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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Monitoramento de Redes Sociais: o problema é você, não a (falta de) legislação

 

O Monitoramento de Ambientes Digitais talvez seja uma das poucas atividades dentro deste universo que não possui uma regulação específica nem esbarra diretamente em legislação consolidada — inclusive na própria Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, nº 13.709/2018). A LGPD trouxe um novo paradigma para o tratamento de dados pessoais no Brasil, estabelecendo princípios rigorosos para coleta, processamento e uso de informações, com o objetivo de proteger a privacidade e os direitos fundamentais dos indivíduos.

Apesar disso, a lei permite o tratamento de dados manifestamente públicos, mas a interpretação sobre o que efetivamente é “público” ainda gera debates. Esse vácuo jurídico foi utilizado como um dos principais argumentos para que ferramentas de monitoramento disponíveis no mercado mudassem o seu escopo: em vez de oferecer a captura bruta e contínua de conteúdos, passaram a entregar apenas dados consolidados e links para publicações de maior engajamento. Na prática, o que também ocorreu foi uma sobrecarga na demanda de coleta e armazenamento, que inviabilizou a escalabilidade desse tipo de serviço.

No entanto, há princípios que devem nortear o monitoramento de ambientes digitais, independentemente das brechas legais: ética, compromisso com o cliente e políticas claras de armazenamento e uso dos dados.

Ética

Ao mesmo tempo em que cresceu o discurso de evitar a captura de todos os dados em respeito à LGPD, também aumentou a exigência por metodologias robustas que comprovem o que está sendo monitorado, como está sendo monitorado, qual é o alcance da coleta e, principalmente, quais são as principais limitações e possíveis perdas de informação que podem afetar a interpretação final da opinião pública.

Compromisso com o cliente

Com a adoção de modelos baseados em amostragens, tornou-se cada vez mais comum que clientes exijam cópias dos dados utilizados. Além disso, algumas empresas contratam auditorias independentes para verificar se os relatórios são fiéis aos dados coletados e à metodologia proposta.

A LGPD como parâmetro

Por que a LGPD não é aplicada diretamente ao monitoramento? O pilar central da LGPD é o consentimento. Para que dados pessoais sejam tratados, é necessário que o titular autorize de forma explícita e inequívoca. Isso representa um desafio significativo no contexto do monitoramento, que lida com grandes volumes de dados provenientes de redes sociais e outros espaços digitais.

Na prática, empresas, agências e profissionais que trabalham com monitoramento partem do princípio de que existe um propósito legítimo e específico, coletando apenas os dados estritamente necessários para essa finalidade. O objetivo central do monitoramento não é identificar indivíduos de forma isolada, mas compreender padrões de opinião, comportamento ou percepção vinculados a grupos sociais.

Um exemplo prático

Em um projeto para entender o consumo de suco de laranja, o monitoramento identificou menções, marcas em destaque e influenciadores. No entanto, os grupos de discussão não ficaram claros apenas pelas interações. Foi a análise de fotos de perfil e nomes associados às contas que permitiu agrupar “hubs” de debates sobre o produto.

Essa estratégia gerou discussões éticas e jurídicas: estaria violando princípios de anonimização ou pseudonimização previstos na LGPD? Após consulta jurídica, a orientação foi:

  • Não utilizar prints de publicações nos relatórios;

  • Consolidar os dados em análises quantitativas e qualitativas;

  • Compartilhar a base bruta com o cliente, mas sem especificar atributos individuais como sexo, raça ou qualquer característica pessoal sensível;

  • Restringir a categorização a níveis gerais, como sentimento Positivo, Negativo ou Neutro.

Dessa forma, atualmente, não existe legislação específica sobre os usos e reusos de dados de ambientes digitais para fins de monitoramento. Entretanto, é indispensável que profissionais da área busquem constantemente adequar seus processos de coleta e tratamento, aplicando princípios como privacidade desde a concepção (privacy by design) e responsabilidade (accountability). Essa postura é ainda mais necessária quando o serviço inclui análise etnográfica, em que o risco de exposição de informações pessoais e contextuais é maior.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Pesquisa aponta descrença no Twitter como fonte de informação

Em pesquisa divulgada nesta terça-feira, 10/12, o DataSenado apresentaram o último levantamento sobre o uso das redes sociais pelos brasileiros. Apesar do conteúdo ter foco principalmente na questão política, foram realizadas perguntas da percepção do público sobre utilização de ambientes sociais como meio de informação, personalização de conteúdo, privacidade e mídia.
Fonte: DataSenado

Entre os destaques, que podem e devem ser considerados como pontos de atenção, está a utilização do WhatsApp como principal fonte de informação (79%), enquanto o Twitter (7%) aparece em último lugar, atrás do rádio (22%) e jornal impresso (8%). Porém, apesar da abrangência do WhatsApp, 62% dos entrevistados afirmaram que não acreditam nas redes sociais como mais confiáveis quando comparadas com o jornal ou a TV.

