírgula do lugar que foi convencionado que seria o correto?
Eu fiz uma pesquisa rápida na internet e descobri que, nunca, em nenhum concurso público, um candidato foi 100% feliz na pontuação. Também, vale destaca que não existem publicações que também não errem no emprego das vírgulas. Até mesmo em livros de português o erro de pontuação já é considerado comum.
Então, quem deixa de apreciar um conteúdo ou um texto somente para bradar sua indignação pela utilização inadequada da vírgula, só lamento. Eu acredito que pessoas assim tem um pouquinho de frustração e são tão limitadas que não conseguem perceber o direito da liberdade autoral de cada pessoa.
domingo, 24 de abril de 2011
Navalha na carne
O quarto pode ser descrito como um cenário, uma pintura, um fragmento perdido no tempo e espaço de uma sociedade imponente e hoje decadente, mas que no fundo, mesmo com os móveis mostrando a marca do tempo, ainda mantém um charme de outrora. Essa viagem entre passado é presente é contrastada com os barulhos da rua e o som alto dos bares da vizinhança.
“A peça não vai demorar a começar”, avisa um dos atores já caracterizado. Enquanto isso, um homem, somente de sunga contínua distraidamente passando suas roupas, para logo em seguida se atirar na cama e com uma revista em quadrinhos (Wolverine) enfiar a mão dentro da sunga e simular uma masturbação.
Inquietante, provocativo, desnecessário. Sem nenhum falso pudor ou moralismo, mas a cena fica deslocada dentro de todo o contexto.
Finalmente a peça começa! Os atores muitos bem entrosados encarnam os seus papéis e conseguem segurar os quase 60 minutos do texto de Plínio Marcos, escrito na década de 1930, mas que chegaria aos palcos somente em 1967.
O destaque dessa montagem é Norma Suely. Principal personagem do texto, mas que pela inexpressividade e fraca interpretação de Marta Paret fica em segundo plano o que favorece os atores que interpretam Veludinho e Wado, que conseguem explorar a ambígua sexualidade do Cafetão, isso poderia até explicar a cena da masturbação, passa pela tortura psicológica e finaliza com a cena que quase redime a atriz por toda a sua pífia atuação.
Essa nova montagem de “Navalha na Carne” tem os elementos necessários para ser um grande sucesso, mas os atores passam a maior parte da peça gritando, parece que esqueceram estar dentro de um quarto e não conseguiram modular a voz para o ambiente; o pequeno ar condicionado não conseguiu refrigerar ou refrescar a pequena platéia e as cadeiras fizeram grande parte do público ficar contando os minutos para o final do esquete.
O texto que gira principalmente na questão da idade de Norma Suely teria sido melhor aproveitado com uma atriz mais jovem demonstrando como a vida na rua pode acabar com uma mulher, os outros dois atores foram totalmente técnicos e não presentearam o público com uma grande atuação, que fizesse a platéia esquecer do senhorzinho uniformizado que chegou pouco antes da peça começar acompanhado de um travesti. No final a peça é morna, tem todos os elementos do texto, mostra que ainda é muito atual e faz voltar a pensar no estranho casal que foi surpreendido pela platéia, que esperava o início da peça.
Realmente. A peça conseguiu mostrar a realidade da nossa atual sociedade com o senhorzinho, porteiro de um daqueles hotéis, aproveitando o seu horário de lanche para se entregar aos prazeres da carne embalado ao som de Fábio Júnior e Wando que disputavam com os atores quem faria a melhor trilha para aqueles momentos de amor e luxúria.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Glossário de métricas
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Microsoft Office se adapta à reforma ortográfica
Os usuários têm a possibilidade de fazer o download gratuito das atualizações gramaticais, ortográficas e do dicionário de sinônimos, no Centro de Downloads da Microsoft.
"Apesar do acordo ortográfico alterar a grafia das palavras no Brasil em somente 0,5%, as adaptações das ferramentas de correção gramatical foram complexas e exigiram diversos testes para garantir a eficácia do programa", afirma Eduardo Campos de Oliveira, gerente de Marketing e Negócios da Divisao de Produtividade e Colaboração da Microsoft Brasil.
As informações sobre a atualização estão disponíveis no site www.microsoft.com/brasil/reformaortografica.
Com informações dos portais Folha Online e IDG Now
sábado, 11 de abril de 2009
O Jantar
Carnes, saladas, diversos tipos de comidas estavam arrumadas sobre a mesa. Comidas que Ela havia começado a preparar no dia anterior. O relógio já marcava um pouco mais de 13h e ela continuava esperando os filhos para o almoço.
Ela se lembrou da filha mais velha e pensou que se aquela infeliz havia abandonado o filho para ficar na farra, por quê iria se lembrar que ela havia feito comida para um batalhão.
Novamente ela olhou para o relógio e viu que faltava poucos minutos para as 16h.
