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sábado, 29 de novembro de 2014

Pesquisa revela a preferência dos internauta por smartphones

O estudo anual do IAB Brasil em parceria com a ComScore: "Brasil Conectado", foi divulgado na última semana e revelou a liderança do smartphones (com acesso à internet) com um aumento de 20% de 2013 (52%) para este ano (72%).

No estudo também é possível constatar um expressivo percentual de usuários conectados via mobile de 14 a 20 horas (16%) ou mais de 20 de horas semanais (15%), considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. A informação endossa e corrobora com a afirmação de que os dispositivos móveis ganham cada vez mais força no dia a dia dos brasileiros. 

O estudo também apontou que 3/4 da audiência online brasileira (75%) utiliza regularmente pelo menos 1 de seus dispositivos eletrônicos (computador/laptop, smartphone ou tablet) enquanto assiste à TV. Além disso, 7 em cada 10 (69%) entrevistados concordam que a publicidade online os motivou a procurar informação extra sobre um determinado produto e mais da metade (54%) usa os dispositivos móveis para checar informações de produto enquanto compra em lojas físicas.

A pesquisa anual compara a audiência do digital em relação às outras mídias tradicionais como televisão, jornais impressos, revistas e rádio.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

A internet em 60 segundos

Alguma vez você já percebeu que cada vez é mais difícil se concentrar em uma tarefa por um longo período de tempo? Mesmo se você está apenas passeando por álbum de fotos no Facebook, acompanhando o Twitter, lendo uma notícia, quando se dá conta percebe que está constantemente pulando por páginas e janelas aleatoriamente. Se você ainda não se identificou, pense quando surge aquela necessidade de se concentrar em algo que precisa ser feito e você se pega conversando com um amigo no Skype, enquanto finaliza o job. Enfim, aparentemente você não é o único e no infográfico abaixo é mostrado o que acontece em um minuto na internet. Com certeza o infográfico não vai ajudar a trazer a concentração perdida, mas já vai servir para mostrar que você e milhares de pessoas estão fazendo a mesma maratona digital.


terça-feira, 20 de março de 2012

Comscore divulga relatório anual sobre a utilização de internet no Brasil


A comScore divulgou o seu relatório anual "2012 Brazil Digital Future in Focus" sobre as principais tendências digitais no Brasil em 2011 e as possíveis implicações dos resultados para o ano. O estudo examina como as tendências mais importantes em mídias sociais, vídeos online, publicidade digital, internet móvel e busca estão definindo o mercado atual e de que modo devem influenciar as ações do mercado durante o ano.

Para Alex Banks, diretor da comScore no Brasil “As mídias digitais alcançaram um novo patamar no Brasil em 2011, impulsionadas por atividades como redes sociais, busca, vídeos e compras online, mostrando cada vez mais consumidores se voltando para a web e gastando uma parte cada vez maior de seu tempo com conteúdo digital”.

O estudo trás dados importantes sobre o mercado digital brasileiro, mas vale lembrar que a medição não contempla a navegação e/ou utilização de computadores em lan house, ainda a principal forma de acesso a grande rede pelas classes C e D. A mensuração desse público pode influenciar e modificar toda essa percepção de utilização das redes.

Alguns dos importantes insights do estudo "2012 Brazil Digital Future in Focus" são:

