O estudo anual do IAB Brasil em parceria com a ComScore: "Brasil Conectado", foi divulgado na última semana e revelou a liderança do smartphones (com acesso à internet) com um aumento de 20% de 2013 (52%) para este ano (72%).
No estudo também é possível constatar um expressivo percentual de usuários conectados via mobile de 14 a 20 horas (16%) ou mais de 20 de horas semanais (15%),
considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. A informação endossa e corrobora com a afirmação de que os dispositivos
móveis ganham cada vez mais força no dia a dia dos brasileiros.
O estudo também apontou que
3/4 da audiência online brasileira (75%) utiliza regularmente pelo
menos 1 de seus dispositivos eletrônicos (computador/laptop, smartphone
ou tablet) enquanto assiste à TV. Além disso, 7 em cada 10
(69%) entrevistados concordam que a publicidade online os motivou a
procurar informação extra sobre um determinado produto e mais da metade
(54%) usa os dispositivos móveis para checar informações de produto
enquanto compra em lojas físicas.
A pesquisa anual compara a
audiência do digital em relação às outras mídias tradicionais como
televisão, jornais impressos, revistas e rádio.
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sábado, 29 de novembro de 2014
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
O monitoramento das redes sociais na mira da lei
Art. 5o (...):
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Art. 21. A vida privada da pessoa natural é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma.
Os dois artigos foram extraídos da Constituição brasileira, a lei máxima, o ponto de partida de todas as leis, o amparo legal para qualquer cidadão brasileiro. Por esses princípios o monitoramento de redes sociais, serviço comum e oferecido por quase todas as agências é uma prática ilegal por armazenar sem aviso prévio ao interessado que informações particulares estão sendo mantidas em banco de dados e esse conteúdo depois de catalogado vai gerar lucros para terceiros.
A constatação descrita acima foi possível depois de um mês conversando com vários profissionais da área jurícida foi possível traçar um panorama de como o serviço pode ser enquadrado pela legislação brasileira, mesmo na ausência de leis específicas como aconteceu nos casos de Xuxa Meneghel x Google, Daniela Cicarelly x Youtube, Carolina Dickmann x Google e o mais atual Nissin Ourfali x Youtube.
As denúncias e processos foram casos específicos de divulgação de conteúdo não autorizado, mas, ao mesmo tempo, demonstra a flexibilidade do judiciário ao estender seus braços para dentro dos invisíveis muros virtuais da internet.
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Art. 21. A vida privada da pessoa natural é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma.
Os dois artigos foram extraídos da Constituição brasileira, a lei máxima, o ponto de partida de todas as leis, o amparo legal para qualquer cidadão brasileiro. Por esses princípios o monitoramento de redes sociais, serviço comum e oferecido por quase todas as agências é uma prática ilegal por armazenar sem aviso prévio ao interessado que informações particulares estão sendo mantidas em banco de dados e esse conteúdo depois de catalogado vai gerar lucros para terceiros.
A constatação descrita acima foi possível depois de um mês conversando com vários profissionais da área jurícida foi possível traçar um panorama de como o serviço pode ser enquadrado pela legislação brasileira, mesmo na ausência de leis específicas como aconteceu nos casos de Xuxa Meneghel x Google, Daniela Cicarelly x Youtube, Carolina Dickmann x Google e o mais atual Nissin Ourfali x Youtube.
As denúncias e processos foram casos específicos de divulgação de conteúdo não autorizado, mas, ao mesmo tempo, demonstra a flexibilidade do judiciário ao estender seus braços para dentro dos invisíveis muros virtuais da internet.
terça-feira, 20 de março de 2012
Comscore divulga relatório anual sobre a utilização de internet no Brasil
A comScore divulgou o seu relatório anual "2012 Brazil Digital Future in Focus" sobre as principais tendências digitais no Brasil em 2011 e as possíveis implicações dos resultados para o ano. O estudo examina como as tendências mais importantes em mídias sociais, vídeos online, publicidade digital, internet móvel e busca estão definindo o mercado atual e de que modo devem influenciar as ações do mercado durante o ano.
Para Alex Banks, diretor da comScore no Brasil “As mídias digitais alcançaram um novo patamar no Brasil em 2011, impulsionadas por atividades como redes sociais, busca, vídeos e compras online, mostrando cada vez mais consumidores se voltando para a web e gastando uma parte cada vez maior de seu tempo com conteúdo digital”.
O estudo trás dados importantes sobre o mercado digital brasileiro, mas vale lembrar que a medição não contempla a navegação e/ou utilização de computadores em lan house, ainda a principal forma de acesso a grande rede pelas classes C e D. A mensuração desse público pode influenciar e modificar toda essa percepção de utilização das redes.
Alguns dos importantes insights do estudo "2012 Brazil Digital Future in Focus" são:
- O Brasil é o 7º maior mercado de internet no mundo, com um público de 46,3 milhões de visitantes de 15 anos ou mais que acessam a internet pelo computador de casa ou do trabalho. O número de usuários aumentou 16% em relação ao ano anterior. A população online da América Latina cresceu mais rapidamente que em qualquer outra região em 2011: 16% de aumento, chegando a 129,3 milhões em dezembro de 2011.
- Os brasileiros passaram em média 26,7 horas online em dezembro de 2011, um aumento de 10% em relação ao ano anterior (equivalente a mais de 2 horas). Os portais foram a atividade online que gerou mais engajamento, com 39,2% do total de minutos em dezembro de 2011, seguidos pelas redes sociais, com 23% – um crescimento de 6,3 pontos percentuais no ano.
- O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior. O Facebook também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.
- Em dezembro de 2011, os brasileiros viram mais de 4,7 bilhões de vídeos online, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante, e ver vídeos se consolidou como uma das atividades online mais importantes.
- Aquecida pelas compras de final de ano, a visitação de sites de comércio online aumentou 30%, mostrando cada vez mais consumidores na América Latina se voltando para a web na busca e compra de produtos e serviços. Entre as categorias de comércio, Comparação de Preços teve a maior penetração no Brasil, com mais de 1 em cada 3 usuários acessando sites da categoria em dezembro de 2011.
- 6,9 bilhões de buscas online foram feitas no Brasil em dezembro de 2011, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. As buscas tiveram um pico em outubro e novembro, estimuladas por pesquisas relacionadas às compras de final de ano.
- O mercado de publicidade digital brasileiro continua crescendo. Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. A Netshoes foi o anunciante líder no mercado, enquanto o Facebook foi o maior publisher no país.
- Celulares e tablets continuam a mudar o panorama digital, respondendo por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Mercado de métricas em expansão exige profissionais qualificados
Há dois anos colocar no currículo ou nos perfis das redes sociais que era "analista de mídias sociais" era sinal de "status", mas a profissão foi banalizada pelo incontável número de oportunistas que só por ter um perfil nas redes sociais mais importantes se intitulavam como profissionais.
O mercado cresceu, as empresas perceberam a necessidade de ter bons profissionais, lógico que ainda existem vários pseudo-profissionais se vendendo como especialistas, e a necessidade de se destacar no grupo persistiu. Com necessidade de massagear o ego o novo modismo e se vender como profissional de métricas.
Um incontável número de profissionais, correção: oportunistas, se vendem como especialistas em métricas. O reflexo pode ser visto em anúncios que buscam profissionais híbridos, que façam, entendam de mídias sociais e por fora consigam entender as métricas que envolvam todo o processo.
Hoje, é possível encontrar esses fakes nos vários postos dentro de empresas e agências: do mais júnior, passando por especialistas até chegar aos gestores. Em todos os casos essas pessoas nunca chegaram nem perto de uma ferramenta de monitoramento, acreditam que sabem como ler dados do analytics só por ter acesso e não se sentem intimidados em falar do novo insights do Facebook baseado no senso comum.
Vida curta aos oportunistas
O cenário pode demonstrar que o mercado está destinado a mediocridade, felizmente, a mesma arrogância que levou esses oportunistas a um cargo de gerência é a mesma que derruba, com os constantes erros, com as ánalises duvidosas e relatórios onde somente os números positivos são apresentados, acaba por colocar eles para fora do mercado.
Grandes, médias e pequenas empresas cada vez mais exigem dados precisos, ao mesmo tempo em que buscam pessoas qualificadas. Mesmo que em um primeiro momento esses híbridos consigam entrar com os seus jargões ou frases de efeito, no dia-a-dia sua mediocridade os denúncia como fraudes.
Apesar de esse post começar com um tom negativo. O futuro para os profissionais de métricas está em franca expansão. Se traçarmos um paralelo com os profissionais do direito podemos afirmar que por mais que o profissional entenda de leis é necessário a especialização em uma área, mesmo se o sonho seja ir para o Supremo Tribunal Federal. O mesmo vale para o mundo virtual. Hoje o mercado busca profissionais capazes de gerenciar equipes específicas deixando apenas para cargos de diretoria a missão de comandar equipes múltiplas, pois sabem que o impacto financeiro não compensa arriscar com um "profissional" sem experiência.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Pesquisa da Comscore avalia o sucesso das redes sociais
A Comscore fecha o ano de 2011 com o lançamento da pesquisa: “It’s a Social World”, onde aponta que as redes sociais alcançam, atualmente, 82% dos usuários de internet do mundo inteiro, ou 1,2 bilhões de pessoas.
O levantamento demonstra que até outubro, as redes sociais eram responsáveis por 19% do tempo gasto online, para efeito de comparação em março de 2007 o tempo foi de 6%. Esse crescimento vertiginoso coloca o Facebook como terceira maior fonte de tráfego ficando atrás somente do Google e da Microsoft (impulsionado pela linha Live e Bing).
Se olharmos somente no universo das redes sociais o Facebook respondeu em outubro por 75% de todo o tempo gasto nas redes sociais e 14% do tempo gasto online.
Outras informações contidas no relatório registram o crescimento das redes como: Twitter (59%), Tumblr (172%) e Sina Weibo (181%). Além de apontar o declínio na utilização do email (34%), enquanto cresceu o uso das redes sociais (34%) entre o mesmo público.
A pesquisa completa pode ser acessada no site da ComScore.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Mídia social: o que deu certo e o que deu errado
Um relatório da consultoria Custom Communication, reportado pelo Advertising Age, apontou os produtos que fizeram história na construção do atual cenário das mídias sociais em suas várias esferas: blogs, redes sociais, compras coletivas, compartilhamento de fotos e vídeos, geolocalização e outros mais.
Veja abaixo os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo. Em cada tipo de serviço existe uma divisão em quatro categorais: o pioneiro, o que virou queridinho da mídia, o que de fato inovou e consolidou o mercado e aquele que promete ser a sensação do futuro.
Blogs
Pioneiro - LiveJournal – fundado em 1999, foi o primeiro serviço a aproveitar a tendência de se ter um diário online. Acabou vendido em 2007 para publishers da Rússia.
Queridinho da mídia - Blogger – fundado por Evan Williams em agosto de 1999, foi comprado pelo Google em 2003 quando os blogs chamavam as atenções da mídia. Segue parte do Google, mas nunca desenvolveu todo seu potencial, muito por conta da mudança cultural dos blogs de textos longos para microbloggings e redes sociais.
Inovador - WordPress - surgiu em 2003 e segue como gerenciador de conteúdo mais popular do mundo.
Futuro – Tumblr. e Posterous – com o advento dos microbloggins como Twitter, modelos híbridos de blog e microblog podem conquistar espaço.
Redes sociais
Pioneiro – Friendster – fundado em 2002, estabeleceu-se como primeira rede social, embora muitos digam que o primeiro foi o britânico Friends Reunited. Após recusar uma proposta de US$ 30 milhões do Google, perdeu espaço.
