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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Relatório da Comscore aponta tendências para mercado digital em 2014

O universo digital passou por grandes mudanças em 2013. Finalmente, ocorreu a massificação de dispositivos e aplicativos moveis e as redes sociais lançaram novos recursos, investiram em publicidade para ganhar mais publicidade e em novas funcionalidades.

Para tentar mostrar como o mundo digital se movimentou a Comscore lançou o relatório "Brasil 2014 Digital Future in Focus" que é um panorama sobre o cenário digital brasileiro, avaliando o futuro do mercado, as oportunidades de negócios e tendências que podem direcionar os próximos passos do mundo digital.

O relatório apresenta vários insights importantes como o crescimento do Linkedin (segunda rede mais acessada no Brasil), uma concentração de concentração de internautas (65%) com idade inferior a 35 anos, a força da blogosfera na disseminação de conteúdo, entre outros.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A internet em 60 segundos

Alguma vez você já percebeu que cada vez é mais difícil se concentrar em uma tarefa por um longo período de tempo? Mesmo se você está apenas passeando por álbum de fotos no Facebook, acompanhando o Twitter, lendo uma notícia, quando se dá conta percebe que está constantemente pulando por páginas e janelas aleatoriamente. Se você ainda não se identificou, pense quando surge aquela necessidade de se concentrar em algo que precisa ser feito e você se pega conversando com um amigo no Skype, enquanto finaliza o job. Enfim, aparentemente você não é o único e no infográfico abaixo é mostrado o que acontece em um minuto na internet. Com certeza o infográfico não vai ajudar a trazer a concentração perdida, mas já vai servir para mostrar que você e milhares de pessoas estão fazendo a mesma maratona digital.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sua Majestade o Cliente

O Marketing Digital, talvez, seja a única área em que qualquer pessoa com um ano de experiência já é considerado especialista. Esse excesso de amadorismo, que remete aos tempos do sobrinho que sabia fazer ótimos sites, tem gerado trabalhos cada vez mais baseados em achismos e experiência pessoal, e bem menos nas reais necessidades do cliente ou respaldado por algum estudo. Os motivos para essa realidade estar se tornando comum é atua configuração do mercado que tem 80% das equipes formadas por profissionais junior, heavy user e estagiários, e pela síndrome do cliente ter sempre a razão.

Neste contexto, onde o que vale é manter a conta aliada com a necessidade de mostrar números positivos, mas com custos baixos e zero de preocupação com o valor que está sendo agregada a marca, quem tem despontado no mercado é o cliente que sempre, em qualquer época, em qualquer mídia, acreditou e acredita saber mais que os profissionais que atuam no setor, agora, ao observar que para segurar ele como cliente, todas as suas ideias, por mais absurdas, são aceitas, levadas a sério e ainda elogiadas. Eles passaram a se sentir gabaritados para ensinar o trabalho para quem atua no dia-a-dia.

O atual cliente, não importa se é um diretor ou coordenador de marketing, na maioria das vezes tem menos conhecimento, mas é repleto de certezas que acumulou depois de ler vários artigos dessas revistas para gestores e por também ser um usuário das redes sociais, mas fica a pergunta: alguém conhece um grande fazendeiro que aprendeu o trabalho jogando Farmville?

Novos paradigmas. Até pouco tempo o importante era conseguir convencer o cliente a investir no mercado digital. Agora o novo grande problema dentro das agências e educar o cliente que nem tudo que ele vê na página do concorrente pode ser aplicado a sua marca e que o importante não é a quantidade de likes no final do dia, mas sim o que vai ser convertido para a marca, seja na forma de engajamento ou vendas.

Embora, muitos "profissionais" tenham o hábito de afirmar que a quantidade de campanhas mediócres que assinam seja culpa única e exclusivamente do cliente, que já chega afirmando o que deseja e como quer que seja feito, muitas agências trabalham com o lema "o pedido do cliente é uma ordem" e esquecem que uma das obrigações principais quando se pega uma conta é a necessidade de avaliar, analisar, se respaldar em pesquisas reais e delinear a estratégia para não servir apenas para divulgar um produto.

Um pensamento que todo profissional deveria lembrar é que em algum momento todo o investimento vai precisar ser comprovado, nessa hora aqueles pedidos absurdos não conseguirão se transformados em números positivos, nem com a tortura dos números, nessa hora a agência vai perder o cliente e ter a sua imagem arranhada. Quem já esqueceu da agência paulista que depois de anos ainda é conhecida por colocar fakes para melhorar os números de suas ações?

Assim, além de trabalhar pensando não somente em uma ação pontual ou que o cliente é um chato que não aceita nenhuma sugestão porque tudo tem que ser feito da forma como ele quer, o importante é educar o cliente é ter uma relação direta e transparente, mesmo que em alguns momentos seja necessário falar um não.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tese de mestrado analisa utilização das métricas sociais


Um dos primeiros estudos acadêmicos sobre a utilização das métricas em ambientes sociais foi defendida na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. A pesquisa "Avaliação de métricas nos meios sociais digitais" foi realizada pela mestranda Teresa Jesus Oliveira Soares e teve como objetivo principal identificar como estava sendo a utilização das métricas no ambiente corporativo.

O estudo é uma contribuição importante para a área que cada vez mais necessita de suporte teórico. Exatamente essa falta ou baixa representatividade teórica levou a pesquisadora a optar por um estudo empírico com empresas portuguesas.

Entretanto, essa dificuldade em encontrar respaldo científico favoreceu o estudo. A autora conseguiu se apropriar do pensamento de teóricos que estudam os ambientes sociais e métricas no marketing e aplicar na sua pesquisa.

Essa, talvez, seja a principal contribuição para o debate sobre o assunto: o encadeamento de vários pensamentos para respaldar a pesquisa e demonstrar como foi a evolução da mensuração dos resultados das métricas tradicionais para as sociais.

Pesquisa. O trabalho em si deixa a desejar apenas no quesito universo analisado. Foram ouvidas 54 empresas com faturamento anual superior a um milhão de euros. Amostragem pequena para discutir um novo conceito de medição, mas que não invalida o produto final: as conclusões obtidas durante a pesquisa.

Entre as várias constatações as três principais são: preferência das empresas em utilizar ferramentas gratuitas com foco essencialmente quantitativa; utilização dos resultados no desenvolvimento de novas estratégias de comunicação e a baixa percepção que as ferramentas de monitoramento também servem como importante forma de construir um benchmark dos concorrentes.