  • O Brasil é o 7º maior mercado de internet no mundo, com um público de 46,3 milhões de visitantes de 15 anos ou mais que acessam a internet pelo computador de casa ou do trabalho. O número de usuários aumentou 16% em relação ao ano anterior. A população online da América Latina cresceu mais rapidamente que em qualquer outra região em 2011: 16% de aumento, chegando a 129,3 milhões em dezembro de 2011.
  • Os brasileiros passaram em média 26,7 horas online em dezembro de 2011, um aumento de 10% em relação ao ano anterior (equivalente a mais de 2 horas). Os portais foram a atividade online que gerou mais engajamento, com 39,2% do total de minutos em dezembro de 2011, seguidos pelas redes sociais, com 23% – um crescimento de 6,3 pontos percentuais no ano.
  • O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior. O Facebook também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.
  • Em dezembro de 2011, os brasileiros viram mais de 4,7 bilhões de vídeos online, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante, e ver vídeos se consolidou como uma das atividades online mais importantes.
  • Aquecida pelas compras de final de ano, a visitação de sites de comércio online aumentou 30%, mostrando cada vez mais consumidores na América Latina se voltando para a web na busca e compra de produtos e serviços. Entre as categorias de comércio, Comparação de Preços teve a maior penetração no Brasil, com mais de 1 em cada 3 usuários acessando sites da categoria em dezembro de 2011.
  • 6,9 bilhões de buscas online foram feitas no Brasil em dezembro de 2011, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. As buscas tiveram um pico em outubro e novembro, estimuladas por pesquisas relacionadas às compras de final de ano.
  • O mercado de publicidade digital brasileiro continua crescendo. Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. A Netshoes foi o anunciante líder no mercado, enquanto o Facebook foi o maior publisher no país.
  • Celulares e tablets continuam a mudar o panorama digital, respondendo por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.





domingo, 25 de dezembro de 2011

64% do público online quer um "namorado" de natal


Papai Noel teve trabalho extra nesse natal para agradar uma legião de altinhos que acreditam nos dons de santo casamenteiro do bom velhinho.

Essa conclusão foi baseada  em um monitoramento realizado entre os dias 16/12 a 22/12, no Twitter. Nesse período foram ouvidos 2.863 menções sendo que 64% foi de pessoas pedindo um namorado, contra  36% que tinham a vontade de arrumar uma namorada.

Desse grupo que utilizou o Twitter como "meia" para depositar o seu desejo, 35% eram rapazes que nutriam a vontade de encontrar debaixo da árvore, embrulhado para presente, um "namorado". Isso mesmo, os rapazes chegaram ao final do ano mais carentes, resolvidos e decidiram arriscar nas redes sociais para começar 2012 com um novo amor.

Com tanta estatística falando que existem mais mulheres que homens solteiros no país, as moças resolveram não arriscar e também foram ao Twitter pedir namorado, mas somente para trocar o modelo e antigo por um novo.

Exatamente, as mulheres esqueceram um pouco do romantismo e as que relataram ter o desejo de trocar o modelo antigo por um novo representou 17% das menções realizadas pelas mulheres. O modelo de homem mais cobiçado pelas mulheres é  namorado da amiga que foi usado como exemplo por 28% das meninas que desejam conquistar um novo amor nesse final de ano.


Essas percepções do público foram obtidas por meio de um monitoramento que consistiu em acompanhar quatro tipos de menções realizadas espontaneamente pelo público que utiliza Twitter:

  • Quero namorado de natal – 1.133 menções
  • Quero namorada de natal – 720 menções
  • Quero namorado no natal – 689 menções
  • Quero namorada no natal – 321 menções


Eu sou um potencial consumidor. Esse acompanhamento com grupos de palavras específicas também permite uma outra leitura. Basta esquecer o lado lúdico, a falta sensação de liberdade que as redes sociais oferecem e com a possibilidade de falar sobre tudo para todos foi possível observar que de todas as pessoas que registraram seu desejo de um novo amor, nenhuma teve interação de marcas ou perfis corporativos.

Os três principais motivos que fazem as empresas não saber como trabalhar com o público online:

  • O mercado ainda engatinha quando o assunto é fazer marketing de relacionamento;
  • Existe uma total falta de conhecimento do poder de consumo do publico online;
  • As empresas ainda trabalham com um forte pensamento no marketing tradicional e não conseguem vislumbrar outras formas de conquistar e engajar o público online.


O público que poderia ter sido atingido com micros ações iria proporcionar um retorno superior as campanhas tradicionais. Em uma simulação de retorno e alcance para uma ação com esse grupo de pessoas, uma empresa teria como resultado médio uma base de 300 novos consumidores fidelizados e impacto de primeira ordem em mais de 250 mil pessoas.

