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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
E-book: Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais
Chegou as redes o primeiro livro brasileiro que busca desvendar e/ou explicar o monitoramento das mídias sociais. A área surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas e a necessidade de empresas e marcas entender e atender o público que interage nos ambientes digitais.
O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” foi organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento, e trás textos de 27 autores brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais,
O formato foi inspirado nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.
A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.
sexta-feira, 11 de março de 2011
O futuro das métricas
Cada vez mais médias e pequenas agências buscam formas práticas, rápidas e baratas de monitorarem os seus clientes nas redes sociais. As iniciativas na maioria das vezes geram relatórios grotescos, números hiper valorizados de ações e realidades distorcidas.
Sem querer levantar a discussão de quem é a culpa, mas dentro deste mercado, onde a mão de obra é quase inexistente e os poucos profissionais são contratados a peso de ouro é possível delinear alguns rumos para a profissão para o profissional de métricas sociais.
Cada vez mais, além do conhecimento de redes, é exigido que o profissional tenha formação em SEO e em links patrocinados. Para essas exigências vale o velho ditado do senso comum: quem sabe tudo acaba não sabendo nada.
Mesmo os profissionais que conseguem transitar pelas três áreas no final conseguem ser apenas supervisores, não tem a disponibilidade de tempo para focar em uma determinada área.
Com essa dura realidade a realidade para os próximos anos, se não os próximos meses, serão cada vez menos profissionais que realmente entendam de métricas sociais e possam discutir do ROI ao engajamento de públicos dentro de agências e dentro de pouco tempo veremos a consolidação do planner "capacitado" em métricas.
Entretanto, de outro lado cada vez mais profissionais que antes se dedicavam ao estudo de métricas vão atuar nas auditorias de relatórios e campanhas.
Para ilustrar o andamento do mercado somente nestes dois meses do ano já fui convidado para auditar cinco campanhas, no mesmo período do ano passado tinha feito apenas uma auditória.
Infelizmente, todos os relatórios foram reprovados. O desconhecimento, a falta de habilidade dos planners e dos analistas de mídias sociais foram os principais problemas.
Enfim, o futuro das métricas vai ser direcionado para empresas, agências e consultores autônomos. Os relatórios serão feitos pelo planner que terá a função de gerente/coordenador/analista de projetos.
Enquanto, as Empresas que atuam no mercado de métricas sociais cada vez mais será exigida a profissionalização e especialização de seus profissionais, principalmente, com a entrada e exigência de números precisos e certificações dos profissionais pelos os Governos Federais, Estaduais e autarquias.
Sem querer levantar a discussão de quem é a culpa, mas dentro deste mercado, onde a mão de obra é quase inexistente e os poucos profissionais são contratados a peso de ouro é possível delinear alguns rumos para a profissão para o profissional de métricas sociais.
Cada vez mais, além do conhecimento de redes, é exigido que o profissional tenha formação em SEO e em links patrocinados. Para essas exigências vale o velho ditado do senso comum: quem sabe tudo acaba não sabendo nada.
Mesmo os profissionais que conseguem transitar pelas três áreas no final conseguem ser apenas supervisores, não tem a disponibilidade de tempo para focar em uma determinada área.
Com essa dura realidade a realidade para os próximos anos, se não os próximos meses, serão cada vez menos profissionais que realmente entendam de métricas sociais e possam discutir do ROI ao engajamento de públicos dentro de agências e dentro de pouco tempo veremos a consolidação do planner "capacitado" em métricas.
Entretanto, de outro lado cada vez mais profissionais que antes se dedicavam ao estudo de métricas vão atuar nas auditorias de relatórios e campanhas.
Para ilustrar o andamento do mercado somente nestes dois meses do ano já fui convidado para auditar cinco campanhas, no mesmo período do ano passado tinha feito apenas uma auditória.
Infelizmente, todos os relatórios foram reprovados. O desconhecimento, a falta de habilidade dos planners e dos analistas de mídias sociais foram os principais problemas.
Enfim, o futuro das métricas vai ser direcionado para empresas, agências e consultores autônomos. Os relatórios serão feitos pelo planner que terá a função de gerente/coordenador/analista de projetos.
Enquanto, as Empresas que atuam no mercado de métricas sociais cada vez mais será exigida a profissionalização e especialização de seus profissionais, principalmente, com a entrada e exigência de números precisos e certificações dos profissionais pelos os Governos Federais, Estaduais e autarquias.
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