O pesquisa completa pode ser acessada na biblioteca virtual da Faculdade: Repositório de teses
Endereço direto para do pdf para download: Avaliação de métricas nos meios sociais digitais


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Descubra os segredos das métricas em redes sociais


Com a popularização das mídias sociais, o mercado cada vez mais busca formas de mensurar, qualificar e quantificar as atividades do público dentro das redes sociais. Entretanto, existe um grande vácuo em referências para respaldar o trabalho feito pelos profissionais de métricas sociais.

As referências existentes até o começo do ano eram todas estrangeiras ou papers dos profissionais que já estão no mercado há alguns anos. Mas, o mercado parece que está passando por uma transformação e no começo desse ano já foi lançado o livro "Para entender o monitoramento de mídiassociais" e agora saiu a edição traduzida do livro "Social MediaMetrics", de Jim Sterne.

O livro Métricas em mídias sociais - Como medir e aperfeiçoaros seus investimentos em marketing tem como foco a medição do resultado e traz técnicas e estratégias para as empresas que desejam ampliar sua presença em mídias online de compartilhamento e relacionamento.

Sterne descreve em seu livro destaca muitos exemplos de métricas que são úteis para orientar a atuação em redes sociais, blogues, microblogues e todo tipo de mídia online de compartilhamento e relacionamento. Ainda tenta mostrar a importância das mídias sociais num momento em que as empresas se tornam mais vulneráveis às opiniões e necessidades de seus clientes.

Para os profissionais da área ou os interessados no assunto é preciso tomar cuidado. O livro tem o seu valor como material de pesquisa, mas os exemplos são focados no mercado americano. A maior parte do conteúdo precisa ser trabalhado e adaptado a realidade do mercado brasileiro. Entretanto, esses pequenos detalhes não desqualificam a obra, muito pelo contrário, é uma ótima oportunidade de aprimorar os conhecimentos e para os que está chegando no mercado descobrir como mensurar campanhas em redes sociais.

Serviço
Editora: Nobel
Preço: R$ 55,90
O autor: Jim Sterne e autor com 25 anos de carreira, Sterne foi nomeado uma das 50 pessoas mais influentes em marketing digital pela revista britânica Revolution, é produtor da eMetrics Marketing OptimizationSummits e co-fundador e presidente da Web Analytics Association.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Mercado de métricas em expansão exige profissionais qualificados


Há dois anos colocar no currículo ou nos perfis das redes sociais que era "analista de mídias sociais" era sinal de "status", mas a profissão foi banalizada pelo incontável número de oportunistas que só por ter um perfil nas redes sociais mais importantes se intitulavam como profissionais.

O mercado cresceu, as empresas perceberam a necessidade de ter bons profissionais, lógico que ainda existem vários pseudo-profissionais se vendendo como especialistas, e a necessidade de se destacar no grupo persistiu. Com necessidade de massagear o ego o novo modismo e se vender como profissional de métricas.

Um incontável número de profissionais, correção: oportunistas, se vendem como especialistas em métricas. O reflexo pode ser visto em anúncios que buscam profissionais híbridos, que façam, entendam de mídias sociais e por fora consigam entender as métricas que envolvam todo o processo.

Hoje, é possível encontrar esses fakes nos vários postos dentro de empresas e agências: do mais júnior, passando por especialistas até chegar aos gestores. Em todos os casos essas pessoas nunca chegaram nem perto de uma ferramenta de monitoramento, acreditam que sabem como ler dados do analytics só por ter acesso e não se sentem intimidados em falar do novo insights do Facebook baseado no senso comum.

Vida curta aos oportunistas
O cenário pode demonstrar que o mercado está destinado a mediocridade, felizmente, a mesma arrogância que levou esses oportunistas a um cargo de gerência é a mesma que derruba, com os constantes erros, com as ánalises duvidosas e relatórios onde somente os números positivos são apresentados, acaba por colocar eles para fora do mercado.

Grandes, médias e pequenas empresas cada vez mais exigem dados precisos, ao mesmo tempo em que buscam pessoas qualificadas. Mesmo que em um primeiro momento esses híbridos consigam entrar com os seus jargões ou frases de efeito, no dia-a-dia sua mediocridade os denúncia como fraudes.

Apesar de esse post começar com um tom negativo. O futuro para os profissionais de métricas está em franca expansão. Se traçarmos um paralelo com os profissionais do direito podemos afirmar que por mais que o profissional entenda de leis é necessário a especialização em uma área, mesmo se o sonho seja ir para o Supremo Tribunal Federal. O mesmo vale para o mundo virtual. Hoje o mercado busca profissionais capazes de gerenciar equipes específicas deixando apenas para cargos de diretoria a missão de comandar equipes múltiplas, pois sabem que o impacto financeiro não compensa arriscar com um "profissional" sem experiência.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Qual é o seu perfil digigráfico?


A DM9DDB divulgou um documentário, dividido em seis partes, onde trás um novo conceito para a forma de classificar o consumidor nos ambientes digitais. O estudo, que recebeu o nome de Perfis Digigráficos, postula que que as mudanças trazidas pelo digital pouco ou nada tem a ver com sexo, idade ou classe social, mas sim com três novos critérios:

  • Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida.
  • Quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais.
  • Quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.


Com base nesses três parâmetros o mundo digital perde a classificação convencional, como demografia ou mesmo perfis psicográficos e passa a ser definido por cinco tipos de perfis, que ganharam o apelido de perfis digigráficos. São eles:

Imersos: Tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. Suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital, que os permitiu dar vida a mais personas.

Ferramentados: Recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram.
A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilitam suas vidas. Mas não dependem delas nem são definidos por elas .Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira como se relacionam com família, escolas, empresas e governo.

Fascinados: Querem parecer modernos e tecnológicos. Para eles, computadores, gadgets e hábitos da Era Digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados. Eles são um excelente exemplo de como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.

Emparelhados: A tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida.
Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do seu corpo, potencializando suas capacidades humanas.

Evoluídos: O universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat. Esses são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital.

Se esse novo tipo de classificação vai virar padrão para o público, ainda é cedo, principalmente por derrubar conceitos e teorias já amplamente estudas. Se vai virar material acadêmico, isso podemos ter certeza. No atual mundo acadêmico qualquer "estudo" sem comprovação científica é usado para respaldar trabalhos igualmente duvidosos.

Em resumo, a Agência e a Vox Pesquisas, contratada para o processo de investigação do estudo, conseguiram produzir um excelente material visual, entretanto no final fica aquela sensação de como chegaram a esses perfis, qual metodologia que foi utilizada, quais parâmetros e públicos foram acompanhados durante a realização do estudo? São várias perguntas que ficaram sem respostas e que no final acabam por desqualificar o material como estudo e tornando ele apenas promocional para os serviço prestados pela DM9DDB.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

E-book: Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais


Chegou as redes o primeiro livro brasileiro que busca desvendar e/ou explicar o monitoramento das mídias sociais. A área surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas e a necessidade de empresas e marcas entender e atender o público que interage nos ambientes digitais.