A pesquisa é um ótimo material para dar início a um planejamento. No entanto, apresenta pontos importantes como a forte adesão do público ao WhatsApp, mas uma grande descrença na veracidade das informações compartilhadas. Outro ponto de atenção é que esse tipo de estudo é apenas um panorama geral e não deve ser utilizado como verdade única para respaldar uma campanha, pois ele não reflete as particularidades e engajamento do público de diversos segmentos.

Pesquisa

Acesse a íntegra da pesquisa Redes Sociais, Notícias Falsas e Privacidade de Dados na Internet.


 

domingo, 7 de agosto de 2016

Pesquisa: Profissional de inteligência de mídias sociais no mercado brasileiro

Iniciada em 2011, a pesquisa "Profissionais de Inteligência de Mídias Sociais" chega a sua sexta edição e busca reunir informações sobre os profissionais e o mercado de inteligência de mídias sociais (métricas, monitoramento, analytics, etc) no Brasil. Os dados podem servir de insumo para profissionais, agências, ferramentas e clientes.

Alguns insights da última pesquisa mostraram que 84% dos profissionais ainda chegam sem nenhuma experiência nas empresas ou agências e aprendem na prática diária o trabalho com a classificação de sentimentos e 42% dos participantes da pesquisa responderam que dividem a tarefa de monitoramento com outras atividades.

O resultado da pesquisa será divulgado no dia 26 de novembro de 2016, no slideshare da Ana Claudia Zandavalle (Amnet Group), atual responsável pela pesquisa. Os dados compartilhados no formulário serão utilizados apenas para traçar um perfil do mercado.

O link para participar da pesquisa: http://bit.ly/6PesquisaInteligencia

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O ainda mito do monitoramento por geolocalização


Márcio, um rapaz com idade entre 20 e 25 anos, é morador da periferia e trabalha na região do Centro. No último dia 6, ele deu sorte no Tinder e conseguiu um encontro em um bairro próximo ao seu trabalho. Para saber qual era o caminho, simulou o trajeto no Waze e depois pediu um táxi pelo Easy Taxi. Já no bar, enquanto esperava o seu encontro, aproveitou para postar uma foto no Instagram que foi automaticamente publicada no Facebook.

sábado, 29 de novembro de 2014

Pesquisa revela a preferência dos internauta por smartphones

O estudo anual do IAB Brasil em parceria com a ComScore: "Brasil Conectado", foi divulgado na última semana e revelou a liderança do smartphones (com acesso à internet) com um aumento de 20% de 2013 (52%) para este ano (72%).

No estudo também é possível constatar um expressivo percentual de usuários conectados via mobile de 14 a 20 horas (16%) ou mais de 20 de horas semanais (15%), considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. A informação endossa e corrobora com a afirmação de que os dispositivos móveis ganham cada vez mais força no dia a dia dos brasileiros. 

O estudo também apontou que 3/4 da audiência online brasileira (75%) utiliza regularmente pelo menos 1 de seus dispositivos eletrônicos (computador/laptop, smartphone ou tablet) enquanto assiste à TV. Além disso, 7 em cada 10 (69%) entrevistados concordam que a publicidade online os motivou a procurar informação extra sobre um determinado produto e mais da metade (54%) usa os dispositivos móveis para checar informações de produto enquanto compra em lojas físicas.

A pesquisa anual compara a audiência do digital em relação às outras mídias tradicionais como televisão, jornais impressos, revistas e rádio.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Relatório da Comscore aponta tendências para mercado digital em 2014

O universo digital passou por grandes mudanças em 2013. Finalmente, ocorreu a massificação de dispositivos e aplicativos moveis e as redes sociais lançaram novos recursos, investiram em publicidade para ganhar mais publicidade e em novas funcionalidades.

Para tentar mostrar como o mundo digital se movimentou a Comscore lançou o relatório "Brasil 2014 Digital Future in Focus" que é um panorama sobre o cenário digital brasileiro, avaliando o futuro do mercado, as oportunidades de negócios e tendências que podem direcionar os próximos passos do mundo digital.

O relatório apresenta vários insights importantes como o crescimento do Linkedin (segunda rede mais acessada no Brasil), uma concentração de concentração de internautas (65%) com idade inferior a 35 anos, a força da blogosfera na disseminação de conteúdo, entre outros.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O monitoramento das redes sociais na mira da lei

Art. 5o (...):
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

Art. 21. A vida privada da pessoa natural é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma.


Os dois artigos foram extraídos da Constituição brasileira, a lei máxima, o ponto de partida de todas as leis, o amparo legal para qualquer cidadão brasileiro. Por esses princípios o monitoramento de redes sociais, serviço comum e oferecido por quase todas as agências é uma prática ilegal por armazenar sem aviso prévio ao interessado que informações particulares estão sendo mantidas em banco de dados e esse conteúdo depois de catalogado vai gerar lucros para terceiros.