Queridinho da mídia – MySpace – foi comprada em 2005 pela News Corp por US$ 580 milhões para realizar o potencial de redes sociais dentro do grupo. Agora, a morte está de olho nele. A News Corp tentou transformá-la em uma plataforma global de entretetnimento.
Inovador – Facebook – O Goldman Sachs avaliou a rede social em US$ 50 bilhões e a empresa está prestes a abrir capital, naquele que será o maior evento do setor desde a fusão da AOL com a Time Warner. O que poderia dar errado?
Futuro – Ren Ren – As duas maiores redes sociais da China (sendo a Ren Ren, clone do Facebook, a maior delas) tem mais de 500 milhões de usuários num país onde o Facebook é bloqueado pelo governo. As lições de Friendster, MySpace, Bebo e outros demonstram os perigos de se tentar prever hegemonia online.
Compras coletivas
Pioneiro – Mercata – lançado em 1999, queria revolucionar o e-commerce, ao agregar consumidores para conseguir descontos. A empresa desmoronou com a bolha da internet em 2000 e cancelou seu plano de um IPO na casa de US$ 100 milhões.
Queridinho da mídia – Mobshop – lançado na mesma época do Mercata, com modelo de negócio parecido e um contrato com o governo norte-americano, no setor de compras online. Fechou logo depois do Mercata, mas seus fundadores mantiveram a patente, o que deixou alguns esperançosos em uma volta.
Inovador – Groupon – E essa volta se chama hoje Groupon, que abriu em 2008. Tem 50 milhões de usuários e opera em 35 países, exorcizando os fantasmas deste mercado. Foi chamado pela Forbes de “companhia com crescimento mais rápido em todos os tempos”.
Futuro – Walmart – O Groupon não pode ignorar o único player que também tem grande retorno no modelo de varejo de multidões. O produto CrowdSaver, do Walmart, está crescendo e abraça milhares de compradores a cada semana.
Compartilhamento de fotos
Pioneiro – Picasa – Lançado em 2001 quando subir imagens para a internet era um nicho interessante (e um processo ardoroso, também). Foi adquirido pelo Google e ainda mantém espaço como aplicativo popular do celular Android.
Queridinho da mídia – Flickr – sua integração com a plataforma de blogs ajudou na época áurea dos blogs. Sua preposição é ser mais que um serviço de compartilhamento de fotos, buscando criar uma rede comunitária em torno de si, com sucesso. Não se sabe o quanto ele poderá sobreviver dentro do decadente império do Yahoo.
Inovador – Facebook – seus usuários amam compartilhar fotos, embora às vezes esqueçam de checar seu status de privado. Em seu caminho para o domínio do mercado de fotos, as pessoas escolhem compartilhar via facebook, o que faz as marcas salivarem com o potencial publicitário.
Futuro – Picplz e Instagram – é necessário mencionar o ,ercadp de s,artphones. Os dois programas querem ganhar dinheiro em cima de nosso desejo de caputar uma imagem na rua e compartilhar. Eles podem viver ou morrer, mas 2011 parece marcar aa década da revolução mobile.
Integrados de conteúdo
Pioneiro – Del.icio.us – lançado em 2003 se tornou a bíblia para quem queria marcadores de páginas favoritas. Comprado pelo Yahoo, quase sucumbiu a uma crise de identidade da empresa.
Queridinho da mídia – Digg – os marcadores, por volta de 2006, eram considerados a “nova busca” e o Digg tinha um status como o do YouTue e MySpace. Seu fundador Kevin Rose apareceu na capa da Business Week como o homem que fez US$ 60 milhões em 18 meses. No final de 2010, Rose deixou o cargo de CEO e a empresa estaria perdendo dinheiro, embora tenha ainda 8,5 milhões de visitantes por mês. Sua tentativa de ser um curador da mídia e construtor de comunidades jamais rivalizou com o poder das redes sociais.
Inovador – Twitter – não é um serviço típico de marcação de páginas favoritas, mas acaba fazendo isso com sua plataforma de microblogging. Seu senso de comunidade superior torna o site mais relevante para os usuários.
Futuro – Facebook – tem potencial por conta do tamanho de sua rede e pela intimidade das comunidades de amigos. É ótimo para a distribuição de informações, porque a distribuição de links se dá pela confiança pessoal. Pesquisas indicam que ele já é a segunda maior referência de informações na internet, próximo do Google. E o Facebook tem uma arma secreta, o botão “Curtir”.
Compartilhamento de vídeos
Pioneiro – Metacafe – lançado em 2002, com o advento da banda larga em níveis aceitáveis, operava na premissa de ser uma comunidade de compartilhamento de vídeos. Houve uma tentativa de fazer grandes nomes do cinema produzir conteúdo original para a web, mas a comunidade ainda não empolgou.
Queridinho da Mídia – Rocketboom – em 2004, o “vlogging” foi apontado como nova grande tendência. O termo não e o conceito não sobreviveram muito tempo. O site segue vivo, com mas com audiência pequena.
Inovador – YouTube – o futuro do vídeo na internet está em deixar todos nós postarmos vídeos, criando-se o maior arquivo de vídeos buscáveis do mundo. Não foi o precursor nisso, mas o apoio do Google o tornou uma realidade. E ao abraçar a publicidade, não perdeu espaço e deve ter fechado 2010 com seu primeiro lucro.
Futuro – o velho “tubo” perdeu espaço, mas pode voltar graças a tecnologias como HD, e Google e Apple passaram a investir nessa tecnologia dos anos 1920. A publicidade global em televisão corresponde a 41% do mercado, e com os set-top boxes da Google TV e Apple TV, em breve, mesmo as gerações mais novas terão algo legal para ver no grande tubo.
Geolocalização
Pioneiro – Dodgeball – Com a chegada do 3G, o estudante Dennis Crowley desenvolveu em 2000 um programa que permitia mandar texto a vários amigos de uma vez, para dizer onde ele estava e o que estava fazendo. Foi o primeiro esforço de rede social mobile. Foi comprado pelo Google e fechado quatro anos depois, virando o Google Latitude.
Queridinho da mídia – Loopt – lançado em 2005, permitia a uma pessoa saber onde estavam seus amigos assim que saíssem da sala de aula. Três anos depois, Steve Jobs lançou o iPhone 3G e elogiou a ferramenta. Hoje, o Loopt tem 4 milhões de usuários e está disponível em grandes redes mobiles dos EUA, e na internet. Sobreviveu pois permite aos usuários postarem seus updates em redes sociais como Facebook e Twitter.
Inovador – Foursquare – lançado em 2009, passou a oferecer “presentes” para quem fizesse check-in em qualquer lugar. Tem 5 milhões de usuários.
Futuro – Mixi – nasceu em 2004 no Japão e permite à população do país construir comunidades baseadas em seus interesses particulares, além de possibilitar check-ins e uploads. Com 10 milhões de usuários, é a rede social mobile favorita naquele país. Pode não entrar nos EUA.
Fonte: Revista Proxxima
Veja abaixo os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo. Em cada tipo de serviço existe uma divisão em quatro categorais: o pioneiro, o que virou queridinho da mídia, o que de fato inovou e consolidou o mercado e aquele que promete ser a sensação do futuro.
Blogs
Pioneiro - LiveJournal – fundado em 1999, foi o primeiro serviço a aproveitar a tendência de se ter um diário online. Acabou vendido em 2007 para publishers da Rússia.
Queridinho da mídia - Blogger – fundado por Evan Williams em agosto de 1999, foi comprado pelo Google em 2003 quando os blogs chamavam as atenções da mídia. Segue parte do Google, mas nunca desenvolveu todo seu potencial, muito por conta da mudança cultural dos blogs de textos longos para microbloggings e redes sociais.
Inovador - WordPress - surgiu em 2003 e segue como gerenciador de conteúdo mais popular do mundo.
Futuro – Tumblr. e Posterous – com o advento dos microbloggins como Twitter, modelos híbridos de blog e microblog podem conquistar espaço.
Redes sociais
Pioneiro – Friendster – fundado em 2002, estabeleceu-se como primeira rede social, embora muitos digam que o primeiro foi o britânico Friends Reunited. Após recusar uma proposta de US$ 30 milhões do Google, perdeu espaço.
Queridinho da mídia – MySpace – foi comprada em 2005 pela News Corp por US$ 580 milhões para realizar o potencial de redes sociais dentro do grupo. Agora, a morte está de olho nele. A News Corp tentou transformá-la em uma plataforma global de entretetnimento.
Inovador – Facebook – O Goldman Sachs avaliou a rede social em US$ 50 bilhões e a empresa está prestes a abrir capital, naquele que será o maior evento do setor desde a fusão da AOL com a Time Warner. O que poderia dar errado?
Futuro – Ren Ren – As duas maiores redes sociais da China (sendo a Ren Ren, clone do Facebook, a maior delas) tem mais de 500 milhões de usuários num país onde o Facebook é bloqueado pelo governo. As lições de Friendster, MySpace, Bebo e outros demonstram os perigos de se tentar prever hegemonia online.
Compras coletivas
Pioneiro – Mercata – lançado em 1999, queria revolucionar o e-commerce, ao agregar consumidores para conseguir descontos. A empresa desmoronou com a bolha da internet em 2000 e cancelou seu plano de um IPO na casa de US$ 100 milhões.
Queridinho da mídia – Mobshop – lançado na mesma época do Mercata, com modelo de negócio parecido e um contrato com o governo norte-americano, no setor de compras online. Fechou logo depois do Mercata, mas seus fundadores mantiveram a patente, o que deixou alguns esperançosos em uma volta.
Inovador – Groupon – E essa volta se chama hoje Groupon, que abriu em 2008. Tem 50 milhões de usuários e opera em 35 países, exorcizando os fantasmas deste mercado. Foi chamado pela Forbes de “companhia com crescimento mais rápido em todos os tempos”.
Futuro – Walmart – O Groupon não pode ignorar o único player que também tem grande retorno no modelo de varejo de multidões. O produto CrowdSaver, do Walmart, está crescendo e abraça milhares de compradores a cada semana.
Compartilhamento de fotos
Pioneiro – Picasa – Lançado em 2001 quando subir imagens para a internet era um nicho interessante (e um processo ardoroso, também). Foi adquirido pelo Google e ainda mantém espaço como aplicativo popular do celular Android.
Queridinho da mídia – Flickr – sua integração com a plataforma de blogs ajudou na época áurea dos blogs. Sua preposição é ser mais que um serviço de compartilhamento de fotos, buscando criar uma rede comunitária em torno de si, com sucesso. Não se sabe o quanto ele poderá sobreviver dentro do decadente império do Yahoo.
Inovador – Facebook – seus usuários amam compartilhar fotos, embora às vezes esqueçam de checar seu status de privado. Em seu caminho para o domínio do mercado de fotos, as pessoas escolhem compartilhar via facebook, o que faz as marcas salivarem com o potencial publicitário.
Futuro – Picplz e Instagram – é necessário mencionar o ,ercadp de s,artphones. Os dois programas querem ganhar dinheiro em cima de nosso desejo de caputar uma imagem na rua e compartilhar. Eles podem viver ou morrer, mas 2011 parece marcar aa década da revolução mobile.
Integrados de conteúdo
Pioneiro – Del.icio.us – lançado em 2003 se tornou a bíblia para quem queria marcadores de páginas favoritas. Comprado pelo Yahoo, quase sucumbiu a uma crise de identidade da empresa.
Queridinho da mídia – Digg – os marcadores, por volta de 2006, eram considerados a “nova busca” e o Digg tinha um status como o do YouTue e MySpace. Seu fundador Kevin Rose apareceu na capa da Business Week como o homem que fez US$ 60 milhões em 18 meses. No final de 2010, Rose deixou o cargo de CEO e a empresa estaria perdendo dinheiro, embora tenha ainda 8,5 milhões de visitantes por mês. Sua tentativa de ser um curador da mídia e construtor de comunidades jamais rivalizou com o poder das redes sociais.