O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” foi organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento, e trás textos de 27 autores brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais,

O formato foi inspirado nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

domingo, 25 de dezembro de 2011

64% do público online quer um "namorado" de natal


Papai Noel teve trabalho extra nesse natal para agradar uma legião de altinhos que acreditam nos dons de santo casamenteiro do bom velhinho.

Essa conclusão foi baseada  em um monitoramento realizado entre os dias 16/12 a 22/12, no Twitter. Nesse período foram ouvidos 2.863 menções sendo que 64% foi de pessoas pedindo um namorado, contra  36% que tinham a vontade de arrumar uma namorada.

Desse grupo que utilizou o Twitter como "meia" para depositar o seu desejo, 35% eram rapazes que nutriam a vontade de encontrar debaixo da árvore, embrulhado para presente, um "namorado". Isso mesmo, os rapazes chegaram ao final do ano mais carentes, resolvidos e decidiram arriscar nas redes sociais para começar 2012 com um novo amor.

Com tanta estatística falando que existem mais mulheres que homens solteiros no país, as moças resolveram não arriscar e também foram ao Twitter pedir namorado, mas somente para trocar o modelo e antigo por um novo.

Exatamente, as mulheres esqueceram um pouco do romantismo e as que relataram ter o desejo de trocar o modelo antigo por um novo representou 17% das menções realizadas pelas mulheres. O modelo de homem mais cobiçado pelas mulheres é  namorado da amiga que foi usado como exemplo por 28% das meninas que desejam conquistar um novo amor nesse final de ano.


Essas percepções do público foram obtidas por meio de um monitoramento que consistiu em acompanhar quatro tipos de menções realizadas espontaneamente pelo público que utiliza Twitter:

  • Quero namorado de natal – 1.133 menções
  • Quero namorada de natal – 720 menções
  • Quero namorado no natal – 689 menções
  • Quero namorada no natal – 321 menções


Eu sou um potencial consumidor. Esse acompanhamento com grupos de palavras específicas também permite uma outra leitura. Basta esquecer o lado lúdico, a falta sensação de liberdade que as redes sociais oferecem e com a possibilidade de falar sobre tudo para todos foi possível observar que de todas as pessoas que registraram seu desejo de um novo amor, nenhuma teve interação de marcas ou perfis corporativos.

Os três principais motivos que fazem as empresas não saber como trabalhar com o público online:

  • O mercado ainda engatinha quando o assunto é fazer marketing de relacionamento;
  • Existe uma total falta de conhecimento do poder de consumo do publico online;
  • As empresas ainda trabalham com um forte pensamento no marketing tradicional e não conseguem vislumbrar outras formas de conquistar e engajar o público online.


O público que poderia ter sido atingido com micros ações iria proporcionar um retorno superior as campanhas tradicionais. Em uma simulação de retorno e alcance para uma ação com esse grupo de pessoas, uma empresa teria como resultado médio uma base de 300 novos consumidores fidelizados e impacto de primeira ordem em mais de 250 mil pessoas.

Os números acima mostram que oportunidades para a realização de bons negócios utilizando as redes sociais existem, no entanto é necessário que as empresas resolvam sair da sua zona de conforto e primeiro conhecer o público que está nas redes sociais, para em seguida conseguir realizar campanhas micros para um público macro.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Aberta a temporada de caça para profissionais de métricas

O mercado nunca esteve tão aquecido na área de comunicação. Não importa a área, os bons profissionais estão sendo disputados a tapa, para tentar fugir dessa inflação o jeito é pegar profissionais quase inexperientes e treinar.

Com esse pensamento abri um processo seletivo para a contratação de um analista de métricas/monitoramento, em pouco mais de uma semana recebi 819 currículos nos mais variados formatos, com pessoas de todas as idades, profissões, formação e objetivos. Isso tudo porque fiz um anúncio bem específico sobre as qualidades do profissional que buscava, mas percebi que ninguém lê anúncio, apenas manda o currículo com aquele pensamento: vai que cola!

Destes 819 currículos consegui fazer um mapeamento interessante do público que está querendo dar um upgrade na carreira:

  • 94% são mulheres
  • 52% tem pós-graduação ou MBA
  • 29% estão cursando uma pós-graduação ou MBA
  • 83% não falam nenhum idioma, mas
  • 56% afirmam ter o inglês básico
  • 91% não colocou nenhum link para rede social que participa
  • 39% são jornalistas com experiência
  • 0,2% já tinham trabalhado com monitoramento

Um dos pontos que me chamou a atenção foi o objetivo profissional; "Continuar as minhas aspirações profissionais, contribuindo assim para o meu crescimento profissional.", "Atuar na área de Comunicação Corporativa", "Ter a oportunidade de adquirir experiência e obter êxito profissional.", entre tantos outros se juntaram a falta de tato, de cuidado com um documento que serviria como porta de entrada para um emprego.

No final, não consegui selecionar ninguém, mas resolvi investir em um candidato que tinha tudo de errado na apresentação, mas era fluente em inglês. Foi uma aposta que ainda é cedo para saber se acertei, mas diante desse cenário vejo que a crise de bons profissionais vai se agravar e cada vez mais inflacionar o mercado.

Conclusão. Apesar de me surpreender a quantidade de currículos que não atendiam nem 70% das exigências, também percebo que existe um grande público que busca se aperfeiçoar, mas com retorno financeiro.

O mercado de métricas e monitoramento é um dos que mais crescem e oferecem bons salários para um profissional que quer ingressar nesse novo segmento, além de oferecer base para trabalhar com qualquer outra área: planejamento, criação, projetos, auditória de campanhas, entre outras.

A tentativa para entrar no mercado é justa, mas falta adequação do currículo para a vaga pretendida e essa falta de cuidado pode queimar a imagem do profissional para qualquer possível vaga.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mídia social: o que deu certo e o que deu errado

Um relatório da consultoria Custom Communication, reportado pelo Advertising Age, apontou os produtos que fizeram história na construção do atual cenário das mídias sociais em suas várias esferas: blogs, redes sociais, compras coletivas, compartilhamento de fotos e vídeos, geolocalização e outros mais.

Veja abaixo os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo. Em cada tipo de serviço existe uma divisão em quatro categorais: o pioneiro, o que virou queridinho da mídia, o que de fato inovou e consolidou o mercado e aquele que promete ser a sensação do futuro.

Blogs
Pioneiro - LiveJournal – fundado em 1999, foi o primeiro serviço a aproveitar a tendência de se ter um diário online.  Acabou vendido em 2007 para publishers da Rússia.