A constatação descrita acima foi possível depois de um mês conversando com vários profissionais da área jurícida foi possível traçar um panorama de como o serviço pode ser enquadrado pela legislação brasileira, mesmo na ausência de leis específicas como aconteceu nos casos de Xuxa Meneghel x Google, Daniela Cicarelly x Youtube, Carolina Dickmann x Google e o mais atual Nissin Ourfali x Youtube.

As denúncias e processos foram casos específicos de divulgação de conteúdo não autorizado, mas, ao mesmo tempo, demonstra a flexibilidade do judiciário ao estender seus braços para dentro dos invisíveis muros virtuais da internet.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Pesquisa revela perfil do público em redes sociais


Em recente pesquisa da Pingdom que buscou traçar um perfil demográfico dos usuários de redes sociais foi constatado que as mulheres são maioria em 71% nas redes sociais. O universo analisado foi de 24 redes e nesses ambientes descobriu-se que as mulheres predominam 17 redes.

A pesquisa utilizou dados do Google Ad Planner e os teve como parâmetro os usuários de redes no Estados Unidos. Os que fizeram parte do estudo foram: Facebook , Twitter , LinkedIn , Pinterest , Tumblr , Reddit , Hacker News , Slashdot , Github , Stack



A Slashdot (rede agregadadora de notícias similar ao Dihitt) destaca-se como a maior rede com concentração masculina (87%), enquanto Pinterest - provavelmente para surpresa de ninguém - tem 79% de mulheres como público. Entretanto, quando se verifica o total de usuários que utilizam as redes sociais percebe-se que ambos os sexos estão praticamente empatados. No universo pesquisado a média de usuários é 48,75% homens e 51,25% mulheres.

Outras informações interessantes da pesquisa:

:: 71% das redes têm mais mulheres do que homens como usuários;
:: A maioria das redes de dominação masculina são focadas em tecnologia: Slashdot (87%), Hacker News (77%) e Stack Overflow (76%);
:: As mulheres predominam em: Pinterest (79%), Goodreads (70%) e Blogger (66%).


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tese de mestrado analisa utilização das métricas sociais


Um dos primeiros estudos acadêmicos sobre a utilização das métricas em ambientes sociais foi defendida na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. A pesquisa "Avaliação de métricas nos meios sociais digitais" foi realizada pela mestranda Teresa Jesus Oliveira Soares e teve como objetivo principal identificar como estava sendo a utilização das métricas no ambiente corporativo.

O estudo é uma contribuição importante para a área que cada vez mais necessita de suporte teórico. Exatamente essa falta ou baixa representatividade teórica levou a pesquisadora a optar por um estudo empírico com empresas portuguesas.

Entretanto, essa dificuldade em encontrar respaldo científico favoreceu o estudo. A autora conseguiu se apropriar do pensamento de teóricos que estudam os ambientes sociais e métricas no marketing e aplicar na sua pesquisa.

Essa, talvez, seja a principal contribuição para o debate sobre o assunto: o encadeamento de vários pensamentos para respaldar a pesquisa e demonstrar como foi a evolução da mensuração dos resultados das métricas tradicionais para as sociais.

Pesquisa. O trabalho em si deixa a desejar apenas no quesito universo analisado. Foram ouvidas 54 empresas com faturamento anual superior a um milhão de euros. Amostragem pequena para discutir um novo conceito de medição, mas que não invalida o produto final: as conclusões obtidas durante a pesquisa.

Entre as várias constatações as três principais são: preferência das empresas em utilizar ferramentas gratuitas com foco essencialmente quantitativa; utilização dos resultados no desenvolvimento de novas estratégias de comunicação e a baixa percepção que as ferramentas de monitoramento também servem como importante forma de construir um benchmark dos concorrentes.

O pesquisa completa pode ser acessada na biblioteca virtual da Faculdade: Repositório de teses
Endereço direto para do pdf para download: Avaliação de métricas nos meios sociais digitais


terça-feira, 20 de março de 2012

Comscore divulga relatório anual sobre a utilização de internet no Brasil


A comScore divulgou o seu relatório anual "2012 Brazil Digital Future in Focus" sobre as principais tendências digitais no Brasil em 2011 e as possíveis implicações dos resultados para o ano. O estudo examina como as tendências mais importantes em mídias sociais, vídeos online, publicidade digital, internet móvel e busca estão definindo o mercado atual e de que modo devem influenciar as ações do mercado durante o ano.

Para Alex Banks, diretor da comScore no Brasil “As mídias digitais alcançaram um novo patamar no Brasil em 2011, impulsionadas por atividades como redes sociais, busca, vídeos e compras online, mostrando cada vez mais consumidores se voltando para a web e gastando uma parte cada vez maior de seu tempo com conteúdo digital”.