Inovador – Twitter – não é um serviço típico de marcação de páginas favoritas, mas acaba fazendo isso com sua plataforma de microblogging. Seu senso de comunidade superior torna o site mais relevante para os usuários.
Futuro – Facebook – tem potencial por conta do tamanho de sua rede e pela intimidade das comunidades de amigos. É ótimo para a distribuição de informações, porque a distribuição de links se dá pela confiança pessoal. Pesquisas indicam que ele já é a segunda maior referência de informações na internet, próximo do Google. E o Facebook tem uma arma secreta, o botão “Curtir”.
Compartilhamento de vídeos
Pioneiro – Metacafe – lançado em 2002, com o advento da banda larga em níveis aceitáveis, operava na premissa de ser uma comunidade de compartilhamento de vídeos. Houve uma tentativa de fazer grandes nomes do cinema produzir conteúdo original para a web, mas a comunidade ainda não empolgou.
Queridinho da Mídia – Rocketboom – em 2004, o “vlogging” foi apontado como nova grande tendência. O termo não e o conceito não sobreviveram muito tempo. O site segue vivo, com mas com audiência pequena.
Inovador – YouTube – o futuro do vídeo na internet está em deixar todos nós postarmos vídeos, criando-se o maior arquivo de vídeos buscáveis do mundo. Não foi o precursor nisso, mas o apoio do Google o tornou uma realidade. E ao abraçar a publicidade, não perdeu espaço e deve ter fechado 2010 com seu primeiro lucro.
Futuro – o velho “tubo” perdeu espaço, mas pode voltar graças a tecnologias como HD, e Google e Apple passaram a investir nessa tecnologia dos anos 1920. A publicidade global em televisão corresponde a 41% do mercado, e com os set-top boxes da Google TV e Apple TV, em breve, mesmo as gerações mais novas terão algo legal para ver no grande tubo.
Geolocalização
Pioneiro – Dodgeball – Com a chegada do 3G, o estudante Dennis Crowley desenvolveu em 2000 um programa que permitia mandar texto a vários amigos de uma vez, para dizer onde ele estava e o que estava fazendo. Foi o primeiro esforço de rede social mobile. Foi comprado pelo Google e fechado quatro anos depois, virando o Google Latitude.
Queridinho da mídia – Loopt – lançado em 2005, permitia a uma pessoa saber onde estavam seus amigos assim que saíssem da sala de aula. Três anos depois, Steve Jobs lançou o iPhone 3G e elogiou a ferramenta. Hoje, o Loopt tem 4 milhões de usuários e está disponível em grandes redes mobiles dos EUA, e na internet. Sobreviveu pois permite aos usuários postarem seus updates em redes sociais como Facebook e Twitter.
Inovador – Foursquare – lançado em 2009, passou a oferecer “presentes” para quem fizesse check-in em qualquer lugar. Tem 5 milhões de usuários.
Futuro – Mixi – nasceu em 2004 no Japão e permite à população do país construir comunidades baseadas em seus interesses particulares, além de possibilitar check-ins e uploads. Com 10 milhões de usuários, é a rede social mobile favorita naquele país. Pode não entrar nos EUA.
Fonte: Revista Proxxima
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O ano da mediocridade
O ano de 2010 foi um ótimo ano para o segmento e/ou nicho de Mídias Sociais. Redes como o Twitter e o Facebook, consideradas emergentes e de nicho, se consolidaram como canais viáveis para ações de marketing, relacionamento e SAC.
Nestes ambientes, empresas de todos os segmentos e portes encontraram espaço para fazer investimentos, se relacionar com os clientes, ao mesmo tempo em que profissionais de mídias "tradicionais" viram uma oportunidade de expandir seus conhecimentos, ao mesmo tempo em que investimentos e contratações foram feitas para atender o número crescente de empresas.
Entretanto, após as comemorações devidas o que observa é que o ano, para as redes e profissionais brasileiros, vai ser lembrado como o Ano da Mediocridade.
Do sucesso ao declínio. O Twitter apesar de ter conquistado fama e prestígio em diversos segmentos demonstrou que não é capaz de se sustentar sem o trabalho conjunto com profissionais da área de comunicação.
As eleições que seriam a prova de fogo e logo após a crise institucional no Rio de Janeiro, demonstraram que a falta de uma "obrigação" com a informação, podem tornar a ferramenta uma verdadeira armadilha para pessoas mal intencionadas ou boatos.
Para as agências também não aconteceram motivos para comemoração. Várias ações que aconteceram foram um fiasco, ou por terem sido mal planejadas ou por total desconhecimento do público. Os principais exemplos são a chuva de Twix e a promoção da Nissan. Lógico, aconteceram outros “fails” durante o ano como o SWU, mas com certeza esses dois são os mais emblemáticos.
Público. O apogeu financeiro da classe C prometia ser uma válvula de escape para ações frutradas, mal planejadas e executadas por profissionais inexperientes, mas nem com esse público mais sucestivel a campanhas de marketing os pseudo-analistas e especialistas de Mídias Sociais conseguiram realizar alguma ação que realmente pudesse ficar registrada como marco. No final tudo era apenas uma cópia mal feita do que já havia sido realizado com sucesso em outros países.
Das agências aos profissionais. Um dos problemas que fizeram o ano ser um fracasso no Brasil foram os profissionais e agência que irresponsavelmente assumiram a missão de trabalhar em ambientes desconhecidos.
Na parte das agências pode-se observar políticas atrasadas, em uma busca de unir on e offline, não que estivessem errados, mas o formato de aplicar as mesmas regras, táticas, norteadas pelo pensamento cartesiano tiveram como resultados grandes fracassos.
Os investimentos no segmento também foram um grande problema durante o ano. O ano de 2010 foi marcado por muitas contratações, surgimento de empresas, dança de cadeiras, mas no balanço final a grande movimentação ficou na responsabilidade de empresas de assessoria, agências de publicidade ou grande empresas que viram a necessidade de estar nesse novo mundo que para eles ainda era desconhecido e terminaram o ano sem conhecer.
Como resultado o que se observou foram investimentos limitados a contratação de muitos bons profissionais com salários razoáveis, mas sem estrutura para que eles pudessem exercer as atividades para que tivessem sidos contratados.
No lado do profissionalismo da área pudemos observar muitos auto intitulados profissionais e especialistas de mídias sociais despreparados e tentando repetir fórmulas já utilizadas por outras agências, em outras ações, com outro público.
Enfim, ano termina com agências tateando sobre como trabalhar com as redes sociais e com pouca vontade de fazer investimentos, mas com grande apetite para obter lucros, enquanto profissionais medíocres, despreparados e com um discurso vazio se promovem como os salvadores.
O resultado do ano foi uma ilusão de empresas de comunicação vendendo para os seus clientes a promessa de resolver todos os seus problemas, de outro lado pseudo profissionais desqualificados, mas utilizando da mesma arma da agência e esperando chegar à oportunidade para começar a se qualificar ou acreditando que tudo se resolveria.
Para um pequeno grupo de profissionais, que realmente estudam e buscam entender e oferecer o melhor serviço que as redes podem oferecer restou a vergonha da mediocridade do segmento.
Assim. Infelizmente o ano de 2010 vai ficar na memória de poucos profissionais que realmente acompanharam a realidade do segmente as comemorações serão modestas, mas aqueles que não compartilharam o mesmo pensamento esse é um momento para reavaliar como foi o ano.
Nestes ambientes, empresas de todos os segmentos e portes encontraram espaço para fazer investimentos, se relacionar com os clientes, ao mesmo tempo em que profissionais de mídias "tradicionais" viram uma oportunidade de expandir seus conhecimentos, ao mesmo tempo em que investimentos e contratações foram feitas para atender o número crescente de empresas.
Entretanto, após as comemorações devidas o que observa é que o ano, para as redes e profissionais brasileiros, vai ser lembrado como o Ano da Mediocridade.
Do sucesso ao declínio. O Twitter apesar de ter conquistado fama e prestígio em diversos segmentos demonstrou que não é capaz de se sustentar sem o trabalho conjunto com profissionais da área de comunicação.
As eleições que seriam a prova de fogo e logo após a crise institucional no Rio de Janeiro, demonstraram que a falta de uma "obrigação" com a informação, podem tornar a ferramenta uma verdadeira armadilha para pessoas mal intencionadas ou boatos.
Para as agências também não aconteceram motivos para comemoração. Várias ações que aconteceram foram um fiasco, ou por terem sido mal planejadas ou por total desconhecimento do público. Os principais exemplos são a chuva de Twix e a promoção da Nissan. Lógico, aconteceram outros “fails” durante o ano como o SWU, mas com certeza esses dois são os mais emblemáticos.
Público. O apogeu financeiro da classe C prometia ser uma válvula de escape para ações frutradas, mal planejadas e executadas por profissionais inexperientes, mas nem com esse público mais sucestivel a campanhas de marketing os pseudo-analistas e especialistas de Mídias Sociais conseguiram realizar alguma ação que realmente pudesse ficar registrada como marco. No final tudo era apenas uma cópia mal feita do que já havia sido realizado com sucesso em outros países.
Das agências aos profissionais. Um dos problemas que fizeram o ano ser um fracasso no Brasil foram os profissionais e agência que irresponsavelmente assumiram a missão de trabalhar em ambientes desconhecidos.
Na parte das agências pode-se observar políticas atrasadas, em uma busca de unir on e offline, não que estivessem errados, mas o formato de aplicar as mesmas regras, táticas, norteadas pelo pensamento cartesiano tiveram como resultados grandes fracassos.
Os investimentos no segmento também foram um grande problema durante o ano. O ano de 2010 foi marcado por muitas contratações, surgimento de empresas, dança de cadeiras, mas no balanço final a grande movimentação ficou na responsabilidade de empresas de assessoria, agências de publicidade ou grande empresas que viram a necessidade de estar nesse novo mundo que para eles ainda era desconhecido e terminaram o ano sem conhecer.
Como resultado o que se observou foram investimentos limitados a contratação de muitos bons profissionais com salários razoáveis, mas sem estrutura para que eles pudessem exercer as atividades para que tivessem sidos contratados.
No lado do profissionalismo da área pudemos observar muitos auto intitulados profissionais e especialistas de mídias sociais despreparados e tentando repetir fórmulas já utilizadas por outras agências, em outras ações, com outro público.
Enfim, ano termina com agências tateando sobre como trabalhar com as redes sociais e com pouca vontade de fazer investimentos, mas com grande apetite para obter lucros, enquanto profissionais medíocres, despreparados e com um discurso vazio se promovem como os salvadores.
O resultado do ano foi uma ilusão de empresas de comunicação vendendo para os seus clientes a promessa de resolver todos os seus problemas, de outro lado pseudo profissionais desqualificados, mas utilizando da mesma arma da agência e esperando chegar à oportunidade para começar a se qualificar ou acreditando que tudo se resolveria.
Para um pequeno grupo de profissionais, que realmente estudam e buscam entender e oferecer o melhor serviço que as redes podem oferecer restou a vergonha da mediocridade do segmento.
Assim. Infelizmente o ano de 2010 vai ficar na memória de poucos profissionais que realmente acompanharam a realidade do segmente as comemorações serão modestas, mas aqueles que não compartilharam o mesmo pensamento esse é um momento para reavaliar como foi o ano.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A revolução das Mídias Sociais
Um dos vídeos de maior sucesso que trata do tema Mídias Sociais "Social Media Revolution" ganhou uma versão oficial em português. O filme de Erik Qualman feito para o lançamento do seu livro "Socialnomics" tenta mostrar como redes como Facebook e Twitter fazem parte e influenciam o cotidiano e não pode ser considerada apenas uma tendência de comportamento.