Queridinho da mídia - Blogger – fundado por Evan Williams em agosto de 1999, foi comprado pelo Google em 2003 quando os blogs chamavam as atenções da mídia. Segue parte do Google, mas nunca desenvolveu todo seu potencial, muito por conta da mudança cultural dos blogs de textos longos para microbloggings e redes sociais.

Inovador - WordPress - surgiu em 2003 e segue como gerenciador de conteúdo mais popular do mundo.

Futuro – Tumblr. e Posterous – com o advento dos microbloggins como Twitter, modelos híbridos de blog e microblog podem conquistar espaço.

Redes sociais

Pioneiro – Friendster – fundado em 2002, estabeleceu-se como primeira rede social, embora muitos digam que o primeiro foi o britânico Friends Reunited. Após recusar uma proposta de US$ 30 milhões do Google, perdeu espaço.

Queridinho da mídia – MySpace – foi comprada em 2005 pela News Corp por US$ 580 milhões para realizar o potencial de redes sociais dentro do grupo. Agora, a morte está de olho nele.  A News Corp tentou transformá-la em uma plataforma global de entretetnimento.

Inovador – Facebook – O Goldman Sachs avaliou a rede social em US$ 50 bilhões e a empresa está prestes a abrir capital, naquele que será o maior evento do setor desde a fusão da AOL com a Time Warner. O que poderia dar errado?

Futuro – Ren Ren – As duas maiores redes sociais da China (sendo a Ren Ren, clone do Facebook, a maior delas) tem mais de 500 milhões de usuários num país onde o Facebook é bloqueado pelo governo.  As lições de Friendster, MySpace, Bebo e outros demonstram os perigos de se tentar prever hegemonia online.

Compras coletivas

Pioneiro – Mercata – lançado em 1999, queria revolucionar o e-commerce, ao agregar consumidores para conseguir descontos. A empresa desmoronou com a bolha da internet em 2000 e cancelou seu plano de um IPO na casa de US$ 100 milhões.

Queridinho da mídia – Mobshop – lançado na mesma época do Mercata, com modelo de negócio parecido e um contrato com o governo norte-americano, no setor de compras online. Fechou logo depois do Mercata, mas seus fundadores mantiveram a patente, o que deixou alguns esperançosos em uma volta.

Inovador – Groupon – E essa volta se chama hoje Groupon, que abriu em 2008. Tem 50 milhões de usuários e opera em 35 países, exorcizando os fantasmas deste mercado. Foi chamado pela Forbes de “companhia com crescimento mais rápido em todos os tempos”.

Futuro – Walmart – O Groupon não pode ignorar o único player que também tem grande retorno no modelo de varejo de multidões. O produto CrowdSaver, do Walmart, está crescendo e abraça milhares de compradores a cada semana.

Compartilhamento de fotos

Pioneiro – Picasa – Lançado em 2001 quando subir imagens para a internet era um nicho interessante (e um processo ardoroso, também). Foi adquirido pelo Google e ainda mantém espaço como aplicativo popular do celular Android.

Queridinho da mídia – Flickr – sua integração com a plataforma de blogs ajudou na época áurea dos blogs. Sua preposição é ser mais  que um serviço de compartilhamento de fotos, buscando criar uma rede comunitária em torno de si, com sucesso. Não se sabe o quanto ele poderá sobreviver dentro do decadente império do Yahoo.

Inovador – Facebook – seus usuários amam compartilhar fotos, embora às vezes esqueçam de checar seu status de privado.  Em seu caminho para o domínio do mercado de fotos, as pessoas escolhem compartilhar via facebook, o que faz as marcas salivarem com o potencial publicitário.

Futuro – Picplz e Instagram – é necessário mencionar o ,ercadp de s,artphones. Os dois programas querem ganhar dinheiro em cima de nosso desejo de caputar uma imagem na rua e compartilhar. Eles podem viver ou morrer, mas 2011 parece marcar aa década da revolução mobile.

Integrados de conteúdo
Pioneiro – Del.icio.us – lançado em 2003 se tornou a bíblia para quem queria marcadores de páginas favoritas. Comprado pelo Yahoo, quase sucumbiu a uma crise de identidade da empresa.

Queridinho da mídia – Digg – os marcadores, por volta de 2006, eram considerados a “nova busca” e o Digg tinha um status como o do YouTue e MySpace. Seu fundador Kevin Rose apareceu na capa da Business Week como o homem que fez US$ 60 milhões em 18 meses. No final de 2010, Rose deixou o cargo de CEO e a empresa estaria perdendo dinheiro, embora tenha ainda 8,5 milhões de visitantes por mês. Sua tentativa de ser um curador da mídia e construtor de comunidades jamais rivalizou com o poder das redes sociais.

Inovador – Twitter – não é um serviço típico de marcação de páginas favoritas,  mas acaba fazendo isso com sua plataforma de microblogging.  Seu senso de comunidade superior torna o site mais relevante para os usuários.

Futuro – Facebook – tem potencial por conta do tamanho de sua rede e pela intimidade das comunidades de amigos. É ótimo para a distribuição de informações, porque a distribuição de links se dá pela confiança pessoal. Pesquisas indicam que ele já é a segunda maior referência de informações na internet, próximo do Google. E o Facebook tem uma arma secreta, o botão “Curtir”.

Compartilhamento de vídeos

Pioneiro – Metacafe – lançado em 2002, com o advento da banda larga em níveis aceitáveis, operava na premissa de ser uma comunidade de compartilhamento de vídeos. Houve uma tentativa de fazer grandes nomes do cinema produzir conteúdo original para a web, mas a comunidade ainda não empolgou.

Queridinho da Mídia – Rocketboom – em 2004, o “vlogging” foi apontado como nova grande tendência. O termo não e o conceito não sobreviveram muito tempo. O site segue vivo, com mas com audiência pequena.

Inovador – YouTube – o futuro do vídeo na internet está em deixar todos nós postarmos vídeos, criando-se o maior arquivo de vídeos buscáveis do mundo.  Não foi o precursor nisso, mas o apoio do Google o tornou uma realidade. E ao abraçar a publicidade, não perdeu espaço e deve ter fechado 2010 com seu primeiro lucro.

Futuro – o velho “tubo” perdeu espaço, mas pode voltar graças a tecnologias como HD, e Google e Apple passaram a investir nessa tecnologia dos anos 1920. A publicidade global em televisão corresponde a 41% do mercado, e com os set-top boxes da Google TV e Apple TV, em breve, mesmo as gerações mais novas terão algo legal para ver no grande tubo.