O estudo trás dados importantes sobre o mercado digital brasileiro, mas vale lembrar que a medição não contempla a navegação e/ou utilização de computadores em lan house, ainda a principal forma de acesso a grande rede pelas classes C e D. A mensuração desse público pode influenciar e modificar toda essa percepção de utilização das redes.

Alguns dos importantes insights do estudo "2012 Brazil Digital Future in Focus" são:

  • O Brasil é o 7º maior mercado de internet no mundo, com um público de 46,3 milhões de visitantes de 15 anos ou mais que acessam a internet pelo computador de casa ou do trabalho. O número de usuários aumentou 16% em relação ao ano anterior. A população online da América Latina cresceu mais rapidamente que em qualquer outra região em 2011: 16% de aumento, chegando a 129,3 milhões em dezembro de 2011.
  • Os brasileiros passaram em média 26,7 horas online em dezembro de 2011, um aumento de 10% em relação ao ano anterior (equivalente a mais de 2 horas). Os portais foram a atividade online que gerou mais engajamento, com 39,2% do total de minutos em dezembro de 2011, seguidos pelas redes sociais, com 23% – um crescimento de 6,3 pontos percentuais no ano.
  • O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior. O Facebook também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.
  • Em dezembro de 2011, os brasileiros viram mais de 4,7 bilhões de vídeos online, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante, e ver vídeos se consolidou como uma das atividades online mais importantes.
  • Aquecida pelas compras de final de ano, a visitação de sites de comércio online aumentou 30%, mostrando cada vez mais consumidores na América Latina se voltando para a web na busca e compra de produtos e serviços. Entre as categorias de comércio, Comparação de Preços teve a maior penetração no Brasil, com mais de 1 em cada 3 usuários acessando sites da categoria em dezembro de 2011.
  • 6,9 bilhões de buscas online foram feitas no Brasil em dezembro de 2011, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. As buscas tiveram um pico em outubro e novembro, estimuladas por pesquisas relacionadas às compras de final de ano.
  • O mercado de publicidade digital brasileiro continua crescendo. Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. A Netshoes foi o anunciante líder no mercado, enquanto o Facebook foi o maior publisher no país.
  • Celulares e tablets continuam a mudar o panorama digital, respondendo por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.





segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Qual é o seu perfil digigráfico?


A DM9DDB divulgou um documentário, dividido em seis partes, onde trás um novo conceito para a forma de classificar o consumidor nos ambientes digitais. O estudo, que recebeu o nome de Perfis Digigráficos, postula que que as mudanças trazidas pelo digital pouco ou nada tem a ver com sexo, idade ou classe social, mas sim com três novos critérios:

  • Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida.
  • Quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais.
  • Quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.


Com base nesses três parâmetros o mundo digital perde a classificação convencional, como demografia ou mesmo perfis psicográficos e passa a ser definido por cinco tipos de perfis, que ganharam o apelido de perfis digigráficos. São eles:

Imersos: Tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. Suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital, que os permitiu dar vida a mais personas.

Ferramentados: Recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram.
A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilitam suas vidas. Mas não dependem delas nem são definidos por elas .Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira como se relacionam com família, escolas, empresas e governo.

Fascinados: Querem parecer modernos e tecnológicos. Para eles, computadores, gadgets e hábitos da Era Digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados. Eles são um excelente exemplo de como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.

Emparelhados: A tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida.
Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do seu corpo, potencializando suas capacidades humanas.

Evoluídos: O universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat. Esses são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital.

Se esse novo tipo de classificação vai virar padrão para o público, ainda é cedo, principalmente por derrubar conceitos e teorias já amplamente estudas. Se vai virar material acadêmico, isso podemos ter certeza. No atual mundo acadêmico qualquer "estudo" sem comprovação científica é usado para respaldar trabalhos igualmente duvidosos.

Em resumo, a Agência e a Vox Pesquisas, contratada para o processo de investigação do estudo, conseguiram produzir um excelente material visual, entretanto no final fica aquela sensação de como chegaram a esses perfis, qual metodologia que foi utilizada, quais parâmetros e públicos foram acompanhados durante a realização do estudo? São várias perguntas que ficaram sem respostas e que no final acabam por desqualificar o material como estudo e tornando ele apenas promocional para os serviço prestados pela DM9DDB.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

E-book: Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais


Chegou as redes o primeiro livro brasileiro que busca desvendar e/ou explicar o monitoramento das mídias sociais. A área surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas e a necessidade de empresas e marcas entender e atender o público que interage nos ambientes digitais.

