Hoje eu conversei com uma grande amiga que eu não vejo e falo há mais de quatros anos. O telefone dela estava gravado na memória e os dedos deslizaram pelo teclado como se eu fizesse aquele interurbano diariamente.
A alegria, o apelido, a forma que conversamos foi como se os quatro anos tivessem sido apenas quatro dias. Falamos de tudo e não falamos de nada. Em poucos minutos conseguimos colocar todas as histórias daqueles longos anos em dia e quando percebemos já a gente já falava de nossos planos e projetos futuros.
Depois de quase uma hora nos despedimos. Talvez demore outros quatro anos para nos falarmos novamente. Talvez seja daqui a quatro dias. Ambos vamos viver histórias que não serão contadas em uma simples ligação, mas sempre vamos saber que em algum lugar temos alguém para conversar, contar nossas vitórias e chorar nossas derrotas.
No final vamos ter uma coisa que nenhuma rede social pode oferecer: laços de amizade criado ao longo de anos e forjado por vivência, pela cumplicidade, por histórias que somente poderiam ter sido vividas no mundo real.
Depois da ligação ficou uma grande dúvida: Os laços criados pelas redes sociais seriam tão indissolúveis como aqueles que temos na nossa vida real? Seria possível manter como amigos pessoas que passam anos, meses sem atualizar os seus perfis? Será que o sumiço não seria apenas um motivo para dar unfollow e renovar os nossos laços sociais? Será que aquele amigo virtual que acredita saber tanto de nossas vidas teria o mesmo espaço depois de quatro anos? Quais são os laços ou hubs que nos mantêm conectados aos nossos atuais amigos virtuais?
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Gatorade e o seu monitoramento de mídias sociais II
Para quem ainda não conseguiu visualizar toda a magnitude do "Mission Control Center". Assista ao vídeo:
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Lady Gaga e a construção do branding lúdico
A cantora Lady Gaga é o atual fenômeno de marketing. A cantora tem uma legião de fãs fiéis que compram, seguem tendências ditadas pela diva e em troca são bajulados por Gaga, que sempre busca formas de criar uma relação de proximidade com o público.
Essa relação de troca foi transportada para o mundo das mídias sociais por David Kusek, que identificou alguns dos principais motivos que tem feito a cantora ser referência para muitos cantores.
1. Dê um nome aos fãs. Gaga não gosta da palavra "fã" de modo que ela chama os seus de "Little Monsters", nomeado após seu álbum "The Fame Monster". Ela até tatuou "monstrinhos" em seu braço e postou a foto no Twitter mostrar o amor que sente por seus fãs. Ao dar um nome ao grupo formal criou a possibilidade dos fãs se referirem uns aos outros, além de criar uma identificação no grupo.
2. Torná-lo algo maior que você. Durante sua turnê, Gaga recita um "Manifesto dos Little Monsters" (texto e video). Embora um pouco enigmática, ela demonstra a dedicação que tem aos seus fãs e o poder que eles tem em seu sucesso.
3. Desenvolver símbolos compartilhados. O site oficial dos "Little Monster" tem como saudação a monster claw (garra do monstro). Como todos os "little monster" sabem, a garra faz parte da coreografia da música "Bad Romance". Gaga conta a história de ver um fã em Boston cumprimentar outro fã com a mão em garra. Está saudação inclusive já é conhecida por pessoas como Oprah. Símbolos compartilhados permitem que aos fãs se identificar uns aos outros e se conectar.
4. Faça seus clientes sentir como estrelas do rock. Durante a turnê "Monster's Ball Gaga", grampeava o telefone do público e durante o show discava e chamava o fã para o palco. No final, o fã era convidado para tomar um drinque no camarim da cantora.
5. Aproveite a mídia social. Lady Gaga tem a página fã no Facebook (mais de 5 milhões de usuários) e Twitter (quase 3 milhões de seguidores), mas a forma como ela usa as redes que proporciona a lealdade dos seus seguidores. No Twitter, ela fez streaming da abertura do Grammy Awards. Ela também compartilha momentos da vida pessoal.
Artigo Original pode ser acessado no endereço: Future Of Music
Essa relação de troca foi transportada para o mundo das mídias sociais por David Kusek, que identificou alguns dos principais motivos que tem feito a cantora ser referência para muitos cantores.
1. Dê um nome aos fãs. Gaga não gosta da palavra "fã" de modo que ela chama os seus de "Little Monsters", nomeado após seu álbum "The Fame Monster". Ela até tatuou "monstrinhos" em seu braço e postou a foto no Twitter mostrar o amor que sente por seus fãs. Ao dar um nome ao grupo formal criou a possibilidade dos fãs se referirem uns aos outros, além de criar uma identificação no grupo.