Geolocalização

Pioneiro – Dodgeball – Com a chegada do 3G, o estudante Dennis Crowley desenvolveu em 2000 um programa que permitia mandar texto a vários amigos de uma vez, para dizer onde ele estava e o que estava fazendo. Foi o primeiro esforço de rede social mobile. Foi comprado pelo Google e fechado quatro anos depois, virando o Google Latitude.

Queridinho da mídia – Loopt – lançado em 2005, permitia a uma pessoa saber onde estavam seus amigos assim que saíssem da sala de aula. Três anos depois, Steve Jobs lançou o iPhone 3G e elogiou a ferramenta. Hoje, o Loopt tem 4 milhões de usuários e está disponível em grandes redes mobiles dos EUA, e na internet. Sobreviveu pois permite aos usuários postarem seus updates em redes sociais como Facebook e Twitter.

Inovador – Foursquare – lançado em 2009, passou a oferecer “presentes” para quem fizesse check-in em qualquer lugar. Tem 5 milhões de usuários.

Futuro – Mixi – nasceu em 2004 no Japão e permite à população do país construir comunidades baseadas em seus interesses particulares, além de possibilitar check-ins e uploads. Com 10 milhões de usuários, é a rede social mobile favorita naquele país. Pode não entrar nos EUA.

Fonte: Revista Proxxima

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Alternativas de ferramentas para os órfãos do Delicious

O Yahoo ainda não confirmou oficialmente, mas todos os sinais apontam para a iminente morte do delicious.com. Para as pessoas que tem o hábito de guardar páginas para ler depois há várias alternativas disponíveis.

O único problema é encontrar uma nova ferramenta que atenda as necessidades e se encaixe nas exigências de como salvar buscas e bookmarks.

Na lista abaixo compilada pelo Search Engine Land estão as principais ferramentas online. Entretanto, para quem não quer sofrer novamente em se adaptar com uma ferramenta e depois correr o risco dela ser descontinuada o bom e velho excel contínua ser a melhor alternativa.

10 Alternativas para o Delicious.com

Blinklist : tem alguns dos mesmos recursos do Delicious, como adição rápida de páginas e compartilhamento com outros usuários. As páginas podem ser lidas offline, mas não oferecer uma maneira de importar os favoritos.

Connotea : O site anuncia-se como um serviço de "pesquisadores, médicos e cientistas." E muitos dos recursos são projetados especificamente para usuários acadêmicos . Mas ele funciona da mesma maneira como o Delicious: encontrar uma página, adiciona à sua "biblioteca", adicionar palavras-chave para recuperação posterior, e assim por diante.

Diigo : Diigo permite salvar páginas, arquivos, imagens e muito mais. Ele se apresenta como um serviço de gestão de informações pessoais. O usuário pode marcar as páginas através de uma barra de ferramentas Diigo e/ou um bookmarklet do navegador.

Evernote : Como o Diigo, o Evernote não é apenas para gerenciar os favoritos - mas isso é uma das coisas que pode ser feita. A ferramenta também permite salvar URLs ou apenas recortes de texto de uma página.

Faves.com : Este não é um site de puramente para o gerenciamento de favoritos, mas um ferramenta que funciona como uma combinação de, digamos, Delicious e Google Reader. Quando você se registra, Faves.com instala na barra de ferramentas do navegador e assim salvar o conteúdo. Sua home page Faves.com inclui as ligações que os amigos que guardou (se você optar por se conectar a outros que utilizam o site).

Favoritos do Google ou Google Bookmarks : Você já pode estar usando a ferramenta sem saber. Todos os resultados de busca que são marcados com estrelas foram salvos no Google Bookmarks. Também é possível adicionar sites aos Favoritos do Google através do Google Toolbar. Na verdade, aqui está uma lista das várias maneiras de adicionar páginas ao Google Bookmarks. E sim. Ele suporta a importação de bookmarks.

Historio.us : Está ferramenta oferece a economia de um clique, faz fotos de páginas, oferece busca de marcação e de texto completo. Ele não suporta importar favoritos de outros sites. Há uma opção de conta gratuita limitada, mas limitado para 300 sites.

Instapaper : Para os usuários fieis e constantes do Delicious.com esta não é a melhor ferramenta. Instapaper permite salvar páginas para leitura posterior, mas o criador Marco Ament adverte que não é "otimizado para controlar os milhares de páginas. Esta não é a ferramenta certa para recolher, classificar, marcar, filtrar e pesquisar o conteúdo de cada página da web que você já encontrado. "

Pinboard.in : Este não é um serviço gratuito. Ele oferece um serviço básico de cerca de US$ 7 ou um serviço de arquivamento por US $ 25 por ano. O serviço armazena cópias de arquivo dos seus marcadores e oferece pesquisa de texto completo. Convenientemente, você pode ver uma comparação Pinboard vs Delicious para ajudar você a decidir se este é o serviço certo para você.

Zootool : Como alguns dos outros acima, Zootool não é apenas para URLs, você pode salvar as imagens, documentos e conteúdos entre outros. O arquivamento é feito através de um marcador e, ao contrário Delicious.com, Zootool salva o seu conteúdo como miniaturas. Ele oferece ferramentas de organização como a etiquetagem, também.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Facebook alcança 9 milhões de visitantes no Brasil

Um estudo da comScore mostrou o panorama das redes sociais no Brasil. O Orkut segue sendo a rede mais visitada, de acordo com dados do mês de agosto, com mais de 29 milhões de pessoas que acessaram o site. Ele teve um crescimento de 30% na comparação entre as visitas recebidas em agosto de 2009 com as de agora.

A grande novidade foi o Facebook, que teve alta de 479% nas visitas, atingindo um total de 8,9 milhões de visitantes.

O Twitter, no entanto, também tem muito o que comemorar. A rede tem no Brasil o maior índice de uso se consideradas as pessoas que acessam a internet no país. Aqui, a cada 100 internautas, quase 23 visitaram o Twitter.

Outros países que possuem grande participação da população no Twitter são Indonésia, Holanda, Japão e Venezuela. Em números absolutos, a maior quantidade de visitas continua ocorrendo nos Estados Unidos, mas em proporção em relação à população, ele está somente em 12º lugar, com cerca de 12%.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Orkut ainda é a rede social mais popular no Brasil

Apesar do furor em torno de Twitter e Facebook, ainda é do Orkut o posto de rede social mais utilizada, pelo menos nas principais praças do país.

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pela Kantar Worldpanel confirma que nas capitais de Rio de Janeiro e São Paulo o Orkut é o site mais popular, com 98% de penetração. Em segundo lugar aparece o Twitter, com 14%, seguido pelo Facebook, com 13%.

De acordo com o estudo, obtido por Mariana Lang, da Folha.com, o Brasil segue na contramão de seus vizinhos no continente: em outros países da América Latina, o Facebook lidera a preferência com 53% e é acompanhado pelo Orku com 46% e Twitter com 12%.