Os números acima mostram que oportunidades para a realização de bons negócios utilizando as redes sociais existem, no entanto é necessário que as empresas resolvam sair da sua zona de conforto e primeiro conhecer o público que está nas redes sociais, para em seguida conseguir realizar campanhas micros para um público macro.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um novo olhar sobre a Geração Y

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo. O vídeo busca mostrar como pensa e age a geração Y, ou os chamados Millennials.

Com uma linguagem fácil, boa edição e trilha o vídeo, de um pouco mais de nove minutos, consegue levar o público a um passeio pelas mudanças que os jovens sofreram para chegar na atual configuração dos Milllennials.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Pesquisa detalha hábitos da Geração Y

Um estudo conduzido pela Bridge Research detalhou os hábitos da chamada “Geração Y” – pessoas nascidas entre 1978 e 1990. Uma das análises feitas da pesquisa aponta para uma geração que está mudando globalmente a forma de fazer negócios e de se comunicar.

O estudo – baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos – analisa itens como comportamento, visão do mundo, padrão e estrutura de gastos, e perfil de consumo.

Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, a Geração Y possui uma nova forma de ver e atuar no mundo; novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet. São eles os autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais existentes hoje.

O executivo detalha que a idade também é um divisor de águas. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995 estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.

A análise do nível escolar aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Cerca de 48% só trabalham e 7% trabalham e estudam. Há, ainda, um contingente de 7% que declarou não trabalhar nem estudar. Com relação à renda pessoal, 36% ganham de R$ 862 a R$ 1.317, enquanto 3% têm renda entre R$ 3.944 e R$ 7.556 – nessa categoria, 3% residem em São Paulo. No estudo predominam os jovens com idade entre 18 anos e 22 anos (42%) e entre 23 anos e 26 anos (25%); 23% têm idade entre 27 anos e 31 anos; 76% dos entrevistados são solteiros contra 21% de casados ou que moram com parceiros.

Os valores que permeiam a Geração Y como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. “Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma Trindade, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.

No que diz respeito ao consumo, a máxima corrente é a que consumir é melhor do que ostentar marcas. “Talvez por estarem fortemente ligados ao consumo, os Y´s acabam por se relacionar de um modo menos ostensivo com as marcas em geral. Não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa”, afirma Trindade, acrescentando que em roupas, o importante é vestir bem e ser de boa qualidade.

Em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca, os celulares têm que ter alta tecnologia e serem bonitos, os televisores têm que ser de uma marca já conhecida. Nos carros, é mais importante uma boa relação entre custo e benefício; a marca, nesse caso, é mais importante e remete à qualidade. A resposta à questão “2010 será melhor, pior ou igual?” mostrou que os jovens da Geração Y, da classe C, são mais otimistas:  59% responderam que vai melhorar, contra 56% de São Paulo. A média total foi de 46% de otimistas, 32% de pessoas que acham que vai ficar igual e 19% de pessimistas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Número de usuários ativos na internet cai 4,8% em setembro

O número de usuários ativos em setembro de 2009 no trabalho e em residências foi de 35,5 milhões, 4,8% menos que no mês anterior, informa pesquisa do Ibope Nielsen Online, do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística).

A diminuição da quantidade de usuários ativos e do tempo de uso está "diretamente relacionada com o fim de semana prolongado ocorrido entre os dias 5 e 7 de setembro", explica José Calazans, analista de mídia do instituto.

O tempo de uso total, incluindo aplicativos, chegou a 66 horas e 24 minutos, e o tempo de uso sem aplicativos foi de 43 horas e 51 minutos por pessoa.

A média de uso da internet entre sexta e segunda-feira caiu, mas cresceu o uso na terça e na quarta-feira.
Dados do Ibope também informam que o número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou celular, é de 64,8 milhões de pessoas.
 
Livros e montadoras
As visitações nos sites de livros e de fabricantes de automóveis foram as que mais cresceram em setembro e nos últimos meses, "Em três meses, a audiência dos sites de livros cresceu 13% e a dos sites das montadoras aumentou 21%", disse Calazans.

Entre setembro e agosto, também houve crescimento da visitação em sites de previsão do tempo, de gastronomia, de estilo de vida, de empréstimos e de corretoras de investimento.