A versão original do vídeo conta com mais de 2 milhões de visualizações, além de ser um dos preferidos por palestrantes no mundo inteiro para introduzir o conceito que tomou parte do cotidiano mundial. Essa versão produzida especialmente para o Brasil foi feita pelo autor do livro para divulgar sua passagem pelo país.
A versão original do vídeo conta com mais de 2 milhões de visualizações, além de ser um dos preferidos por palestrantes no mundo inteiro para introduzir o conceito que tomou parte do cotidiano mundial. Essa versão produzida especialmente para o Brasil foi feita pelo autor do livro para divulgar sua passagem pelo país.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Orkut ainda é a rede social mais popular no Brasil
Apesar do furor em torno de Twitter e Facebook, ainda é do Orkut o posto de rede social mais utilizada, pelo menos nas principais praças do país.
Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pela Kantar Worldpanel confirma que nas capitais de Rio de Janeiro e São Paulo o Orkut é o site mais popular, com 98% de penetração. Em segundo lugar aparece o Twitter, com 14%, seguido pelo Facebook, com 13%.
De acordo com o estudo, obtido por Mariana Lang, da Folha.com, o Brasil segue na contramão de seus vizinhos no continente: em outros países da América Latina, o Facebook lidera a preferência com 53% e é acompanhado pelo Orku com 46% e Twitter com 12%.
As redes socias atraem cada vez mais os brasileiros. A pesquisa descobriu que pelo menos uma pessoa de 32% dos domicílios nas capitais de RJ e SP é conectado às ferramentas. O estudo foi desenvolvido sobre 3 mil lares em cada capital e aponta que, entre os entrevistados, 11% se consideram "viciados" em redes sociais e outros 21% se declararam usuários frequentes de redes.
Outra descoberta da pesquisa é que, em 54% das casas, as redes sociais são conhecidas, porém acessadas sem tanta frequência. Somente 14% dos lares consultados informaram desconhecer esse tipo de ambiente virtual.
De acordo comas informações, em 30% dos lares, os internautas de ambas as capitais usam a ferramenta para manter contato, 23% para postarem fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e 9% para fazerem novos amigos. 5% utilizam as ferramentas para bisbilhotar as informações dos perfis, enquanto 3% dos entrevistados disseram acessar a rede para postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e serviços.
Com informações do Portal Exame
Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pela Kantar Worldpanel confirma que nas capitais de Rio de Janeiro e São Paulo o Orkut é o site mais popular, com 98% de penetração. Em segundo lugar aparece o Twitter, com 14%, seguido pelo Facebook, com 13%.
De acordo com o estudo, obtido por Mariana Lang, da Folha.com, o Brasil segue na contramão de seus vizinhos no continente: em outros países da América Latina, o Facebook lidera a preferência com 53% e é acompanhado pelo Orku com 46% e Twitter com 12%.
As redes socias atraem cada vez mais os brasileiros. A pesquisa descobriu que pelo menos uma pessoa de 32% dos domicílios nas capitais de RJ e SP é conectado às ferramentas. O estudo foi desenvolvido sobre 3 mil lares em cada capital e aponta que, entre os entrevistados, 11% se consideram "viciados" em redes sociais e outros 21% se declararam usuários frequentes de redes.
Outra descoberta da pesquisa é que, em 54% das casas, as redes sociais são conhecidas, porém acessadas sem tanta frequência. Somente 14% dos lares consultados informaram desconhecer esse tipo de ambiente virtual.
De acordo comas informações, em 30% dos lares, os internautas de ambas as capitais usam a ferramenta para manter contato, 23% para postarem fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e 9% para fazerem novos amigos. 5% utilizam as ferramentas para bisbilhotar as informações dos perfis, enquanto 3% dos entrevistados disseram acessar a rede para postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e serviços.
Com informações do Portal Exame
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
comScore lança serviço de mensuração de redes sociais
A comScore, uma das principais empresas mundiais de aferição digital, anunciou nesta segunda-feira ( 20/9) que passou a fazer mensuração de redes sociais. O novo serviço, chamado de comScore Social Analytix, será feito por meio da ferramenta Radian6.
Assim, os clientes da comScore poderão saber, em tempo real, o que os consumidores dizem sobre marcas e produtos em diversas redes sociais, como Facebook, Twitter, LinkedIn e MySpace, e também capturar menções em blogs e vídeos na web.
O Radian6 vai funcionar de modo independente dos painéis de medição já utilizados pela comScore nos países em que atua.
Segundo o instituto de pesquisa, além de identificar citações nas redes, o comScore Social Analytix permitirá responder aos consumidores que fizerem comentários sobre marcas, identificar os influenciadores e, assim, desenvolver uma estratégia de aproximação com eles. Também facilitará o acompanhamento dos efeitos de campanhas publicitárias.
O ingresso da comScore na área de mensuração de redes sociais segue movimento natural das companhias de pesquisa. O Ibope Nielsen Online, por exemplo, tem o BuzzMetrics, para redes sociais, e o VideoCensus, para vídeos – ambos os serviços foram trazidos para o Brasil no início deste ano.
O que o mercado já oferece para acompanhamento de redes sociais:
i-Group
iBrands – Desenvolvida pelo i-Group em parceria com a empresa catarinense A2C, ela faz um mapeamento de boca-a-boca no Orkut, My Space, Sonico, YouTube, Twitter e blogs. Além de gerar relatórios sobre o boca-a-boca digital, identifica usuários mais relevantes e cria filtros para evitar desvios de análise – como exemplo, pensa na palavra Oi, que pode servir tanto para designar a operadora como uma saudação.
TweetMeter - Destinado a empresas, agências digitais e de publicidade, o software TweetMeter faz um mapeamento do que os usuários comentam sobre cerca de 1,5 mil marcas. Ela também identifica a repercussão de diversos temas, como política, mídia, esportes ou economia, e as URLs (endereços de internet) mais linkadas.
E.Life BuzzMonitor – O software é utilizado para monitorar, analisar e gerar relatórios sobre o boca-a-boca on-line de consumidores em tempo real. O E.Life BuzzMonitor possibilita varrer a blogosfera e mostrar como está a imagem de uma empresa com base na monitoração do volume de discussões de consumidores on-line em blogs, fotoblogs, wikis, sites pessoais, fóruns e em redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace e Linkedin.
BuzzMetrics – A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter, Facebook, fóruns e blogs, entre outros canais. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.
VídeoCensus - Faz trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Sua finalidade é rastrear o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.
Sismoweb - Identifica o cenário da exposição da marca, produto ou serviço na internet. Seus relatórios quantificam e qualificam a presença digital. Também observa temas e tópicos em evidência e formadores de opinião. Ele fornece dados em tempo real, alertas por email e SMS, gráficos e listagens.
Este produto é internacional e faz filtros por data, canais e leva em consideração o contexto da marca. Seus relatórios trazem informações sobre os influenciadores digitais.
Coleta dados sobre a blogosfera e demais canais de redes sociais e qualifica a influência das pessoas que seguem a marca ou interagem com ela.
Esta plataforma de monitoramento online permite analisar o grau de engajamento de um internauta com a marca e agrupa em tempo real os comentários postados nas redes.
Fonte: Com informações do IDGNow
Assim, os clientes da comScore poderão saber, em tempo real, o que os consumidores dizem sobre marcas e produtos em diversas redes sociais, como Facebook, Twitter, LinkedIn e MySpace, e também capturar menções em blogs e vídeos na web.
O Radian6 vai funcionar de modo independente dos painéis de medição já utilizados pela comScore nos países em que atua.
Segundo o instituto de pesquisa, além de identificar citações nas redes, o comScore Social Analytix permitirá responder aos consumidores que fizerem comentários sobre marcas, identificar os influenciadores e, assim, desenvolver uma estratégia de aproximação com eles. Também facilitará o acompanhamento dos efeitos de campanhas publicitárias.
O ingresso da comScore na área de mensuração de redes sociais segue movimento natural das companhias de pesquisa. O Ibope Nielsen Online, por exemplo, tem o BuzzMetrics, para redes sociais, e o VideoCensus, para vídeos – ambos os serviços foram trazidos para o Brasil no início deste ano.
O que o mercado já oferece para acompanhamento de redes sociais:
i-Group
iBrands – Desenvolvida pelo i-Group em parceria com a empresa catarinense A2C, ela faz um mapeamento de boca-a-boca no Orkut, My Space, Sonico, YouTube, Twitter e blogs. Além de gerar relatórios sobre o boca-a-boca digital, identifica usuários mais relevantes e cria filtros para evitar desvios de análise – como exemplo, pensa na palavra Oi, que pode servir tanto para designar a operadora como uma saudação.
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E.Life TweetMeter - Destinado a empresas, agências digitais e de publicidade, o software TweetMeter faz um mapeamento do que os usuários comentam sobre cerca de 1,5 mil marcas. Ela também identifica a repercussão de diversos temas, como política, mídia, esportes ou economia, e as URLs (endereços de internet) mais linkadas.
E.Life BuzzMonitor – O software é utilizado para monitorar, analisar e gerar relatórios sobre o boca-a-boca on-line de consumidores em tempo real. O E.Life BuzzMonitor possibilita varrer a blogosfera e mostrar como está a imagem de uma empresa com base na monitoração do volume de discussões de consumidores on-line em blogs, fotoblogs, wikis, sites pessoais, fóruns e em redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace e Linkedin.
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IbopeBuzzMetrics – A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter, Facebook, fóruns e blogs, entre outros canais. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.
VídeoCensus - Faz trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Sua finalidade é rastrear o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.
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CDNSismoweb - Identifica o cenário da exposição da marca, produto ou serviço na internet. Seus relatórios quantificam e qualificam a presença digital. Também observa temas e tópicos em evidência e formadores de opinião. Ele fornece dados em tempo real, alertas por email e SMS, gráficos e listagens.
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Press ArmyEste produto é internacional e faz filtros por data, canais e leva em consideração o contexto da marca. Seus relatórios trazem informações sobre os influenciadores digitais.
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SocialOomph Coleta dados sobre a blogosfera e demais canais de redes sociais e qualifica a influência das pessoas que seguem a marca ou interagem com ela.
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Radian6 Esta plataforma de monitoramento online permite analisar o grau de engajamento de um internauta com a marca e agrupa em tempo real os comentários postados nas redes.
Fonte: Com informações do IDGNow
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A liderança mundial do Brasil em audiência nas mídias sociais criou uma demanda por analistas dessas redes em várias empresas. Três pesquisas feitas no Brasil sobre a área apontaram que as mídias sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, estão presentes em 70% das empresas.
Em uma das pesquisas, da consultoria Delloite com 302 companhias, foi apresentado que 55% delas recorreram a um profissional para cuidar exclusivamente das mídias sociais.
O documento que tem por finalidade oferecer um panorama da utilização das mídias sociais no País, possibilita determinar o grau de maturidade das organizações brasileiras em relação ao boom destas ferramentas no mundo e evidenciar como as empresas podem se beneficiar dessa nova relação com seus públicos.
Em uma das pesquisas, da consultoria Delloite com 302 companhias, foi apresentado que 55% delas recorreram a um profissional para cuidar exclusivamente das mídias sociais.
O documento que tem por finalidade oferecer um panorama da utilização das mídias sociais no País, possibilita determinar o grau de maturidade das organizações brasileiras em relação ao boom destas ferramentas no mundo e evidenciar como as empresas podem se beneficiar dessa nova relação com seus públicos.
Apresentação (português)(2055.04 KB)
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Relatório da pesquisa (português)(0.00 KB)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Como a internet mudou a comunicação
Um vídeo interessante para quem busca entender de forma rápida qual foi o impacto para a publicidade e como nós mudamos na forma e formato de utilizar e experimentar novas tecnologias.