As redes socias atraem cada vez mais os brasileiros. A pesquisa descobriu que pelo menos uma pessoa de 32% dos domicílios nas capitais de RJ e SP é conectado às ferramentas. O estudo foi desenvolvido sobre 3 mil lares em cada capital e aponta que, entre os entrevistados, 11% se consideram "viciados" em redes sociais e outros 21% se declararam usuários frequentes de redes.

Outra descoberta da pesquisa é que, em 54% das casas, as redes sociais são conhecidas, porém acessadas sem tanta frequência. Somente 14% dos lares consultados informaram desconhecer esse tipo de ambiente virtual.

De acordo comas informações, em 30% dos lares, os internautas de ambas as capitais usam a ferramenta para manter contato, 23% para postarem fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e 9% para fazerem novos amigos. 5% utilizam as ferramentas para bisbilhotar as informações dos perfis, enquanto 3% dos entrevistados disseram acessar a rede para postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e serviços.

Com informações do Portal Exame

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

comScore lança serviço de mensuração de redes sociais

A comScore, uma das principais empresas mundiais de aferição digital, anunciou nesta segunda-feira ( 20/9) que passou a fazer mensuração de redes sociais. O novo serviço, chamado de comScore Social Analytix, será feito por meio da ferramenta Radian6.

Assim, os clientes da comScore poderão saber, em tempo real, o que os consumidores dizem sobre marcas e produtos em diversas redes sociais, como Facebook, Twitter, LinkedIn e MySpace, e também capturar menções em blogs e vídeos na web.

O Radian6 vai funcionar de modo independente dos painéis de medição já utilizados pela comScore nos países em que atua.

Segundo o instituto de pesquisa, além de identificar citações nas redes, o comScore Social Analytix permitirá responder aos consumidores que fizerem comentários sobre marcas, identificar os influenciadores e, assim, desenvolver uma estratégia de aproximação com eles. Também facilitará o acompanhamento dos efeitos de campanhas publicitárias.

O ingresso da comScore na área de mensuração de redes sociais segue movimento natural das companhias de pesquisa. O Ibope Nielsen Online, por exemplo, tem o BuzzMetrics, para redes sociais, e o VideoCensus, para vídeos – ambos os serviços foram trazidos para o Brasil no início deste ano.

O que o mercado já oferece para acompanhamento de redes sociais:
i-Group
iBrands – Desenvolvida pelo i-Group em parceria com a empresa catarinense A2C, ela faz um mapeamento de boca-a-boca no Orkut, My Space, Sonico, YouTube, Twitter e blogs. Além de gerar relatórios sobre o boca-a-boca digital, identifica usuários mais relevantes e cria filtros para evitar desvios de análise – como exemplo, pensa na palavra Oi, que pode servir tanto para designar a operadora como uma saudação.
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E.Life
TweetMeter - Destinado a empresas, agências digitais e de publicidade, o software TweetMeter faz um mapeamento do que os usuários comentam sobre  cerca de 1,5 mil marcas. Ela também identifica a repercussão de diversos temas, como política, mídia, esportes ou economia, e as URLs (endereços de internet) mais linkadas.

E.Life BuzzMonitor – O software é utilizado para monitorar, analisar e gerar relatórios sobre o boca-a-boca on-line de consumidores em tempo real. O E.Life BuzzMonitor possibilita varrer a blogosfera e mostrar como está a imagem de uma empresa com base na monitoração do volume de discussões de consumidores on-line em blogs, fotoblogs, wikis, sites pessoais, fóruns e em redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace e Linkedin.
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Ibope
BuzzMetrics – A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter, Facebook, fóruns e blogs, entre outros canais. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.
VídeoCensus - Faz trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Sua finalidade é rastrear o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.
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CDN
Sismoweb - Identifica o cenário da exposição da marca, produto ou serviço na internet. Seus relatórios quantificam e qualificam a presença digital. Também observa temas e tópicos em evidência e formadores de opinião. Ele fornece dados em tempo real, alertas por email e SMS, gráficos e listagens.
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Press Army
Este produto é internacional e faz filtros por data, canais e leva em consideração o contexto da marca. Seus relatórios trazem informações sobre os influenciadores digitais.
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SocialOomph
Coleta dados sobre a blogosfera e demais canais de redes sociais e qualifica a influência das pessoas que seguem a marca ou interagem com ela.
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Radian6
Esta plataforma de monitoramento online permite analisar o grau de engajamento de um internauta com a marca e agrupa em tempo real os comentários postados nas redes.

Fonte: Com informações do IDGNow

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como a internet mudou a comunicação

Um vídeo interessante para quem busca entender de forma rápida qual foi o impacto para a publicidade e como nós mudamos na forma e formato de utilizar e experimentar novas tecnologias.



O segundo vídeo já aprofunda um pouco mais o assunto e tenta mostrar o que é esse bicho chamado Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC) e como toda a mídia, consumo e público estão mudando por causa dessa nova realidade.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O cálculo de ROI nas mídias sociais

Nos dois últimos anos, vários profissionais da área de métricas tentam achar a fórmula para o cálculo do Retorno Sobre Investimento (ROI) em mídias sociais. O debate se popularizou e vários híbridos entre formas tradicionais e inovadoras surgiram para se chegar aos resultados de ações em Mídias Sociais.

O correto é que, mesmo com as novas métricas que estão surgindo para se dimensionar o ROI de uma campanha, ainda não podem ser tidas como verdades absolutas, até que se tenha uma compreensão total de como o engajamento social afeta todos os níveis. Afinal, o Retorno Sobre Investimentos não é tão simples como a contagem de um aumento de assinantes, seguidores, fãs, comentários, alcance e tráfego.

Esta nova realidade fez surgir várias adaptações para o ROI que incluem:
Retorno sobre o noivado - a duração do tempo gasto em conversas ou interagindo em ambientes sociais, e por sua vez, o que aconteceu que é digno de medição.
Retorno sobre a participação - a métrica para medir e valorizar o tempo gasto em interação ou a criação de conteúdos.
Retorno sobre o envolvimento - similar à participação, busca documentar os estados de interação e métricas de subordinação e potencial de retorno de cada um.
Retorno sobre retenção - busca avaliar os meios de aproveitar a retenção e gerar repostas a inputs da marca.
Retorno sobre confiança - uma variante de medição que busca identificar a capacidade do interlocutor engajar outros clientes dentro dos ambientes virtuais.
Esta realidade foi comprovada por um estudo de 2009 realizado por Mzinga e Babson Executive Education, onde foi constatado que 84% dos profissionais que representam uma variedade de indústrias não medem o ROI de suas ações em mídias sociais.