Mas, ela sabia que sua filha do meio apareceria junto com os três netos, pois "aquela morta de fome preguiçosa nunca perderia a oportunidade de comer de graça", pensou Ela.
Eram 19h, Ela já estava preparada para quando o seu filho caçula chegasse reclamando que a comida estava fria. Ela iria mandar ele ir para a beira do fogão esquentar.
Afinal ela não era empregada de ninguém, e já havia passado a vida inteira cozinhando para um bando de gente e agora queria descansar. E decidiu iria esperar somente mais meia hora e se ninguém aparecesse ela iria comer sozinha.
Ela já até pensava que era melhor mesmo ninguém aparecer. Com certeza depois de terem comido como uns animais, ainda teriam a cara-de-pau de pedir dinheiro, e ela sabia que isso aconteceria, imaginava ela franzindo a testa.
Dois dias depois o neto mais velho foi levar um recado para Ela. Tocou o interfone e ninguém atendeu. A vizinha falou que faziam dois dias que as luzes ficavam acessas dia e noite, dois vizinhos que chegavam do serviço no momento resolveram, arrombar a porta.
Quando a porta veio abaixo todos puderam ver que ninguém havia aparecido para o almoço de Domingo, pois Ela continuava sentada no mesmo lugar onde passou todo o dia, na sua frente a comida do almoço ainda intacta.
O enterro foi no dia seguinte presentes somente os vizinhos, nenhum dos filhos ou netos compareceram, resolveram cumprir o último pedido d'Ela repetido durante anos: "não quero nenhum de vocês ou seus descendentes no meu enterro ou chorando por mim, quero morrer e ser enterrada sem a falsidade de vocês por perto".
Na saída, um dos poucos presentes comentou: "morreu como viveu: sozinha"
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Reforma ortográfica
As novas regras começam a valer em caráter transitório até 2012, nesse período as duas formas de escrever serão consideradas corretas. Somente em janeiro de 2013 que o novo acordo será adotado como forma padrão de escrita.
Entretanto, ainda, nem todas as normas foram definidas. Como a intenção não é facilitar a vida de ninguém, o novo acordo cria um novo conjunto de regras, mas cheio exceções que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal).
A expectativa é que a Academia Brasileira de Letras organize o novo "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa" (Volp) até fevereiro de 2009.
Acordo. O acordo ortográfico foi assinado em 1990, mas regulamentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dia 29 de setembro deste ano, por meio de um decreto.
Concursos. Os concursos e vestibulares vão admitir as duas grafias por quatro anos, mas a maioria não adotará as novas regras em seus enunciados de imediato. Durante o período de transição, estudantes e concurseiros também não serão avaliados pelo qual dos estilos ortográficos que utilizar.
Órgãos oficiais. Apesar de terem regulamentado o acordo e o início de sua vigência para 1º de janeiro, o Executivo federal e o Congresso não se prepararam para cumprir imediatamente a sua própria decisão. Por esse motivo, os documentos oficiais ainda vão continuar sendo escritos sem padronização do novo acordo, a justificativa apresentado por ambos é a falta de preparação dos servidores.
Apenas o Supremo Tribunal Federal vai cumprir as novas regras desde o início. O órgão, nos últimos três meses treinou técnicos e revisores para que todos os documentos produzidos passem a ser redigidos pela nova norma no primeiro dia de 2009, como está definido em decreto.
Para quem ainda está perdido, vale lembrar que a mudança ortográfica não vai mudar em nada a forma como as palavras são pronunciadas. Abaixo fica um manual publicado pela editora melhoramentos com todo o conteúdo da reforma.
Guia Da Reforma Ortográfica Da Lingua Portuguesa
sábado, 27 de dezembro de 2008
O trema vai-se tranquilamente
Dos exemplos acima, a maioria tem a ver com a morte do trema. Abolido em Portugal desde 1946, esse sinal diacrítico tem seus simpatizantes, mas representa o menor dos problemas que aguardam os brasileiros nessa fase de transição ortográfica. Isso porque se trata de uma regra cristalina e, sobretudo, sem exceção: cinquenta, linguiça, delinquente, equidade, sequestrador… Basta abolir os dois pontinhos horizontais de tudo (menos, claro, de vocábulos estrangeiros, que estão sujeitos a outras regras) que não há como errar. Vale lembrar que a pronúncia dessas palavras permanece a que sempre foi. A reforma é ortográfica, ou seja, limita-se à forma de escrever.
Os demais exemplos do parágrafo de abertura se referem a outra mudança de impacto, no sentido de afetar um grande número de palavras, mas também de fácil assimilação por sua clareza. Em termos técnicos, estamos falando da queda do acento dos ditongos abertos ei e oi em palavras paroxítonas. Trata-se da regra que cria as grafias heroico, geleia, tipoia, patuleia – como sempre, mantendo-se a pronúncia. Essa mudança só é mais traiçoeira que a do trema por não afetar palavras oxítonas, isto é, cuja sílaba tônica seja a última. Os heróis e seus troféus permanecem acentuados.