O segundo vídeo já aprofunda um pouco mais o assunto e tenta mostrar o que é esse bicho chamado Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC) e como toda a mídia, consumo e público estão mudando por causa dessa nova realidade.
O segundo vídeo já aprofunda um pouco mais o assunto e tenta mostrar o que é esse bicho chamado Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC) e como toda a mídia, consumo e público estão mudando por causa dessa nova realidade.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O que é preciso para se tornar uma lovemark?
Para Kevin Roberts, CEO Mundial da Saatchi & Saatchi, uma lovemark acontece e se consagra quando a empresa consegue estabelecer uma relação emocional com seus consumidores.
Roberts defende em seu livro “Lovemarks – O futuro além das marcas”, que as marcas perderam sua essência. “As marcas não conseguem se sobressair no mercado e lutam para se conectar com as pessoas”. Ele enumera seis razões para isto estar acontecendo:
1- As marcas estão gastas pelo excesso de uso.
2- As marcas não são mais um mistério.
3- As marcas não conseguem entender o consumidor.
4- As marcas brigam usando a boa e velha concorrência.
5- As marcas foram dominadas pela fórmula.
6- As marcas foram sufocadas por um conservadorismo sorrateiro.
Kevin afirma ainda que para sobreviverem, as grandes marcas precisam criar nos consumidores uma fidelidade além da razão. “Essa é a única forma de se diferenciarem dos milhões de marcas ‘insossas’ e sem perspectiva”.
E para você, o que é necessário para se tornar uma paixão entre os consumidores?
Fonte: HSM Global
Roberts defende em seu livro “Lovemarks – O futuro além das marcas”, que as marcas perderam sua essência. “As marcas não conseguem se sobressair no mercado e lutam para se conectar com as pessoas”. Ele enumera seis razões para isto estar acontecendo:
1- As marcas estão gastas pelo excesso de uso.
2- As marcas não são mais um mistério.
3- As marcas não conseguem entender o consumidor.
4- As marcas brigam usando a boa e velha concorrência.
5- As marcas foram dominadas pela fórmula.
6- As marcas foram sufocadas por um conservadorismo sorrateiro.
Kevin afirma ainda que para sobreviverem, as grandes marcas precisam criar nos consumidores uma fidelidade além da razão. “Essa é a única forma de se diferenciarem dos milhões de marcas ‘insossas’ e sem perspectiva”.
E para você, o que é necessário para se tornar uma paixão entre os consumidores?
Fonte: HSM Global
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Redes sociais foram acessadas por 86% dos internautas em fevereiro
A audiência em redes sociais, como blogs, bate-papos, fóruns e outros canais de relacionamento, alcançou em fevereiro 31,7 milhões de pessoas no Brasil, o que representa 86,3% dos usuários ativos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Trata-se do maior índice entre os dez países em que a pesquisa é realizada. O tempo médio por pessoa nessa subcategoria de conteúdo em fevereiro foi de 4h28.
O relatório do Ibope Nielsen Online também aponta que a categoria Buscadores, Portais e Comunidades continua a ser a de maior audiência no País. Ela foi responsável, no período, por 34,7 milhões de usuários únicos, o que equivale a 94,5% dos 36,7 milhões de usuários ativos do mês.
O Ibope aproveitou a divulgação dos dados relativos a fevereiro para consolidar números relativos ao ano de 2009. De acordo com o levantamento, o Brasil fechou o ano passado com 67,5 milhões de internautas – os dados referem-se a pessoas com acesso de qualquer ambiente (residência, trabalho, lan house, bibliotecas e telecentros). O aumento em relação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 8,2%.
O relatório do Ibope Nielsen Online também aponta que a categoria Buscadores, Portais e Comunidades continua a ser a de maior audiência no País. Ela foi responsável, no período, por 34,7 milhões de usuários únicos, o que equivale a 94,5% dos 36,7 milhões de usuários ativos do mês.
O Ibope aproveitou a divulgação dos dados relativos a fevereiro para consolidar números relativos ao ano de 2009. De acordo com o levantamento, o Brasil fechou o ano passado com 67,5 milhões de internautas – os dados referem-se a pessoas com acesso de qualquer ambiente (residência, trabalho, lan house, bibliotecas e telecentros). O aumento em relação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 8,2%.
terça-feira, 16 de março de 2010
Pesquisa divulga perfil de usuários das redes sociais
Um estudo divulgado pela empresa Anderson Analytics analisou a demografia e psicografia de usuários de redes sociais no Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, com o objetivo de fornecer aos marketers informações sobre interesses de usuários e os hábitos de compra relacionados à sua rede de escolha. O resultado final é uma visão detalhada sobre os perfis e hábitos de usuários das redes sociais na web atualmente.
Algumas das conclusões do estudo refletem coisas que já sabíamos. Por exemplo, os usuários do Facebook tendem a ser mais velhos, caucasianos e ricos, já os usuários do MySpace são jovens. Outra informação é nova: usuários do Twitter são mais propensos a ter um emprego de meio expediente, usuários do LinkedIn gostam de exercitar e possuírem mais gadgets.
O estudo da Anderson teve uma amostra de mais de 11 mil membros do painel GreenfieldOnline (uma comunidade de pesquisa online) durante um período de 11 meses, para entender o alcance dos serviços das redes sociais entre a população online dos EUA. Depois, a empresa entrevistou mais cinco mil membros, sendo que 1.250 participaram de uma pesquisa mais detalhada. A empresa, então, dividiu os participantes em duas categorias: usuários e não-usuários de redes sociais. Para ser considerado um usuário de redes sociais o participante tinha que ter usado algum dos sites em questão nos últimos 30 dias.
Claro, nem todo mundo é dedicado a uma rede social apenas. O estudo descobriu que há sobreposições entre os sites.
Interagindo com as marcas
Quando se trata de marcas online, o estudo constatou que:
Também é interessante que apenas 15% dos usuários de redes sociais dizem que entram em redes sociais no trabalho, desmascarando outro mito sobre o uso em excesso de redes sociais no ambiente de trabalho.
Em geral, não há uma área de interesse para este grupo de redes sociais. De 45 categorias, as de notícias nacionais, esportes, exercícios, viagens, casa e jardim ficaram ligeiramente superiores ao resto. Isto é provavelmente por esta rede ter a maioria dos usuários, além de conter um elevado número de usuários dentro de cada área demográfica. Os usuários do Facebook também são extremamente fiéis: 75% dizem que o Facebook é o site favorito e 59% dizem que aumentaram o seu uso nos últimos seis meses.
Os usuários desta rede social estão mais interessados em se divertir, especialmente nas áreas de amizades, humor e vídeo games. Eles são os que menos se interessam por exercícios. Curiosamente, apesar de a maioria dos usuários ser jovem, eles procuram informações de famílias mais do que os usuários de qualquer outra rede social.
O rendimento médio do usuário do MySpace é o mais baixo (US$ 44 mil). Eles são mais suscetíveis a serem negros (9%) ou hispânicos (7%), solteiros (60%) e estudantes (23%).
O grupo do Twitter está especialmente interessado em notícias, restaurantes, esportes, política, finanças pessoais e religião. Eles também estão por dentro da cultura pop, sendo na música, cinema, TV e adoram um ranking. Seus interesses refletem em seus hábitos de compras, já que são mais propensos a adquirir livros, filmes, sapatos e cosméticos. Porém, este grupo não é tão leal à rede: 43% disseram que poderiam viver sem o Twitter.
Eles tendem a gostar de notícias, informações profissionais, esportes e política. Eles também gostam de academias (possivelmente as mais caras), spas, yoga, golf e tênis. Outra coisa que não é novidade é que os usuários do LinkedIn são os que possuem mais gadgets. Em particular, eles gostam de câmeras digitais, TV de alta definição, DVRs e Blu-ray.
No entanto, para descontrair, eles possuem alguns interesses curiosos: apostas e novelas. Doze por cento procuram na web informações de apostas e 10% por notícias de novelas. A maior parte deste grupo é composta por homens, sendo que a proporção entre o sexo masculino e feminino é de 57% para 43%.
Algumas das conclusões do estudo refletem coisas que já sabíamos. Por exemplo, os usuários do Facebook tendem a ser mais velhos, caucasianos e ricos, já os usuários do MySpace são jovens. Outra informação é nova: usuários do Twitter são mais propensos a ter um emprego de meio expediente, usuários do LinkedIn gostam de exercitar e possuírem mais gadgets.
O estudo da Anderson teve uma amostra de mais de 11 mil membros do painel GreenfieldOnline (uma comunidade de pesquisa online) durante um período de 11 meses, para entender o alcance dos serviços das redes sociais entre a população online dos EUA. Depois, a empresa entrevistou mais cinco mil membros, sendo que 1.250 participaram de uma pesquisa mais detalhada. A empresa, então, dividiu os participantes em duas categorias: usuários e não-usuários de redes sociais. Para ser considerado um usuário de redes sociais o participante tinha que ter usado algum dos sites em questão nos últimos 30 dias.
Claro, nem todo mundo é dedicado a uma rede social apenas. O estudo descobriu que há sobreposições entre os sites.
Usuários de redes sociais, em geral
De 110 milhões de americanos (ou 60% da população online) que usam redes sociais, o usuário comum de redes sociais entra bastante nessas redes. Eles entram nos sites de redes sociais cinco dias da semana, quatro vezes ao dia, gastando um total de uma hora por dia. Nove por cento desse grupo permanece nas redes o dia todo e constantemente olham para ver o que há de novo.Interagindo com as marcas
Quando se trata de marcas online, o estudo constatou que:
- 52% dos usuários tinham adicionado como amigo ou marcado como fã de pelo menos uma marca;
- 17% consideram positivo o fato de verem uma marca em uma rede social;
- 19% consideram negativo o fato de verem uma marca em uma rede social;
- 64% não responderam ou não se importam com as marcas nas redes sociais;
- 20% gostariam de ver mais comunicação da parte das marcas online;
- 35% não gostariam de ver mais comunicação;
- 45% não responderam ou não se importavam.
Mitos das redes sociais derrubados
Algumas informações interessantes se destacaram no estudo, incluindo a desmistificação de alguns mitos das redes sociais. Os usuários de redes sociais não estão interessados em adicionar estranhos como amigos ou em criar "falsos" amigos para impulsionar o seu ego. Do grupo, 45% se conectam apenas com família e amigos e outros 18% só interagem com pessoas que conheceram pessoalmente. Em outras palavras, dois terços se interagem somente com pessoas que realmente conhecem. Apenas 10% dos pesquisados responderam que interagem com qualquer pessoa.Também é interessante que apenas 15% dos usuários de redes sociais dizem que entram em redes sociais no trabalho, desmascarando outro mito sobre o uso em excesso de redes sociais no ambiente de trabalho.
Quem não utiliza redes sociais
O estudo revelou o motivo de alguns usuários de internet não estarem em nenhuma rede social. Surpreendentemente, não é porque eles odeiam tecnologia, eles gastam tanto tempo na web como os usuários de redes sociais. Em vez disso, eles não usam mídias sociais ou porque não têm tempo, ou porque não acham seguro. Alguns pensam que é estúpido. No entanto, mesmo contando com aqueles que não passam tanto tempo na web, 22% afirmam que irão começar a utilizar alguma rede social em até três meses, e 27% disseram que irão começar dentro de um ano.Detalhes
Em geral, não há uma área de interesse para este grupo de redes sociais. De 45 categorias, as de notícias nacionais, esportes, exercícios, viagens, casa e jardim ficaram ligeiramente superiores ao resto. Isto é provavelmente por esta rede ter a maioria dos usuários, além de conter um elevado número de usuários dentro de cada área demográfica. Os usuários do Facebook também são extremamente fiéis: 75% dizem que o Facebook é o site favorito e 59% dizem que aumentaram o seu uso nos últimos seis meses.