2. Torná-lo algo maior que você. Durante sua turnê, Gaga recita um "Manifesto dos Little Monsters" (texto e video). Embora um pouco enigmática, ela demonstra a dedicação que tem aos seus fãs e o poder que eles tem em seu sucesso.
3. Desenvolver símbolos compartilhados. O site oficial dos "Little Monster" tem como saudação a monster claw (garra do monstro). Como todos os "little monster" sabem, a garra faz parte da coreografia da música "Bad Romance". Gaga conta a história de ver um fã em Boston cumprimentar outro fã com a mão em garra. Está saudação inclusive já é conhecida por pessoas como Oprah. Símbolos compartilhados permitem que aos fãs se identificar uns aos outros e se conectar.
4. Faça seus clientes sentir como estrelas do rock. Durante a turnê "Monster's Ball Gaga", grampeava o telefone do público e durante o show discava e chamava o fã para o palco. No final, o fã era convidado para tomar um drinque no camarim da cantora.
5. Aproveite a mídia social. Lady Gaga tem a página fã no Facebook (mais de 5 milhões de usuários) e Twitter (quase 3 milhões de seguidores), mas a forma como ela usa as redes que proporciona a lealdade dos seus seguidores. No Twitter, ela fez streaming da abertura do Grammy Awards. Ela também compartilha momentos da vida pessoal.
Artigo Original pode ser acessado no endereço: Future Of Music
segunda-feira, 2 de março de 2009
32 motivos para não dividir o apartamento com uma mulher
Todo homem quando chega a uma certa idade decide sair da casa dos pais, muitas vezes, na falta de um amigo e pensando que vai se dar bem, o cara acaba cometendo o maior erro do mundo: aceita dividir um apartamento com uma mulher.
Eu, não satisfeito em morar com uma arrumei três para dividir. Depois de quase dois anos, me sinto um especialista para fazer uma rápida lista com os vários motivos para homem nenhum cometer esse, quase suicídio, sexual.
15 motivos para não dividir um apartamento com uma mulher:
Eu, não satisfeito em morar com uma arrumei três para dividir. Depois de quase dois anos, me sinto um especialista para fazer uma rápida lista com os vários motivos para homem nenhum cometer esse, quase suicídio, sexual.
15 motivos para não dividir um apartamento com uma mulher:
- Elas são territorialistas, não sabem dividir nada e se você cometer o pecado de negar alguma coisa é egoísta;
- Mesmo sendo amigo é obrigado a ter DRs quase diárias, se você reclamar você é incompreensivo;
- Você é acordado em plena madrugada para ouvir sobre o fim do último relacionamento;
- Você vira o conselheiro amoroso, personal stylist, confidente;
- Elas são em sua grande maioria desorganizadas, mas reclamam quando você esquece qualquer coisa fora do lugar, pré-determinado por elas;
- Elas deixam calcinhas penduradas no registro do chuveiro, mas reclamam se você deixa a tampa do vaso levantada;
- O ralo do banheiro sempre vai estar entupido e cheio de cabelo;
- Elas odeiam limpar, cozinhar e arrumar, mas colocam defeito em tudo o que você faz;
- Você passa a ser consultado e é obrigado a opinar em cada peça de roupa que elas vestem e se na primeira falar que está bom e vira motivo DR dupla, por você não ter repado que alguma peça não combinava;
- Todas as suas amigas, pretês e possíveis abates são consideradas "vulgares, fáceis e corrimão" e vão ser hostilizadas de todas as formas possíveis;
- Elas monopolizam o controle remoto, mesmo que seja da televisão do seu quarto;
- Você passa a ser obrigado a assistir comédias românticas e a opiniar sobre como as atrizes estão gordas;
- Você é obrigado a viver em dieta. No dia que você resolve comer na rua e o mesmo dia do prato surpresa, que ela não tem coragem de comer, mas você é obrigado a falar que estava maravilhoso;
- Elas são totalmente irracionais: brigam entre elas e você sempre tem que tomar partido. No final não importa quem esteja certa, você é o culpado;
- Seus amigos vão achar que você é viado e as amigas dela também.