O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” foi organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento, e trás textos de 27 autores brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais,

O formato foi inspirado nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Pesquisa da Comscore avalia o sucesso das redes sociais


A Comscore fecha o ano de 2011 com o lançamento da pesquisa: “It’s a Social World”, onde aponta que as redes sociais  alcançam, atualmente, 82% dos usuários de internet do mundo inteiro, ou 1,2 bilhões de pessoas.

O levantamento demonstra que até outubro, as redes sociais eram responsáveis por 19% do tempo gasto online, para efeito de comparação em março de 2007 o tempo foi de 6%. Esse crescimento vertiginoso coloca o Facebook como terceira maior fonte de tráfego ficando atrás somente do Google e da Microsoft (impulsionado pela linha Live e Bing).

Se olharmos somente no universo das redes sociais o Facebook respondeu em outubro por 75% de todo o tempo gasto nas redes sociais e 14% do tempo gasto online.

Outras informações contidas no relatório registram o crescimento das redes como: Twitter (59%), Tumblr (172%) e Sina Weibo (181%). Além de apontar o declínio na utilização do email (34%), enquanto cresceu o uso das redes sociais (34%) entre o mesmo público.

A pesquisa completa pode ser acessada no site da ComScore.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Nielsen divulga pesquisa de utilização das redes sociais

O Instituto Nielsen divulgou o mais recente levantamento de utilização das redes sociais nos EUA. Embora restrito ao mercado americano o estudo trás excelentes insights de como o público está utilizando as redes sociais.

A influência das redes no dia-a-dia do público é a principal característica do relatório que demonstra como as marcas possuem forte influência e mais seguidores do que celebridades. No levantamento de utilização das redes o Blogger aparece em segundo e no quarto lugar está o Myspace, na frende de redes como LinkedIn e Tumblr.

Algumas conclusões do relatório
1. Redes sociais continuam a dominar tempo on-line e agora representam quase um quarto do tempo total gasto na internet;

2. As redes sociais têm crescido rapidamente. Hoje quase 4 em cada 5 usuários de internet ativos visita redes sociais;

3. Os americanos gastam mais tempo no Facebook do que em qualquer outro site;

4. Cerca de 40% dos usuários de mídia social acessam suas redes por meio de dispositivos móveis;

5. Aplicativos de redes sociais e a terceira aplicação mais popular para proprietários de smartphone;

6. 53% dos usuários adultos seguem uma marca;

7. 32% dos usuários adultos segue uma celebridade;

O link para a pesquisa completa: The state of the media: Social Media Report Q3

sábado, 10 de setembro de 2011

Ibope confirma que Facebook crescimento do Orkut no Brasil

O acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Os sites de redes sociais, fóruns, blogs, microblogs e outras páginas de relacionamento, chegaram a 39,3 milhões de pessoas, equivalente a um alcance de 87% do público conectado no mês de agosto. Esse alcance posiciona os sites sociais como a terceira subcategoria em número de usuários e mantém o Brasil com o maior alcance em sites de comunidades entre os dez países acompanhados com a mesma metodologia.

Excepcionalmente e para esclarecimento do mercado, o IBOPE Nielsen Online este mês divulga o número de usuários únicos dos sites sociais. Em agosto, o Facebook atingiu 30,9 milhões de usuários únicos, ou 68,2% dos internautas no trabalho e em domicílios, equiparando-se ao Orkut, o maior site social no Brasil, até então, que registrou alcance de 64%, ou 29 mil hões de usuários. O Twitter também manteve tendência de crescimento no Brasil e em agosto marcou 14,2 milhões de usuários únicos, ou 31,3%.

Com esses resultados, o Brasil se consolida como um mercado com elevada utilização de sites sociais, com uso diversificado, refletindo o interesse dos brasileiros pela internet. Em agosto, em média, cada usuário brasileiro de redes sociais conectou-se a esses sites por um tempo de 7 horas e 14 minutos.

Outro lado. A polêmica que promete levantar novamente a questão da validade das pesquisas levanta vários questionamentos que começam com a metodologia utilizada que precisou ser construída para atender países com hábitos e utilização das redes de forma diferenciada, até chegar ao grupo avaliado para essa amostragem.

A utilização de redes no Brasil pode e deve ser estudado de forma separada em pesquisas de público, pois as redes sociais tem grande penetração nas classes C e D e apesar do Ibope afirmar que mediu os acessos de lan houses, não podemos ignorar que dentro da metodologia de pesquisa os usuários de internet brasileiro são convidados a utilizar um plugin que acompanha sua movimentação dentro dos ambientes digitais.

Essa forma de acompanhamento acaba deixando grandes pontos cegos em qualquer pesquisa estratificada. Assim, afirmar que o Facebook teve um crescimento e ultrapassou o Orkut a beira da irresponsabilidade, pois muitas empresas utilizam esses dados como absolutos e podem ter suas ações com impacto reduzido por simples falta de explicação de esses dados são apenas uma amostragem e não podem ser considerados com um reflexo real da utilização de redes sociais no Brasil.