A poda de acentos vai mais longe. Os circunflexos desaparecem de vocábulos como enjoo, voo, veem (do verbo ver) e leem (do verbo ler). Somem também os acentos que diferenciavam, por exemplo, pára (do verbo parar) de para (preposição) e pêlo (substantivo) de pelo (contração prepositiva). Isso cria a possibilidade de construir frases curiosas: “Ele para para comprar pão” ou “A água escorria pelos pelos do animal”. Nada que o contexto não esclareça.
O verdadeiro problema, no caso do extermínio dos acentos diferenciais, está nas exceções que comporta. Os circunflexos continuam vivos para distinguir pode de pôde, pôr (verbo) de por (preposição), tem (singular) de têm (plural). Quanto ao que discrimina fôrma de forma, passa a ser facultativo. E antes de dizer que isso parece confuso, convém dar uma espiada no capítulo do hífen.
As regras absurdamente tortuosas que regiam o uso do famigerado tracinho, a maioria com suas exceções, eram um dos pilares a sustentar o velho chavão de que “o português é uma língua muito difícil”. Nesse caso era mesmo, a tal ponto que até profissionais experientes tinham que recorrer ao dicionário com frequência. A má notícia é que, apesar dos esforços – tímidos – de simplificação, o hífen continua sendo um pesadelo. Sim, o pára-quedas agora é paraquedas e a auto-escola, autoescola. Em compensação, o microondas virou micro-ondas e o antiinflamatório, anti-inflamatório.
É pena, mas o mesmo acordo ortográfico que acabou com a hipocrisia de fingir que não existiam em nossa língua as letras k, w e y capitulou diante do hífen. Melhor conservar sempre à mão um bom dicionário. Pelo menos até a próxima reforma.
Publicado na “Revista da Semana”.
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/12/26/o-trema-vai-se-tranquilamente/
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Estarão os estudantes de jornalismo preparados?
A pergunta pode parecer estranha, pois a questão que se vai pondo é se os cursos de jornalismo estão preparados para formar novos profissionais. Mas estarão os alunos preparados para enfrentar os cursos?
Creio que muitas vezes se parte do pressuposto que as novas gerações têm know how suficiente para lidar com o ambiente web, que são digitalmente literados. Pois acho que está errado: acredito que a maioria dos jovens com idade para frequentar o ensino superior não sabe navegar na web, usar ferramentas de publicação de conteúdos, ou apenas reconhecer o que é um feed RSS.
É claro que posso estar enganado, estas minhas ideias não têm fundamento científico, baseiam-se em algumas experiências que tive e de uma sensação que ficou ao lidar com algumas pessoas. Os professores que me lêem podem validar ou não estas opiniões graças a uma observação mais directa das capacidades dos seus alunos.
O artigo que justifica este post fala de alunos de Jornalismo da Universidade de Nova Iorque, que não têm blogs, e que têm programas e professores desfasados da realidade. Se por parte dos alunos eu percebo a falta de iniciativa - também já fui jovem e prguiçoso, agora sou apenas jovem- não compreendo a falta de espírito crítico relativamente à ausência de conteúdos programáticos que englobem os media online de forma exaustiva. No meu curso não me lembro de termos falado uma única vez de conteúdos online, mas isso foi há 10 anos.
A quem se deve apontar responsabilidades? Aos directores dos cursos que não estão cientes do estado actual das coisas (se bem que deveriam era estar cientes do futuro estado das coisas), e aos alunos afectados, por não se queixarem nem se interessarem.Mas também ao sistema de ensino que não promove uma educação digital paralelamente à tradicional - que já é mal dada, em geral.
Podem dizer que toda essa geração de estudantes usa a internet diariamente, e tem contas em redes sociais, usa o messenger, etc. Pois, mas para se transformarem em profissionais de comunicação têm que saber mais do que jogar online, pôr fotos deles e dos amigos no Hi5, sacar música e filmes de borla, e mesmo assim muitas vezes com dificuldades. As competências que se lhes exige são imensuravelmente superiores, há um corpo de conhecimento que agora está a ser criado e posto em prática por um número relativamente reduzido de pessoas fará parte da base de toda uma actividade profissional, ao qual terão que estar atentos.
A questão que ponho é a seguinte: será esta falta de preparação apenas desinteresse intencional, ou uma enorme falta de noção da realidade? Aqui fica também o conselho de Jay Rosen para os jovens que blogam.Texto extraído do blog de Alexandre Gamela
quinta-feira, 15 de maio de 2008
30 dicas para escrever bem
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria. Ninguém merece isso, mesmo que pareça maneiro, valeu?
9. Nunca use palavras de baixo calão, porra! Elas podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade - e esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar, já que é insuportável o mesmo final escutar o tempo todo sem parar.
Fonte: Uatarréu?!