- MySpace
Os usuários desta rede social estão mais interessados em se divertir, especialmente nas áreas de amizades, humor e vídeo games. Eles são os que menos se interessam por exercícios. Curiosamente, apesar de a maioria dos usuários ser jovem, eles procuram informações de famílias mais do que os usuários de qualquer outra rede social.
O rendimento médio do usuário do MySpace é o mais baixo (US$ 44 mil). Eles são mais suscetíveis a serem negros (9%) ou hispânicos (7%), solteiros (60%) e estudantes (23%).
O grupo do Twitter está especialmente interessado em notícias, restaurantes, esportes, política, finanças pessoais e religião. Eles também estão por dentro da cultura pop, sendo na música, cinema, TV e adoram um ranking. Seus interesses refletem em seus hábitos de compras, já que são mais propensos a adquirir livros, filmes, sapatos e cosméticos. Porém, este grupo não é tão leal à rede: 43% disseram que poderiam viver sem o Twitter.
Eles tendem a gostar de notícias, informações profissionais, esportes e política. Eles também gostam de academias (possivelmente as mais caras), spas, yoga, golf e tênis. Outra coisa que não é novidade é que os usuários do LinkedIn são os que possuem mais gadgets. Em particular, eles gostam de câmeras digitais, TV de alta definição, DVRs e Blu-ray.
No entanto, para descontrair, eles possuem alguns interesses curiosos: apostas e novelas. Doze por cento procuram na web informações de apostas e 10% por notícias de novelas. A maior parte deste grupo é composta por homens, sendo que a proporção entre o sexo masculino e feminino é de 57% para 43%.
Conclusão
Os resultados deste estudo confirmaram, em alguns casos, o que já sabíamos. Mas é importante ter confirmação de mais fontes, para dar mais precisão aos dados, para que profissionais que precisam deles consigam ser beneficiados. Além disso, através destas pesquisas conseguimos dados dos interesses dos usuários e alguns insights interessantes sobre diversos grupos. Como disse, esses dados são muito importantes para profissionais de marketing que procuram capitalizar melhor seus gastos em anúncios nas redes sociais.sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Crianças representam 10% das visitas no Orkut
A pedido do Valor, o Ibope Nielsen fez um levantamento sobre a corrida das crianças para a internet em todo o país. Foram consideradas apenas aquelas com idade entre 2 e 11 anos.
Em dezembro, das 28,5 milhões de pessoas que navegaram na internet a partir de suas casas, nada menos que 14% – quase 4 milhões de pessoas – eram crianças. Há dez anos, as crianças eram apenas 6% da audiência total da internet residencial. O volume é representativo, dado que, segundo levantamento populacional de 2008 realizado pelo IBGE, há 33,5 milhões de crianças no país com idade entre 2 e 11 anos.
Para os analistas, a explicação por trás desses números passa pela crescente popularização da internet, a redução no preço dos computadores e o desejo dos pais de levar o computador para os filhos.
Hoje, 15% das visitas a sites de jogos – um dos serviços mais procurados na web – são feitas por crianças. Um olhar mais atento, porém, revela que os pequenos também têm outros talentos na hora de navegar. As crianças, principalmente as meninas, diz José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen, estão cada vez mais interessadas em se comunicar pela rede. “O PC tem se transformado em uma ferramenta de socialização para as crianças”, diz. No Orkut, uma das redes sociais mais populares da internet, a criançada já representa 10% das visitas. De cada dez usuários do sistema de troca de mensagens Messenger (MSN), um tem até 11 anos de idade. No último trimestre do ano passado, o UOL Crianças registrou 101,7 milhões de páginas visitadas. “Tivemos um crescimento de 138% sobre o terceiro trimestre”, diz Manoela Pereira, gerente geral de entretenimento do portal. “Apenas em dezembro, o canal recebeu 392 mil visitantes únicos.”
Companhias como os estúdios Disney já mostraram que a brincadeira on-line também é assunto de gente grande. Em 2007, a The Walt Disney Company pagou US$ 350 milhões pelo “Club Penguin”. O site, que cria um mundo virtual infantil, é hoje um dos mais acessados pela criançada no Brasil.
Das quase 4 milhões de crianças que navegaram pela internet em dezembro, mais de 50% – 2 milhões de crianças – visitaram páginas de ao menos uma loja virtual. “É claro que elas não estão ali para comprar algo, mas de alguma forma elas estão chegando até esses sites”, diz José Calazans, do Ibope. Boa parte dessa audiência é resultado de buscas por informações de brinquedos ou personagens de desenhos animados. Um estudo recente feito pela consultoria americana Mediamark Research apontou que, nos Estados Unidos, 46,3% das crianças com idade entre 6 e 11 anos estão usando a internet para conferir os produtos que veem na publicidade impressa ou na TV.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Pesquisa detalha hábitos da Geração Y
Um estudo conduzido pela Bridge Research detalhou os hábitos da chamada “Geração Y” – pessoas nascidas entre 1978 e 1990. Uma das análises feitas da pesquisa aponta para uma geração que está mudando globalmente a forma de fazer negócios e de se comunicar.
O estudo – baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos – analisa itens como comportamento, visão do mundo, padrão e estrutura de gastos, e perfil de consumo.
Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, a Geração Y possui uma nova forma de ver e atuar no mundo; novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet. São eles os autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais existentes hoje.
O executivo detalha que a idade também é um divisor de águas. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995 estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.
A análise do nível escolar aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Cerca de 48% só trabalham e 7% trabalham e estudam. Há, ainda, um contingente de 7% que declarou não trabalhar nem estudar. Com relação à renda pessoal, 36% ganham de R$ 862 a R$ 1.317, enquanto 3% têm renda entre R$ 3.944 e R$ 7.556 – nessa categoria, 3% residem em São Paulo. No estudo predominam os jovens com idade entre 18 anos e 22 anos (42%) e entre 23 anos e 26 anos (25%); 23% têm idade entre 27 anos e 31 anos; 76% dos entrevistados são solteiros contra 21% de casados ou que moram com parceiros.
Os valores que permeiam a Geração Y como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. “Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma Trindade, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.
No que diz respeito ao consumo, a máxima corrente é a que consumir é melhor do que ostentar marcas. “Talvez por estarem fortemente ligados ao consumo, os Y´s acabam por se relacionar de um modo menos ostensivo com as marcas em geral. Não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa”, afirma Trindade, acrescentando que em roupas, o importante é vestir bem e ser de boa qualidade.
Em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca, os celulares têm que ter alta tecnologia e serem bonitos, os televisores têm que ser de uma marca já conhecida. Nos carros, é mais importante uma boa relação entre custo e benefício; a marca, nesse caso, é mais importante e remete à qualidade. A resposta à questão “2010 será melhor, pior ou igual?” mostrou que os jovens da Geração Y, da classe C, são mais otimistas: 59% responderam que vai melhorar, contra 56% de São Paulo. A média total foi de 46% de otimistas, 32% de pessoas que acham que vai ficar igual e 19% de pessimistas.
O estudo – baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos – analisa itens como comportamento, visão do mundo, padrão e estrutura de gastos, e perfil de consumo.
Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, a Geração Y possui uma nova forma de ver e atuar no mundo; novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet. São eles os autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais existentes hoje.
O executivo detalha que a idade também é um divisor de águas. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995 estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.
A análise do nível escolar aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Cerca de 48% só trabalham e 7% trabalham e estudam. Há, ainda, um contingente de 7% que declarou não trabalhar nem estudar. Com relação à renda pessoal, 36% ganham de R$ 862 a R$ 1.317, enquanto 3% têm renda entre R$ 3.944 e R$ 7.556 – nessa categoria, 3% residem em São Paulo. No estudo predominam os jovens com idade entre 18 anos e 22 anos (42%) e entre 23 anos e 26 anos (25%); 23% têm idade entre 27 anos e 31 anos; 76% dos entrevistados são solteiros contra 21% de casados ou que moram com parceiros.
Os valores que permeiam a Geração Y como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. “Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma Trindade, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.
No que diz respeito ao consumo, a máxima corrente é a que consumir é melhor do que ostentar marcas. “Talvez por estarem fortemente ligados ao consumo, os Y´s acabam por se relacionar de um modo menos ostensivo com as marcas em geral. Não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa”, afirma Trindade, acrescentando que em roupas, o importante é vestir bem e ser de boa qualidade.
Em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca, os celulares têm que ter alta tecnologia e serem bonitos, os televisores têm que ser de uma marca já conhecida. Nos carros, é mais importante uma boa relação entre custo e benefício; a marca, nesse caso, é mais importante e remete à qualidade. A resposta à questão “2010 será melhor, pior ou igual?” mostrou que os jovens da Geração Y, da classe C, são mais otimistas: 59% responderam que vai melhorar, contra 56% de São Paulo. A média total foi de 46% de otimistas, 32% de pessoas que acham que vai ficar igual e 19% de pessimistas.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Google atualiza critérios para resultados de buscas
Estamos no meio da maior mudança dos mecanismos de busca desde 2003, quando o Google revolucionou o mercado ao incluir as citações como fator de rankeamento das páginas listadas nos resultados das pesquisas.
Nos últimos 60 dias, cerca de 70 novos atributos foram implementados no buscador mais popular do mundo (praticamente um monopólio no Brasil, com mais de 90% de participação de mercado), exigindo muito trabalho de todos nós que atuamos com otimização de sites e marketing de busca.
As novidades envolvem muito mais do que os tradicionais fatores de relevância baseados no conteúdo de um site, sua infraestrutura e os links que apontam para ele.
Novas variáveis estão entrando em cena, entre elas a usabilidade, a mobilidade, a presença na mídia social, e, cada vez mais, fatores off-site que vão muito além da tradicional construção de links.
Vejamos com a coisa funcionará a partir de agora e o que podemos fazer a respeito para que nossas páginas estejam bem posicionados nas buscas.
Mídia social
As redes sociais passam a ter mais importância nas buscas porque é através delas que milhões de pessoas estão comentando os sites que frequentam e indicando páginas na web (no Brasil, 28 milhões).
Ora, se o Google monta seus rankings baseando-se fortemente em citações, ele não poderá mais ignorar a conversação nas mídias sociais. Devido ao seu volume explosivo, a quantidade de links compartilhados diariamente nas redes é uma amostra bastante representativa da popularidade e relevância de páginas web.
Monitorar e participar das conversas na mídia social passa a ser um fator crítico de sucesso para seu marketing on-line, já que, segundo uma pesquisa recente, as marcas mais “sociais” tendem a ter o dobro das menções em relação às marcas que não estão presentes nas redes.
Usabilidade
O Google e outros mecanismos de pesquisa estão indo mais fundo ao calcular a relevância de um site para fins de ranking. Além de mensurar visualizações e cliques nas páginas de busca, o tráfego agora pode ser analisado com base em muitas outras variáveis: conversões (vendas, assinaturas, compartilhamento, etc.), taxas de rejeição, tempo de permanência no site, variedade do tráfego, revisitação, e reputação do site entre seus pares e seguidores on-line.
A usabilidade passa a ser prioridade no marketing de busca. O conteúdo e o design do seu site precisam ser estruturados de modo a capturar e reter a atenção dos visitantes, convertendo-os em usuários fiéis. Será preciso analisar com mais profundidade como os usuários navegam no site a fim de descobrir oportunidades de melhoria nessa área.
Engajamento
Estamos entrando na era das pesquisas personalizadas, na qual os resultados de uma busca podem variar de um internauta para outro conforme o engajamento dele com determinados web sites. Isso significa que quanto mais uma pessoa interagir com o seu site, mais ele aparecerá nas buscas feitas por ela. E este é mais um bom motivo para, a partir de agora, investir pesado em conteúdo e usabilidade.
O engajamento, no entanto, não para por aí. Ele envolve também padrões de navegação ao longo das páginas web, como veremos a seguir.