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mídia social: o que deu certo e o que deu errado

Um relatório da consultoria Custom Communication, reportado pelo Advertising Age, apontou os produtos que fizeram história na construção do atual cenário das mídias sociais em suas várias esferas: blogs, redes sociais, compras coletivas, compartilhamento de fotos e vídeos, geolocalização e outros mais.

Veja abaixo os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo. Em cada tipo de serviço existe uma divisão em quatro categorais: o pioneiro, o que virou queridinho da mídia, o que de fato inovou e consolidou o mercado e aquele que promete ser a sensação do futuro.

Blogs
Pioneiro - LiveJournal – fundado em 1999, foi o primeiro serviço a aproveitar a tendência de se ter um diário online.  Acabou vendido em 2007 para publishers da Rússia.

Queridinho da mídia - Blogger – fundado por Evan Williams em agosto de 1999, foi comprado pelo Google em 2003 quando os blogs chamavam as atenções da mídia. Segue parte do Google, mas nunca desenvolveu todo seu potencial, muito por conta da mudança cultural dos blogs de textos longos para microbloggings e redes sociais.

Inovador - WordPress - surgiu em 2003 e segue como gerenciador de conteúdo mais popular do mundo.

Futuro – Tumblr. e Posterous – com o advento dos microbloggins como Twitter, modelos híbridos de blog e microblog podem conquistar espaço.

Redes sociais

Pioneiro – Friendster – fundado em 2002, estabeleceu-se como primeira rede social, embora muitos digam que o primeiro foi o britânico Friends Reunited. Após recusar uma proposta de US$ 30 milhões do Google, perdeu espaço.

Queridinho da mídia – MySpace – foi comprada em 2005 pela News Corp por US$ 580 milhões para realizar o potencial de redes sociais dentro do grupo. Agora, a morte está de olho nele.  A News Corp tentou transformá-la em uma plataforma global de entretetnimento.

Inovador – Facebook – O Goldman Sachs avaliou a rede social em US$ 50 bilhões e a empresa está prestes a abrir capital, naquele que será o maior evento do setor desde a fusão da AOL com a Time Warner. O que poderia dar errado?

Futuro – Ren Ren – As duas maiores redes sociais da China (sendo a Ren Ren, clone do Facebook, a maior delas) tem mais de 500 milhões de usuários num país onde o Facebook é bloqueado pelo governo.  As lições de Friendster, MySpace, Bebo e outros demonstram os perigos de se tentar prever hegemonia online.

Compras coletivas

Pioneiro – Mercata – lançado em 1999, queria revolucionar o e-commerce, ao agregar consumidores para conseguir descontos. A empresa desmoronou com a bolha da internet em 2000 e cancelou seu plano de um IPO na casa de US$ 100 milhões.

Queridinho da mídia – Mobshop – lançado na mesma época do Mercata, com modelo de negócio parecido e um contrato com o governo norte-americano, no setor de compras online. Fechou logo depois do Mercata, mas seus fundadores mantiveram a patente, o que deixou alguns esperançosos em uma volta.

Inovador – Groupon – E essa volta se chama hoje Groupon, que abriu em 2008. Tem 50 milhões de usuários e opera em 35 países, exorcizando os fantasmas deste mercado. Foi chamado pela Forbes de “companhia com crescimento mais rápido em todos os tempos”.

Futuro – Walmart – O Groupon não pode ignorar o único player que também tem grande retorno no modelo de varejo de multidões. O produto CrowdSaver, do Walmart, está crescendo e abraça milhares de compradores a cada semana.

Compartilhamento de fotos

Pioneiro – Picasa – Lançado em 2001 quando subir imagens para a internet era um nicho interessante (e um processo ardoroso, também). Foi adquirido pelo Google e ainda mantém espaço como aplicativo popular do celular Android.

Queridinho da mídia – Flickr – sua integração com a plataforma de blogs ajudou na época áurea dos blogs. Sua preposição é ser mais  que um serviço de compartilhamento de fotos, buscando criar uma rede comunitária em torno de si, com sucesso. Não se sabe o quanto ele poderá sobreviver dentro do decadente império do Yahoo.

Inovador – Facebook – seus usuários amam compartilhar fotos, embora às vezes esqueçam de checar seu status de privado.  Em seu caminho para o domínio do mercado de fotos, as pessoas escolhem compartilhar via facebook, o que faz as marcas salivarem com o potencial publicitário.

Futuro – Picplz e Instagram – é necessário mencionar o ,ercadp de s,artphones. Os dois programas querem ganhar dinheiro em cima de nosso desejo de caputar uma imagem na rua e compartilhar. Eles podem viver ou morrer, mas 2011 parece marcar aa década da revolução mobile.