A categoria de sites líder é a de Buscadores, Portais e Comunidades, que atingiu 33,7 milhões de usuários únicos, com um tempo médio de 6 horas e 46 minutos por usuário. A segunda colocada, a categoria Comunicações e Serviços de Internet, chegou a 33,5 milhões de usuários únicos, com um tempo médio individual de 9 horas e 38 minutos.

Com informações da Folha Online

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A hora e vez de investir em conteúdo

A convergência de mídias já é uma realidade na vida das pessoas. Diante desse processo, a qualidade do conteúdo é mais valorizada pelos usuários que a possibilidade de acesso a múltiplos canais de informação.

Essa é uma das principais conclusões do estudo "Conectmídia: hábitos de consumo de mídia", apresentado hoje pelo Ibope durante o MaxiMídia, evento de comunicação organizado pelo Grupo Meio & Mensagem, em São Paulo.

O estudo foi realizado entre os dias 24 e 28 de agosto com pessoas com mais de dez anos idade na região metropolitana de São Paulo. Ao todo, 800 pessoas foram entrevistadas.

Qualidade. Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados se importam mais com a qualidade da informação consumida do que com o local de onde o conteúdo é acessado.

"A plataforma de comunicação em si está se tornando menos relevante no processo de comunicação. O conteúdo é o grande protagonista da era da convergência de mídias, que já é uma realidade na vida das pessoas", afirma a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia. Assim, transformar em qualidade o excesso de informações é o grande desafio dos veículos de comunicação na contemporaneidade.

O estudo constatou também que 53% dos entrevistados - o índice sobe para 56% entre as mulheres - se sentem pressionados com a quantidade de informações e tecnologia disponíveis, embora consigam absorver o dilúvio da comunicação, especialmente os jovens com idade até 24 anos.

Tempo escasso. Quando questionados sobre o bem mais escasso na sociedade contemporânea, os recursos naturais surgem em primeiro lugar, com 81% de citações. Em segundo lugar está saúde ( 65%) e, em terceiro, o trabalho (56%). Chama atenção de Juliana, no entanto, o índice de 46% registrado para o tempo.

"Essa percepção de que o tempo passa rápido demais leva a uma busca da individualidade, ao desejo de reservar mais tempo para si próprio, especialmente no caso das mulheres", afirma Juliana.

A sensação de que os diais passam mais rápido hoje do que antigamente é citada por 90% das pessoas. Mais uma vez o índice é maior entre o público feminino (93%), mesma porcentagem observada entre jovens com idade entre 25 e 34 anos.

Com informações da IDG Now

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Novo Estudo: As redes sociais no Brasil e o Orkut

Em  Abril de 2009, a empresa Netpop Research, LLC realizou um estudo para o Google Brasil, sobre as redes sociais no Brasil e o Orkut.

Os principais resultados da pesquisa foram:

1. Reencontrar amigos, manter o contato com diferentes pessoas e expandir a rede de relacionamento são os principais benefícios gerados pelos sites de redes sociais

• 90% dos respondentes afirmaram que permitir contato com amigos antigos é um dos principais benefícios de um site de rede social.

• 89% consideram que os sites de redes sociais são uma forma fácil para manter contato com parentes e amigos

• 83% inscreveram-se em um site de rede social por que os amigos já estavam presentes no site

2. O Orkut tem um desempenho melhor que os outros sites de redes sociais em todos os atributos de marca pesquisados e a troca de informações sobre marcas, produtos e serviços acontece diariamente


• 95% dos respondentes usam o Orkut e 84% entram no site pelo menos uma vez por dia.

• 91% possuem uma percepção muito favorável em relação ao Orkut

• 35% utilizaram o Orkut para marcar um encontro romântico

• Dos que postaram conteúdos relacionados a marcas e produtos, características e recomendações de produtos são os assuntos mais postados.

3. Tecnologia, mídia, viagens, empregos e telecomunicações são os top 5 tipos de produtos que os respondentes gostariam de ver anunciados no Orkut

• 34% dos respondentes consideram os anúncios no Orkut menos invasivos do que os anúncios em outros sites

• 37% prestam atenção em anúncios no Orkut, enquanto somente 26% prestam atenção em anúncios de outros sites.