Fluxo de navegação
O Google está investindo na análise do fluxo de navegação dos internautas, categorizando cada página de acordo com os destinos visitados por eles antes e depois dela. A iniciativa pretende identificar os interesses particulares de cada usuário para fins de personalização dos resultados das buscas.
Qual a implicação disso para a otimização do seu site? Simples, você precisará estar bem conectado aos melhores sites em seu campo de atuação. Aqui o trabalho de construção de links e de relacionamentos continuará importantíssimo. Sem bons links de entrada em destinos populares e relevantes, o seu site perderá ainda mais visibilidade nas buscas.
E lembre-se, como escrevi no início desse artigo, a construção de links agora passa cada vez mais pela mídia social. Você precisará participar dela, ou perderá espaço.
Mobilidade
O futuro da internet é móvel. Cada vez mais pessoas acessam a rede dos seus celulares e smartphones. É muito provável que em 2015 a maioria de nós estejamos vivendo esta experiência descrita por Eric Smith, CEO do Google, ao comentar seus planos para o Google Phone:
Note que nessa visão do Google para o futuro, as páginas web chegam até você sem que você precise procurar por elas. O serviço será capaz de acompanhar suas preferências e necessidades durante todo tempo, indicando quais conteúdos podem lhe ser úteis a cada momento.
A fala de Eric Smith refere-se a notícias, mas imagine o que poderá ser feito no caso de outros produtos e serviços.
Por exemplo, você entra em uma loja de automóveis e seu celular sabe onde você está. Ele indica então sites onde você poderá encontrar mais informações sobre os carros da marca, inclusive opiniões das pessoas em suas redes sociais e matérias com testes comparativos.
Como se vê, mobilidade e buscas personalizadas andarão lado a lado, reforçando-se mutuamente.
Finalmente
O marketing de busca começou 2010 acelerando. Tendências que vinham se desenvolvendo gradualmente ganharam um grande impulso desde novembro último. Para se manter visível nas pesquisas, seu site precisará apressar o passo e acompanhar as novidades. Ser mais sociável, usável, hyperlinkado e móvel deve ser seu objetivo para este ano. Boa sorte! [Webinsider]
Com informações: Websinder
Nos últimos 60 dias, cerca de 70 novos atributos foram implementados no buscador mais popular do mundo (praticamente um monopólio no Brasil, com mais de 90% de participação de mercado), exigindo muito trabalho de todos nós que atuamos com otimização de sites e marketing de busca.
As novidades envolvem muito mais do que os tradicionais fatores de relevância baseados no conteúdo de um site, sua infraestrutura e os links que apontam para ele.
Novas variáveis estão entrando em cena, entre elas a usabilidade, a mobilidade, a presença na mídia social, e, cada vez mais, fatores off-site que vão muito além da tradicional construção de links.
Vejamos com a coisa funcionará a partir de agora e o que podemos fazer a respeito para que nossas páginas estejam bem posicionados nas buscas.
Mídia social
As redes sociais passam a ter mais importância nas buscas porque é através delas que milhões de pessoas estão comentando os sites que frequentam e indicando páginas na web (no Brasil, 28 milhões).
Ora, se o Google monta seus rankings baseando-se fortemente em citações, ele não poderá mais ignorar a conversação nas mídias sociais. Devido ao seu volume explosivo, a quantidade de links compartilhados diariamente nas redes é uma amostra bastante representativa da popularidade e relevância de páginas web.
Monitorar e participar das conversas na mídia social passa a ser um fator crítico de sucesso para seu marketing on-line, já que, segundo uma pesquisa recente, as marcas mais “sociais” tendem a ter o dobro das menções em relação às marcas que não estão presentes nas redes.
Usabilidade
O Google e outros mecanismos de pesquisa estão indo mais fundo ao calcular a relevância de um site para fins de ranking. Além de mensurar visualizações e cliques nas páginas de busca, o tráfego agora pode ser analisado com base em muitas outras variáveis: conversões (vendas, assinaturas, compartilhamento, etc.), taxas de rejeição, tempo de permanência no site, variedade do tráfego, revisitação, e reputação do site entre seus pares e seguidores on-line.
A usabilidade passa a ser prioridade no marketing de busca. O conteúdo e o design do seu site precisam ser estruturados de modo a capturar e reter a atenção dos visitantes, convertendo-os em usuários fiéis. Será preciso analisar com mais profundidade como os usuários navegam no site a fim de descobrir oportunidades de melhoria nessa área.
Engajamento
Estamos entrando na era das pesquisas personalizadas, na qual os resultados de uma busca podem variar de um internauta para outro conforme o engajamento dele com determinados web sites. Isso significa que quanto mais uma pessoa interagir com o seu site, mais ele aparecerá nas buscas feitas por ela. E este é mais um bom motivo para, a partir de agora, investir pesado em conteúdo e usabilidade.
O engajamento, no entanto, não para por aí. Ele envolve também padrões de navegação ao longo das páginas web, como veremos a seguir.
Fluxo de navegação
O Google está investindo na análise do fluxo de navegação dos internautas, categorizando cada página de acordo com os destinos visitados por eles antes e depois dela. A iniciativa pretende identificar os interesses particulares de cada usuário para fins de personalização dos resultados das buscas.
Qual a implicação disso para a otimização do seu site? Simples, você precisará estar bem conectado aos melhores sites em seu campo de atuação. Aqui o trabalho de construção de links e de relacionamentos continuará importantíssimo. Sem bons links de entrada em destinos populares e relevantes, o seu site perderá ainda mais visibilidade nas buscas.
E lembre-se, como escrevi no início desse artigo, a construção de links agora passa cada vez mais pela mídia social. Você precisará participar dela, ou perderá espaço.
Mobilidade
O futuro da internet é móvel. Cada vez mais pessoas acessam a rede dos seus celulares e smartphones. É muito provável que em 2015 a maioria de nós estejamos vivendo esta experiência descrita por Eric Smith, CEO do Google, ao comentar seus planos para o Google Phone:
Em 2015, eu terei o mundo em minhas mãos, uma notícia de cada vez. Eu folhearei meus jornais e revistas favoritos, as imagens tão nítidas quanto numa folha de papel, sem que seja preciso esperar pelo download de cada página. E tem mais, o aparelho sabe quem eu sou, do que eu gosto, e o que eu já li com atenção. Então, enquanto eu leio e comento as notícias, eu também recebo histórias selecionadas automaticamente de acordo com meus interesses.
Eu pulo de uma reportagem sobre saúde no The Wall Street Journal para uma nota sobre o Iraque, publicada pelo Al Gomhuria, do Egito, traduzida instantâneamente do árabe para o inglês. Toco meu dedo na pequena tela e digo ao computador abaixo dela que ele me deu uma boa sugestão…
Note que nessa visão do Google para o futuro, as páginas web chegam até você sem que você precise procurar por elas. O serviço será capaz de acompanhar suas preferências e necessidades durante todo tempo, indicando quais conteúdos podem lhe ser úteis a cada momento.
A fala de Eric Smith refere-se a notícias, mas imagine o que poderá ser feito no caso de outros produtos e serviços.
Por exemplo, você entra em uma loja de automóveis e seu celular sabe onde você está. Ele indica então sites onde você poderá encontrar mais informações sobre os carros da marca, inclusive opiniões das pessoas em suas redes sociais e matérias com testes comparativos.
Como se vê, mobilidade e buscas personalizadas andarão lado a lado, reforçando-se mutuamente.
Finalmente
O marketing de busca começou 2010 acelerando. Tendências que vinham se desenvolvendo gradualmente ganharam um grande impulso desde novembro último. Para se manter visível nas pesquisas, seu site precisará apressar o passo e acompanhar as novidades. Ser mais sociável, usável, hyperlinkado e móvel deve ser seu objetivo para este ano. Boa sorte! [Webinsider]
Com informações: Websinder
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Tudo o que você precisa saber sobre a profissão de métricas sociais
A consolidação das redes sociais como um novo campo profissional permitiu novas denominações para quem trabalha com mídias sociais. Muitas dessas pessoas aproveitaram o momento somente porque já utilizavam alguma rede e, como consequência, conseguiram um emprego em agências, que também caíram de paraquedas nesse novo segmento.
Para o ano de 2010, a vedete vai ser a mensuração de ações em redes sociais. Atualmente, no mercado, existem poucos profissionais que atuam nessa área, mas que já está sendo cobiçada por SEOs e SEMs como se fosse apenas mais uma extensão do seu trabalho. A consequência vai ser a mesma que já acontece com os profissionais que atuam seriamente com mídias sócias: agora são vistos como oportunistas aproveitando o boom e necessidade do mercado.
Com a certeza que o mesmo vai acontecer no próximo ano com as métricas sociais e com o objetivo de oferecer uma visão de quem já está dentro, para os interessados em ingressar no ramo de Métricas Sociais, selecionei nove pontos principais para entrar e sobreviver na profissão.
Conheça as redes sociais
Conhecer não significa utilizar. Quem deseja trabalhar com métricas sociais precisa entender como funciona, a dinâmica das principais redes sociais e as emergentes. Hoje, existem milhares de pessoas que utilizam, mas na hora de encontrar a informação, saber como e o porquê dos internautas optarem por uma rede em revelia de outra são características intrísecas de um bom profissional.
Conheça o público-alvo
Não adianta ter mais de cinco mil followers no twitter, ter um bom pagerank, ter vários amigos no Orkut e ser convidado para os principais eventos. Existe uma infinidade de tribos que se dispersam e subdividem em várias outras tantas. Se o profissional de métricas não conhecer e interagir nos mais variados ambientes e com o mais diversificado público, ele nunca vai entender como se dá a movimentação dentro das redes. Com certeza, ele vai conseguir monitorar qualquer segmento, mas com uma dificuldade maior.
Devore pesquisas
A maioria é de uma inutilidade absurda, porque os principais e mais aprofundados estudos desconhecem a realidade brasileira. Os que fazem ignoram as peculiaridades regionais e que o perfil do usuário de redes sociais do Norte e diferente do Sul, que também é totalmente diferente do Sudeste. Um bom exemplo: o Orkut é sucesso somente no Brasil, enquanto em Portugal o HI5 é a estrela, mas nos EUA o Myspace é quem comanda a movimentação para as outras redes.
Entenda que toda sua formação de SEO e SEM não servem para nada
Gerenciar campanhas e/ou reposicionar sites é um serviço que demanda uma formação específica, que embora exista muita confusão, não é nada semelhante a mensuração de resultados em redes sociais. Então, toda a formação adquirida nas melhores práticas de SEO e SEM servem apenas para mostrar que o indivíduo tem familiaridade com pesquisas, planilhas e internet. A partir desse momento, um grande fosso vai se abrir entre as duas áreas. Sem desmerecer estes brilhantes profissionais, mas acreditar que a mesma pessoa é capaz de transitar por ambas as esferas, é o mesmo que supor que todos os japoneses são iguais.
Seja pró-ativo e criativo
Não espere um briefing perfeito. Na maioria, a única informação passada é o assunto a ser monitorado. Todo o planejamento de como vai ser feito, os processos a serem adotados e como vai ser a apresentação final vai ser de sua responsabilidade.
Seu chefe e seus amigos nunca vão saber o que você faz
Dentro das agências, o profissional de métricas sempre vai ser o cara que faz os relatórios. Alguns superiores sabem e até mesmo entendem que existe todo um processo, mas não conhecem as nuances, particularidades e dificuldades. Por isso, muitas vezes a única recompensa depois de ter passado noites acordado e o final de semana montando um relatório, vai aparecer alguém dizendo que falta alguma coisa, geralmente o que ficou de fora não existe.
Aprenda a viver longe dos holofotes
O profissional muitas vezes vai atuar antes, durante e após uma ação ou campanha, mas essa participação sempre será ignorada. Nessa área o profissional tem que entender o quanto antes que ele é o suporte para os outros brilharem.