Integrados de conteúdo
Pioneiro – Del.icio.us – lançado em 2003 se tornou a bíblia para quem queria marcadores de páginas favoritas. Comprado pelo Yahoo, quase sucumbiu a uma crise de identidade da empresa.

Queridinho da mídia – Digg – os marcadores, por volta de 2006, eram considerados a “nova busca” e o Digg tinha um status como o do YouTue e MySpace. Seu fundador Kevin Rose apareceu na capa da Business Week como o homem que fez US$ 60 milhões em 18 meses. No final de 2010, Rose deixou o cargo de CEO e a empresa estaria perdendo dinheiro, embora tenha ainda 8,5 milhões de visitantes por mês. Sua tentativa de ser um curador da mídia e construtor de comunidades jamais rivalizou com o poder das redes sociais.

Inovador – Twitter – não é um serviço típico de marcação de páginas favoritas,  mas acaba fazendo isso com sua plataforma de microblogging.  Seu senso de comunidade superior torna o site mais relevante para os usuários.

Futuro – Facebook – tem potencial por conta do tamanho de sua rede e pela intimidade das comunidades de amigos. É ótimo para a distribuição de informações, porque a distribuição de links se dá pela confiança pessoal. Pesquisas indicam que ele já é a segunda maior referência de informações na internet, próximo do Google. E o Facebook tem uma arma secreta, o botão “Curtir”.

Compartilhamento de vídeos

Pioneiro – Metacafe – lançado em 2002, com o advento da banda larga em níveis aceitáveis, operava na premissa de ser uma comunidade de compartilhamento de vídeos. Houve uma tentativa de fazer grandes nomes do cinema produzir conteúdo original para a web, mas a comunidade ainda não empolgou.

Queridinho da Mídia – Rocketboom – em 2004, o “vlogging” foi apontado como nova grande tendência. O termo não e o conceito não sobreviveram muito tempo. O site segue vivo, com mas com audiência pequena.

Inovador – YouTube – o futuro do vídeo na internet está em deixar todos nós postarmos vídeos, criando-se o maior arquivo de vídeos buscáveis do mundo.  Não foi o precursor nisso, mas o apoio do Google o tornou uma realidade. E ao abraçar a publicidade, não perdeu espaço e deve ter fechado 2010 com seu primeiro lucro.

Futuro – o velho “tubo” perdeu espaço, mas pode voltar graças a tecnologias como HD, e Google e Apple passaram a investir nessa tecnologia dos anos 1920. A publicidade global em televisão corresponde a 41% do mercado, e com os set-top boxes da Google TV e Apple TV, em breve, mesmo as gerações mais novas terão algo legal para ver no grande tubo.

Geolocalização

Pioneiro – Dodgeball – Com a chegada do 3G, o estudante Dennis Crowley desenvolveu em 2000 um programa que permitia mandar texto a vários amigos de uma vez, para dizer onde ele estava e o que estava fazendo. Foi o primeiro esforço de rede social mobile. Foi comprado pelo Google e fechado quatro anos depois, virando o Google Latitude.

Queridinho da mídia – Loopt – lançado em 2005, permitia a uma pessoa saber onde estavam seus amigos assim que saíssem da sala de aula. Três anos depois, Steve Jobs lançou o iPhone 3G e elogiou a ferramenta. Hoje, o Loopt tem 4 milhões de usuários e está disponível em grandes redes mobiles dos EUA, e na internet. Sobreviveu pois permite aos usuários postarem seus updates em redes sociais como Facebook e Twitter.

Inovador – Foursquare – lançado em 2009, passou a oferecer “presentes” para quem fizesse check-in em qualquer lugar. Tem 5 milhões de usuários.

Futuro – Mixi – nasceu em 2004 no Japão e permite à população do país construir comunidades baseadas em seus interesses particulares, além de possibilitar check-ins e uploads. Com 10 milhões de usuários, é a rede social mobile favorita naquele país. Pode não entrar nos EUA.

Fonte: Revista Proxxima

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Twitter e Yahoo! anunciam novas ferramentas de monitoramento e pesquisa

 Os rumores de que o Twitter estava desenvolvendo uma ferramenta  de monitoramento já circulavam desde o final do ano passado, mas ganhou força somente quando um dos executivos da empresa confirmou que ela existia, mas não deu muitos detalhes.

Ontem, 17/11, a rede social chamou um grupo de usuários para testar a ferramenta, que ainda se encontra em estado alpha. Um dos selecionados, @mogoonsemetrics, mandou duas screenshots da ferramenta para o blog Mashable.

Depois que as capturas de tela apareceram, a empresa confirmou a abertura da ferramenta de análise para mais usuários, mas não declarou quando pretende abrir a ferramenta para o resto do mundo. Espera-se que o ex-CEO do Twitter, Evan Williams, mostre mais detalhes durante sua palestra no Web 2.0 Summit, evento que está acontece nessa semana em São Francisco.