• 71% afirmaram que gostariam de encontrar anúncios oferecendo descontos ou cupons para lojas online nos sites de redes sociais

Em resumo:

• 95% dos entrevistados utilizam o Orkut

• Grande parte dos usuários trocam informações sobre marcas, produtos e serviços nos sites de redes sociais

• Tecnologia em geral, entretenimento, viagens, empregos e telecomunicações são os produtos que os respondentes mais gostariam


Fonte: Por Dentro do AdWords

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Publicidade móvel e TV digital são negócios em ascensão

A sede do consumidor por serviços móveis vai transformar a relação das operadoras de telecomunicações com seus negócios. O certo é que ninguém quer ser coadjuvante da revolução da mobilidade. Para abandonar o estigma de apenas prover os tubos por onde trafegam as informações, as celulares vão se envolver cada vez mais no desenvolvimento de soluções.

"A infraestrutura é apenas uma parte deste mundo. O consumidor não compra rede, quer inovação e aplicações para facilitar sua vida. Por isso, as operadoras querem entender os desejos do cliente", avisa Estela Vieira, sócia líder de telecomunicações da PricewaterhouseCoopers (PwC).

Entre os mercados que devem explodir com o avanço da mobilidade na América Latina - que tem o Brasil como líder em número de celulares - ela vê avanços significativos na TV digital via celular e na publicidade digital móvel. "O brasileiro adora assistir a televisão. Esse comportamento torna esta aplicação extremamente promissora. O mesmo deve se repetir na América Latina", avalia. Segundo as projeções da PwC, a publicidade móvel - no grupo de países, que compreende Brasil, Argentina, México, Colômbia e Venezuela - deve crescer 45% ao ano até 2013, passando de um mercado avaliado em US$ 29 milhões em 2008 para US$ 185 milhões.

O total do mercado de publicidade digital, o que inclui anúncios veiculados em internet fixa, também mostra a forte influência da rede mundial na vida dos consumidores. De acordo com a PwC, este mercado, que fechou 2008 avaliado em US$ 660 milhões na região, deve chegar a US$ 1,5 bilhão em 2013, o que representa avanço anual na cada dos 17%. "O lançamento da TV móvel nesses países tende a revolucionar os serviços", avalia.

O crescimento é explosivo em bases pequenas, mas essa disposição do consumidor pelo acesso diferenciado é que vai comandar as ações das operadoras. De acordo com um estudo da Accenture, entre 2006 e 2010, serviços como vídeos pelo celular devem crescer 92% ao ano no mercado global, saltando de faturamento de US$ 1 bilhão para US$ 13,7 bilhões.

Conexões a redes de relacionamento, blogs e twitter vão evoluir 80% ao ano, promovendo receita de US$ 16,2 bilhões em 2010. O download de músicas obedecerá ao mesmo comportamento, apresentando taxa de crescimento anual de 22% no período, enquanto a troca de emails por dispositivos móveis deve crescer anualmente 38%, gerando receitas de US$ 16,3 bilhões em 2010, ano em que os serviços de localização acumularão receita de US$ 10,7 bilhões.

"O mercado de telefonia celular está maduro, tanto no Brasil como na Europa. As corporações, pioneiras no uso da mobilidade, consolidaram a tecnologia celular e obtiveram vantagens como produtividade. Os resultados são conhecidos dos clientes. Agora o avanço se dará no consumo final", afirma Petrônio Nogueira, responsável pela área de mídia e telecomunicações da Accenture.

No Brasil, ele acredita que a venda de dispositivos cada vez mais próximos aos computadores fará com que o tráfego decole nas redes celulares. "Um aparelho como o iPhone gera 30 vezes mais tráfego do que um telefone comum. Além disso, há os netbooks e os notebooks que vão acessar a internet móvel por meio de modem 3G." Um computador com banda larga gera o mesmo volume de tráfego que 450 aparelhos com funções básicas para telefonia e acesso à rede mundial.

Fonte: Valor Econômico

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