Tenha tesão pela sua profissão
Muitos falam que o profissional de métricas sociais é analista de sentimentos. Outros preferem dizer “ele é o rapaz dos relatórios”. Isso tudo porque o trabalho é solitário mesmo com uma equipe, monótono, exige uma grande concentração, capacidade de trabalhar em uma rotina esquizofrênica. O prêmio é conseguir entender e traduzir os perfis, as movimentações dentro de várias redes e ter a capacidade de sintetizar essas várias opiniões.
Não acredite em qualquer profissional
Muitos se auto intitulam Analistas de Mensuração, Consultores de Monitoramento, Especialistas em "Análise e mensuração de sentimentos". Entretanto, no mercado, existem menos de duas dúzias de profissionais que realmente fazem esse tipo de serviço. Nós, poucos profissionais que já atuamos nesse campo, somos iguais a uma sociedade secreta: ninguém conhece, ninguém sabe onde se reúnem, mas todos sabem que existem. Então, quando você encontrar um "profissional" contanto sobre seus resultados, lembre-se que existe, por mais que muitos digam ao contrário, processos e procedimentos para quantificar e qualificar o sucesso, fracasso, alcance, repercussão, sentimento e penetração de uma marca ou produto nas redes sociais. Esses poucos profissionais sabem como é feito. Os outros apenas supõem erroneamente como obter esses resultados.
Para o ano de 2010, a vedete vai ser a mensuração de ações em redes sociais. Atualmente, no mercado, existem poucos profissionais que atuam nessa área, mas que já está sendo cobiçada por SEOs e SEMs como se fosse apenas mais uma extensão do seu trabalho. A consequência vai ser a mesma que já acontece com os profissionais que atuam seriamente com mídias sócias: agora são vistos como oportunistas aproveitando o boom e necessidade do mercado.
Com a certeza que o mesmo vai acontecer no próximo ano com as métricas sociais e com o objetivo de oferecer uma visão de quem já está dentro, para os interessados em ingressar no ramo de Métricas Sociais, selecionei nove pontos principais para entrar e sobreviver na profissão.
Conheça as redes sociais
Conhecer não significa utilizar. Quem deseja trabalhar com métricas sociais precisa entender como funciona, a dinâmica das principais redes sociais e as emergentes. Hoje, existem milhares de pessoas que utilizam, mas na hora de encontrar a informação, saber como e o porquê dos internautas optarem por uma rede em revelia de outra são características intrísecas de um bom profissional.
Conheça o público-alvo
Não adianta ter mais de cinco mil followers no twitter, ter um bom pagerank, ter vários amigos no Orkut e ser convidado para os principais eventos. Existe uma infinidade de tribos que se dispersam e subdividem em várias outras tantas. Se o profissional de métricas não conhecer e interagir nos mais variados ambientes e com o mais diversificado público, ele nunca vai entender como se dá a movimentação dentro das redes. Com certeza, ele vai conseguir monitorar qualquer segmento, mas com uma dificuldade maior.
Devore pesquisas
A maioria é de uma inutilidade absurda, porque os principais e mais aprofundados estudos desconhecem a realidade brasileira. Os que fazem ignoram as peculiaridades regionais e que o perfil do usuário de redes sociais do Norte e diferente do Sul, que também é totalmente diferente do Sudeste. Um bom exemplo: o Orkut é sucesso somente no Brasil, enquanto em Portugal o HI5 é a estrela, mas nos EUA o Myspace é quem comanda a movimentação para as outras redes.
Entenda que toda sua formação de SEO e SEM não servem para nada
Gerenciar campanhas e/ou reposicionar sites é um serviço que demanda uma formação específica, que embora exista muita confusão, não é nada semelhante a mensuração de resultados em redes sociais. Então, toda a formação adquirida nas melhores práticas de SEO e SEM servem apenas para mostrar que o indivíduo tem familiaridade com pesquisas, planilhas e internet. A partir desse momento, um grande fosso vai se abrir entre as duas áreas. Sem desmerecer estes brilhantes profissionais, mas acreditar que a mesma pessoa é capaz de transitar por ambas as esferas, é o mesmo que supor que todos os japoneses são iguais.
Seja pró-ativo e criativo
Não espere um briefing perfeito. Na maioria, a única informação passada é o assunto a ser monitorado. Todo o planejamento de como vai ser feito, os processos a serem adotados e como vai ser a apresentação final vai ser de sua responsabilidade.
Seu chefe e seus amigos nunca vão saber o que você faz
Dentro das agências, o profissional de métricas sempre vai ser o cara que faz os relatórios. Alguns superiores sabem e até mesmo entendem que existe todo um processo, mas não conhecem as nuances, particularidades e dificuldades. Por isso, muitas vezes a única recompensa depois de ter passado noites acordado e o final de semana montando um relatório, vai aparecer alguém dizendo que falta alguma coisa, geralmente o que ficou de fora não existe.
Aprenda a viver longe dos holofotes
O profissional muitas vezes vai atuar antes, durante e após uma ação ou campanha, mas essa participação sempre será ignorada. Nessa área o profissional tem que entender o quanto antes que ele é o suporte para os outros brilharem.
Tenha tesão pela sua profissão
Muitos falam que o profissional de métricas sociais é analista de sentimentos. Outros preferem dizer “ele é o rapaz dos relatórios”. Isso tudo porque o trabalho é solitário mesmo com uma equipe, monótono, exige uma grande concentração, capacidade de trabalhar em uma rotina esquizofrênica. O prêmio é conseguir entender e traduzir os perfis, as movimentações dentro de várias redes e ter a capacidade de sintetizar essas várias opiniões.
Não acredite em qualquer profissional
Muitos se auto intitulam Analistas de Mensuração, Consultores de Monitoramento, Especialistas em "Análise e mensuração de sentimentos". Entretanto, no mercado, existem menos de duas dúzias de profissionais que realmente fazem esse tipo de serviço. Nós, poucos profissionais que já atuamos nesse campo, somos iguais a uma sociedade secreta: ninguém conhece, ninguém sabe onde se reúnem, mas todos sabem que existem. Então, quando você encontrar um "profissional" contanto sobre seus resultados, lembre-se que existe, por mais que muitos digam ao contrário, processos e procedimentos para quantificar e qualificar o sucesso, fracasso, alcance, repercussão, sentimento e penetração de uma marca ou produto nas redes sociais. Esses poucos profissionais sabem como é feito. Os outros apenas supõem erroneamente como obter esses resultados.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Os sete passos para a felicidade nas redes sociais
Atualmente, muitas empresas acreditam que basta criar um perfil no Twitter e sair alardeando que faz ação nas redes sociais para conquistar novos clientes e fortalecer a marca.
Muitas agências nesse momento surgem como a salvação. Oferecem a salvação em formas de ações padronozinadas tratando as necessidades do cliente e atuando nas redes sociais como se estivessem fazendo um bolo.
Infelizmente, a realidade do dia-a-dia tem inúmeros exemplos de ações fracassadas. Porque no mundo real, longe dessa utopia que basta marcar território ou que todo mundo fala sobre todos os assuntos nas cinco regiões do país, o sonho de massa se transforma em pesadelo e os profissionais descobrem da pior maneira que é preciso mais que uma receita de bolo é precisa entender o novo consumidor/usuário.
Mas para quem deseja realmente trabalhar nessa área, escolhi sete pasos fundamentais que podem fazer a diferença entre trabalhar com redes sociais e fracassar nas redes sociais.
Os setes passos
1 - Cada ação, planejamento, monitoramento são únicos e o máximo que pode ser reaproveitado é a embalagem (estrutura do documento);
2 - O público que utiliza as redes sociais ainda não sabe todo o poder que as redes entregaram em suas mãos. Cabe as agências estimular esse uso e preparar as suas equipes para atuar nesse novo campo;
3 - Por mais incrível que possa parecer as redes sociais refletem toda a diversidade brasileira. Então, não espere encontrar perfis semelhantes em regiões/Estados diferentes;
4 - Não espere encontrar todas as repostas em relatórios de monitoramento. Lá vai estar apenas refletido a realidade de ações e perfis dos usuários;
5 - Saiba aceitar os resultados dos relatórios de ações e perfis quando se mostrarem negativos em uma ação ou nulo durante a prospecção de um cliente. Em ambos os casos contar para o cliente que a ação foi um fracasso ou que o assunto não ganhou penetração no segmento, mas pode ser trabalhado nesse sentido é o caminho;
6 - Nunca torture os números. Até hoje a história não conseguiu mostrar ninguém que tenha contado a verdade sob esses artifícios. Experimente ouvir o que eles tem a dizer. No fundo eles são como vizinhas rodriguianas que sabem tudo e só esperam a pessoa certa para contar;
7 - Apreenda a escutar o seu analista ou coordenador de métricas sociais por mais que ele conte e mostre resultados indesejáveis. Ele não tem culpa e só apresenta os dados como realmente são.
Esses sete itens podem parecer básicos e irrelevantes para muitos profissionais que se auto intitulam "analistas de mídias sociais", mas na hora do aperto, quando os números são apresentados, muitos vão afrouxar os seus parâmetros éticos e contar várias histórias para os clientes. Resta saber quem será você.
Muitas agências nesse momento surgem como a salvação. Oferecem a salvação em formas de ações padronozinadas tratando as necessidades do cliente e atuando nas redes sociais como se estivessem fazendo um bolo.
Infelizmente, a realidade do dia-a-dia tem inúmeros exemplos de ações fracassadas. Porque no mundo real, longe dessa utopia que basta marcar território ou que todo mundo fala sobre todos os assuntos nas cinco regiões do país, o sonho de massa se transforma em pesadelo e os profissionais descobrem da pior maneira que é preciso mais que uma receita de bolo é precisa entender o novo consumidor/usuário.
Mas para quem deseja realmente trabalhar nessa área, escolhi sete pasos fundamentais que podem fazer a diferença entre trabalhar com redes sociais e fracassar nas redes sociais.
Os setes passos
1 - Cada ação, planejamento, monitoramento são únicos e o máximo que pode ser reaproveitado é a embalagem (estrutura do documento);
2 - O público que utiliza as redes sociais ainda não sabe todo o poder que as redes entregaram em suas mãos. Cabe as agências estimular esse uso e preparar as suas equipes para atuar nesse novo campo;
3 - Por mais incrível que possa parecer as redes sociais refletem toda a diversidade brasileira. Então, não espere encontrar perfis semelhantes em regiões/Estados diferentes;
4 - Não espere encontrar todas as repostas em relatórios de monitoramento. Lá vai estar apenas refletido a realidade de ações e perfis dos usuários;
5 - Saiba aceitar os resultados dos relatórios de ações e perfis quando se mostrarem negativos em uma ação ou nulo durante a prospecção de um cliente. Em ambos os casos contar para o cliente que a ação foi um fracasso ou que o assunto não ganhou penetração no segmento, mas pode ser trabalhado nesse sentido é o caminho;
6 - Nunca torture os números. Até hoje a história não conseguiu mostrar ninguém que tenha contado a verdade sob esses artifícios. Experimente ouvir o que eles tem a dizer. No fundo eles são como vizinhas rodriguianas que sabem tudo e só esperam a pessoa certa para contar;
7 - Apreenda a escutar o seu analista ou coordenador de métricas sociais por mais que ele conte e mostre resultados indesejáveis. Ele não tem culpa e só apresenta os dados como realmente são.
Esses sete itens podem parecer básicos e irrelevantes para muitos profissionais que se auto intitulam "analistas de mídias sociais", mas na hora do aperto, quando os números são apresentados, muitos vão afrouxar os seus parâmetros éticos e contar várias histórias para os clientes. Resta saber quem será você.
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