Hoje, o número de empresas que ainda ignoram a possibilidade de medir o retorno é grande, mas também não se pode negar o o aumento da exigência de indicadores que permitam analisar e avaliar os dados que são gerados com ações nos ambientes sociais.

Para se chegar a estes dados, antes de mais nada, é necessário saber o que vai ser medido e com qual objetivo, dessa forma é possível definir uma estratégia de acompanhamento e mensuração de resultados.

O passo-a-passo
Definir objetivos
- Vendas
- Inscrições
- Referências
- Links (a moeda da web social)
- Votos
- Redução de custos e processos
- Diminuição dos problemas dos clientes
- Conversão
- Redução de ciclos de venda
- Oferecer "Insights" para o cliente

Estes pontos descritos acima podem variar de acordo com o cliente e ação e até outros podem ser incorporados, o importante é saber como e porquê aplicar uma métrica de mensuração de resultados. Muitas vezes entender o cliente e suas motivações, ver onde eles estão e o que eles estão usando (Twitter, Facebook, YouTube, entre outros), identificar para quem o conteúdo é gerado e quem fala com a marca pode ser o começo de tudo.

No final, quando todos os objetivos estiverem claros, a mensuração de resultados passa a ser automático com a possibilidade de, inclusive, utilizar a tradicional fórmula:

O modelo acima é a forma básica de cálculo. Outros modelos mais sofisticados já existem e são utilizados por empresas e agências. Se você já utiliza algum outro modelo, pode compartilhar na caixa de comentários.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Lady Gaga e a construção do branding lúdico

A cantora Lady Gaga é o atual fenômeno de marketing. A cantora tem uma legião de fãs fiéis que compram, seguem tendências ditadas pela diva e em troca são bajulados por Gaga, que sempre busca formas de criar uma relação de proximidade com o público.

Essa relação de troca foi transportada para o mundo das mídias sociais por David Kusek, que identificou alguns dos principais motivos que tem feito a cantora ser referência para muitos cantores.

1. Dê um nome aos fãs. Gaga não gosta da palavra "fã" de modo que ela chama os seus de "Little Monsters", nomeado após seu álbum "The Fame Monster". Ela até tatuou "monstrinhos" em seu braço e postou a foto no Twitter mostrar o amor que sente por seus fãs. Ao dar um nome ao grupo formal criou a possibilidade dos fãs se referirem uns aos outros, além de criar uma identificação no grupo.

2. Torná-lo algo maior que você. Durante sua turnê, Gaga recita um "Manifesto dos Little Monsters" (texto e video). Embora um pouco enigmática, ela demonstra a dedicação que tem aos seus fãs e o poder que eles tem em seu sucesso.

3. Desenvolver símbolos compartilhados. O site oficial dos "Little Monster" tem como saudação a monster claw (garra do monstro). Como todos os "little monster" sabem, a garra faz parte da coreografia da música "Bad Romance". Gaga conta a história de ver um fã em Boston cumprimentar outro fã com a mão em garra. Está saudação inclusive já é conhecida por pessoas como Oprah. Símbolos compartilhados permitem que aos fãs se identificar uns aos outros e se conectar.

4. Faça seus clientes sentir como estrelas do rock. Durante a turnê "Monster's Ball Gaga", grampeava o telefone do público e durante o show discava e chamava o fã para o palco. No final, o fã era convidado para tomar um drinque no camarim da cantora.

5. Aproveite a mídia social. Lady Gaga tem a página fã no Facebook (mais de 5 milhões de usuários) e Twitter (quase 3 milhões de seguidores), mas a forma como ela usa as redes que proporciona a lealdade dos seus seguidores. No Twitter, ela fez streaming da abertura do Grammy Awards. Ela também compartilha momentos da vida pessoal.

Artigo Original pode ser acessado no endereço: Future Of Music

terça-feira, 16 de março de 2010

Pesquisa divulga perfil de usuários das redes sociais

Um estudo divulgado pela empresa Anderson Analytics analisou a demografia e psicografia de usuários de redes sociais no Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, com o objetivo de fornecer aos marketers informações sobre interesses de usuários e os hábitos de compra relacionados à sua rede de escolha. O resultado final é uma visão detalhada sobre os perfis e hábitos de usuários das redes sociais na web atualmente.

Algumas das conclusões do estudo refletem coisas que já sabíamos. Por exemplo, os usuários do Facebook tendem a ser mais velhos, caucasianos e ricos, já os usuários do MySpace são jovens. Outra informação é nova: usuários do Twitter são mais propensos a ter um emprego de meio expediente, usuários do LinkedIn gostam de exercitar e possuírem mais gadgets.

O estudo da Anderson teve uma amostra de mais de 11 mil membros do painel GreenfieldOnline (uma comunidade de pesquisa online) durante um período de 11 meses, para entender o alcance dos serviços das redes sociais entre a população online dos EUA. Depois, a empresa entrevistou mais cinco mil membros, sendo que 1.250 participaram de uma pesquisa mais detalhada. A empresa, então, dividiu os participantes em duas categorias: usuários e não-usuários de redes sociais. Para ser considerado um usuário de redes sociais o participante tinha que ter usado algum dos sites em questão nos últimos 30 dias.

Claro, nem todo mundo é dedicado a uma rede social apenas. O estudo descobriu que há sobreposições entre os sites.

Usuários de redes sociais, em geral

De 110 milhões de americanos (ou 60% da população online) que usam redes sociais, o usuário comum de redes sociais entra bastante nessas redes. Eles entram nos sites de redes sociais cinco dias da semana, quatro vezes ao dia, gastando um total de uma hora por dia. Nove por cento desse grupo permanece nas redes o dia todo e constantemente olham para ver o que há de novo.

Interagindo com as marcas
Quando se trata de marcas online, o estudo constatou que:
  • 52% dos usuários tinham adicionado como amigo ou marcado como fã de pelo menos uma marca;
  • 17% consideram positivo o fato de verem uma marca em uma rede social;
  • 19% consideram negativo o fato de verem uma marca em uma rede social;
  • 64% não responderam ou não se importam com as marcas nas redes sociais;
  • 20% gostariam de ver mais comunicação da parte das marcas online;
  • 35% não gostariam de ver mais comunicação;
  • 45% não responderam ou não se importavam.

Mitos das redes sociais derrubados

Algumas informações interessantes se destacaram no estudo, incluindo a desmistificação de alguns mitos das redes sociais. Os usuários de redes sociais não estão interessados em adicionar estranhos como amigos ou em criar "falsos" amigos para impulsionar o seu ego. Do grupo, 45% se conectam apenas com família e amigos e outros 18% só interagem com pessoas que conheceram pessoalmente. Em outras palavras, dois terços se interagem somente com pessoas que realmente conhecem. Apenas 10% dos pesquisados responderam que interagem com qualquer pessoa.