Nada de novo. Dentre as principais características da nova ferramenta está a possibilidade de ver quantos seguidores ganhou ou perdeu em um determinado período, quantas respostas recebeu para um determinado tweet e até quantas pessoas favoritaram determinado post.

Essas três características já estão disponíveis através de serviços terceirizados, não oficiais, mas que usam a API do Twitter para fornecer os dados.

Yahoo investe em buscas. No mesmo dia o Yahoo! apresentou sua ferramenta de pesquisa para levantar a incidência de termos pesquisados em seu site de buscas.

A nova ferramenta batizada de Clues e em fase beta e limitado à web norte-americana. As pesquisas retornam traz informações que podem ser aproveitadas nos negócios. A principal característica da ferramenta é deixar claro que recolhe informações de seus usuários ao exibir o gênero do público.

É possível que o Yahoo! queira reconquistar parte do share de buscas. Para isso, criou um cardápio de detalhes bastante atraente para profissionais de SEO (otimização de páginas para mecanismos de busca) e de search marketing.

O sistema gera um relatório em que detalha a faixa etária do usuário e exibe informações sobre os volumes de busca por estado norte-americano. Para evitar que os territórios mais populosos ranqueiem sempre em primeiro lugar na hora de exibir o volume de buscas, o Clues calcula os números das pesquisas relativos à população do estado.

Dois outros recursos completam o menu de informações. Um deles, o Related Searches (buscas relacionadas, em tradução livre do inglês), lembra a Roda Mágica do Google. Já o Search Flow (fluxo de buscas, em tradução livre) avalia qual será a próxima keyword pesquisada pelo usuário e exibe as sugestões.

Com informações do IDGNow

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um novo olhar sobre a Geração Y

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo. O vídeo busca mostrar como pensa e age a geração Y, ou os chamados Millennials.

Com uma linguagem fácil, boa edição e trilha o vídeo, de um pouco mais de nove minutos, consegue levar o público a um passeio pelas mudanças que os jovens sofreram para chegar na atual configuração dos Milllennials.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Facebook alcança 9 milhões de visitantes no Brasil

Um estudo da comScore mostrou o panorama das redes sociais no Brasil. O Orkut segue sendo a rede mais visitada, de acordo com dados do mês de agosto, com mais de 29 milhões de pessoas que acessaram o site. Ele teve um crescimento de 30% na comparação entre as visitas recebidas em agosto de 2009 com as de agora.

A grande novidade foi o Facebook, que teve alta de 479% nas visitas, atingindo um total de 8,9 milhões de visitantes.

O Twitter, no entanto, também tem muito o que comemorar. A rede tem no Brasil o maior índice de uso se consideradas as pessoas que acessam a internet no país. Aqui, a cada 100 internautas, quase 23 visitaram o Twitter.

Outros países que possuem grande participação da população no Twitter são Indonésia, Holanda, Japão e Venezuela. Em números absolutos, a maior quantidade de visitas continua ocorrendo nos Estados Unidos, mas em proporção em relação à população, ele está somente em 12º lugar, com cerca de 12%.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Orkut ainda é a rede social mais popular no Brasil

Apesar do furor em torno de Twitter e Facebook, ainda é do Orkut o posto de rede social mais utilizada, pelo menos nas principais praças do país.

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pela Kantar Worldpanel confirma que nas capitais de Rio de Janeiro e São Paulo o Orkut é o site mais popular, com 98% de penetração. Em segundo lugar aparece o Twitter, com 14%, seguido pelo Facebook, com 13%.

De acordo com o estudo, obtido por Mariana Lang, da Folha.com, o Brasil segue na contramão de seus vizinhos no continente: em outros países da América Latina, o Facebook lidera a preferência com 53% e é acompanhado pelo Orku com 46% e Twitter com 12%.

As redes socias atraem cada vez mais os brasileiros. A pesquisa descobriu que pelo menos uma pessoa de 32% dos domicílios nas capitais de RJ e SP é conectado às ferramentas. O estudo foi desenvolvido sobre 3 mil lares em cada capital e aponta que, entre os entrevistados, 11% se consideram "viciados" em redes sociais e outros 21% se declararam usuários frequentes de redes.

Outra descoberta da pesquisa é que, em 54% das casas, as redes sociais são conhecidas, porém acessadas sem tanta frequência. Somente 14% dos lares consultados informaram desconhecer esse tipo de ambiente virtual.

De acordo comas informações, em 30% dos lares, os internautas de ambas as capitais usam a ferramenta para manter contato, 23% para postarem fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e 9% para fazerem novos amigos. 5% utilizam as ferramentas para bisbilhotar as informações dos perfis, enquanto 3% dos entrevistados disseram acessar a rede para postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e serviços.

Com informações do Portal Exame

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