Também é interessante que apenas 15% dos usuários de redes sociais dizem que entram em redes sociais no trabalho, desmascarando outro mito sobre o uso em excesso de redes sociais no ambiente de trabalho.

Quem não utiliza redes sociais

O estudo revelou o motivo de alguns usuários de internet não estarem em nenhuma rede social. Surpreendentemente, não é porque eles odeiam tecnologia, eles gastam tanto tempo na web como os usuários de redes sociais. Em vez disso, eles não usam mídias sociais ou porque não têm tempo, ou porque não acham seguro. Alguns pensam que é estúpido. No entanto, mesmo contando com aqueles que não passam tanto tempo na web, 22% afirmam que irão começar a utilizar alguma rede social em até três meses, e 27% disseram que irão começar dentro de um ano.

Detalhes

  • Facebook
Como já foi falado, os usuários do Facebook são mais velhos e melhores de vida. São mais propensos a serem casados (40%), caucasianos (80%) e aposentados (6%) comparando com os usuários de outras redes sociais. Eles possuem a segunda maior média de renda (US$ 61 mil ao ano) e uma média de 121 conexões.
Em geral, não há uma área de interesse para este grupo de redes sociais. De 45 categorias, as de notícias nacionais, esportes, exercícios, viagens, casa e jardim ficaram ligeiramente superiores ao resto. Isto é provavelmente por esta rede ter a maioria dos usuários, além de conter um elevado número de usuários dentro de cada área demográfica. Os usuários do Facebook também são extremamente fiéis: 75% dizem que o Facebook é o site favorito e 59% dizem que aumentaram o seu uso nos últimos seis meses.
  • MySpace
Os usuários do MySpace são jovens e a rede, a cada dia que passa, possui menos usuários. Mesmo aqueles participantes que afirmaram utilizar o serviço disseram que tem usado cada vez menos o site nos últimos seis meses.

Os usuários desta rede social estão mais interessados em se divertir, especialmente nas áreas de amizades, humor e vídeo games. Eles são os que menos se interessam por exercícios. Curiosamente, apesar de a maioria dos usuários ser jovem, eles procuram informações de famílias mais do que os usuários de qualquer outra rede social.

O rendimento médio do usuário do MySpace é o mais baixo (US$ 44 mil). Eles são mais suscetíveis a serem negros (9%) ou hispânicos (7%), solteiros (60%) e estudantes (23%).
  • Twitter
Os usuários do Twitter são mais propensos a terem empregos de meio horário (16%, sendo que a média é de 11%) e têm renda média de US$ 58 mil. O usuário comum do Twitter possui 28 seguidores e segue 32 pessoas.

O grupo do Twitter está especialmente interessado em notícias, restaurantes, esportes, política, finanças pessoais e religião. Eles também estão por dentro da cultura pop, sendo na música, cinema, TV e adoram um ranking. Seus interesses refletem em seus hábitos de compras, já que são mais propensos a adquirir livros, filmes, sapatos e cosméticos. Porém, este grupo não é tão leal à rede: 43% disseram que poderiam viver sem o Twitter.
  • LinkedIn
Não é surpresa que uma rede de negócios seja a que possui a maior média de renda (US$ 89 mil). Também não é surpresa que os usuários do LinkedIn aderiram à rede para fins profissionais, especificamente para manter contato com empresários, busca de ofertas de emprego, desenvolvimento de negócios e recrutamento.

Eles tendem a gostar de notícias, informações profissionais, esportes e política. Eles também gostam de academias (possivelmente as mais caras), spas, yoga, golf e tênis. Outra coisa que não é novidade é que os usuários do LinkedIn são os que possuem mais gadgets. Em particular, eles gostam de câmeras digitais, TV de alta definição, DVRs e Blu-ray.

No entanto, para descontrair, eles possuem alguns interesses curiosos: apostas e novelas. Doze por cento procuram na web informações de apostas e 10% por notícias de novelas. A maior parte deste grupo é composta por homens, sendo que a proporção entre o sexo masculino e feminino é de 57% para 43%.

Conclusão

Os resultados deste estudo confirmaram, em alguns casos, o que já sabíamos. Mas é importante ter confirmação de mais fontes, para dar mais precisão aos dados, para que profissionais que precisam deles consigam ser beneficiados. Além disso, através destas pesquisas conseguimos dados dos interesses dos usuários e alguns insights interessantes sobre diversos grupos. Como disse, esses dados são muito importantes para profissionais de marketing que procuram capitalizar melhor seus gastos em anúncios nas redes sociais.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Jovens trocam os blogs pelas redes sociais

Os jovens estão trocando os blogs tradicionais pelo microblogging oferecido pelas redes sociais, revela um estudo conduzido pela Pew Internet & American Life Project.

Segundo a pesquisa, intitulada Social Media and Young Adults, desde 2006 o uso de blogs tem caído entre adolescentes e jovens. Naquele ano, o porcentual de adolescentes que diziam manter um blog era de 28%; em 2009, ano do levantamento mais recente, foi de 14%.

Os adolescentes também comentam menos em blogs: 52% dos usuários de redes social dessa faixa etária disseram publicar comentários em blogs de amigos. Em 2006, esse porcentual era bem mais alto: 76%. Entre os jovens entre 18 e 29 anos, o porcentual dos que disseram ter um blog caiu de 24% em 2007 para 15% em 2009.

Por outro lado, os adultos com 30 anos ou mais têm demonstrado interesse crescente por blogs. Em 2007, 7% deles disseram ter um blog, número que subiu para 11% em 2009.

Redes sociais em alta
Em comum a jovens e adultos, porém, está a adesão a redes sociais. Dos adolescentes americanos, 73% disseram usar sites dessa categoria - em 2006, eram 55% e e, 2008, 65%.

Entre os adultos, o uso de redes sociais é admitido por 47% - em 2008, o índice era de 37%.

Quanto à preferência, as gerações divergem. O MySpace é povoado por jovens (66% deles têm perfil no serviço), enquanto adultos com 30 anos usam mais o Facebook (75%).

Outra curiosidade da pesquisa da Pew é a baixa adesão dos adolescentes ao Twitter. Apenas 8% dos usuários com idade entre 12 e 17 anos usam o microblog. Há ainda uma distinção de gênero: 13% das meninas adolescentes entre 14 e 17 anos usam o Twitter, ante 7% dos meninos da mesma faixa.

Entre os adultos, a faixa etária que mais usa o Twitter é a entre 18 e 24 anos (37%), seguida dos que ficam entre 25 e 29 anos (25%).

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