- Você é apresentado como um amigo e sempre acompanhado da frase "eu dormiria pelada com ele, pois é totalmente inofensivo";
- Ela para de fechar a porta para tomar banho e reclama quando você fecha;
- Você passa a acreditar que DR é uma coisa normal na sua vida;
- Você passa a não convidar nenhuma mulher para ir à sua casa, por vergonha, medo dela ser hostilizado ou para evitar explicar porque vocês vão para o quarto;
- Você passa a conhecer tudo sobre moda, sabe quais foram as cores que dominaram a última estação e quais as tendências para a próxima;
- Você começa a perder espaço no seu armário;
- Na lista de compras do mês você estranha quando não está o absorvente. Além de você já saber diferenciar os tipos, qualidade, marca e conhecer os preços;
- Seus melhores amigos passam a ser as "melhores amigas" dela;
- Você passa a ter que avisar que vai chegar tarde em casa e quando chega ela vai estar esperando uma explicação;
- Seu quarto vira ponto de encontro para reuniões das amigas dela;
- Seu quarto passa a ter a melhor iluminação, espelho e espaço para ela se arrumar, então vai ser natural ela começar a espalhar coisas pelo seu quarto;
- Você nunca vai poder reclamar, caso contrário antes de sair para o serviço vai ganhar uma DR, se não for merecedor vai ser acordado durante a madrugada com a frase: "aquela sua atitude de hoje cedo me fez perder o sono";
- Você passa a ser obrigado a criticar os ex-namorados, mas somente para ela defender o "pobre coitado que você nunca gostou";
- Você passa a aceitar que é infantil, imaturo e nenhum dos seus amigos presta e são todos "cachaceiros, mulherengos e vagabundos";
- Você passa a ser o culpado por todos os fracassos no relacionamento dela;
- "Tempo", "Querer meu espaço" e "Privacidade" são palavras que elas não entendem o significado, a menos que ela esteja trancada com o namorado no quarto;
- Você passa a achar natural acordar e encontrar um outro homem desfilando pelado ou enrolado em uma toalha dentro da sua casa.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Dia Mundial de Luta Contra Aids
"A gente já estava ficando junto tinha mais de seis meses, uma noite dessas a gente estava sem camisinha e acabou acontecendo. Eu sei que poderia ter pegado uma doença, ter ficado grávida. Mas, também sabia que a merda já estava feita e agora tinha como opção somente aguardar o resultado dos vários exames que fiz e ainda agüentar a cara da médica de reprovação. Depois de alguns dias aconteceu de novo e estava virando um fato constante, então resolvemos fazer um exame juntos e abandonar definitivamente a camisinha, o resultado sai na próxima semana, mas ambos somos saudáveis e tenho certeza que vai dar negativo". Michele, 30 anos"Ele era um fofo! Bonitinho, aquele jeitinho de menino moleque e aconteceu. Eu tinha camisinha e até dei para ele colocar, mas ele falou que não gostava e o tesão foi tão grande que rolou. Lógico, que eu sei que poderia ter pegado uma doença e lógico que sei que foi irresponsável, mas no dia a dia você já tem que ficar preocupada em não levar uma bala perdida, não ser estuprada no ponto de ônibus, não ser atropelada quando está atravessando a rua ou qualquer outra coisa e tem momentos na vida da gente que você precisa se sentir viva e viver um pouco o momento. Caso contrário o que você está fazendo no mundo? Ou você acredita que não pode pegar qualquer outra doença ruim, mesmo que andando de ônibus ou beijando alguém na balada?". Patrícia, 27 anos
Hoje 1o. de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra Aids, deixo o depoimento de duas amigas, ambas tem uma boa formação, sabem dos perigos de transar sem camisinha, mas tratam do assunto como se fosse um problema que acontece somente com o vizinho ou um amigo e nunca seria com elas. Felizmente, a sorte tem sido companheira de ambas nesta roleta russa, embora um dia o revolver possa disparar.
Os depoimentos tem como objetivo mostrar que não importa a classe social, nível de escolaridade, idade ou qualquer outro índice. Hoje, cada vez mais as pessoas estão deixando de se preocupar e é cada vez mais comum fazer sexo sem proteção.
Abaixo deixo duas animações de primeira qualidade que descobri no blog Fora de Moda. O primeiro é para o público heterossexual e o outro para o público homossexual (gays masculinos). O site Garapa também produziu alguns vídeos institucionais para a MTV que valem ser vistos.
Vídeo heterossexual
Vídeo homossexual (gay)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Estamos com fome de amor
Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: 'Digam o que disserem, o mal do século é a solidão'. Pretensiosamente digo que assino embaixo, sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com ela em bailes, os novíssimos personal dance, incrível. E não é só sexo não. Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão apenas dormir abraçados, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a 'sentir', só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: 'Quero um amor pra vida toda!', 'Eu sou pra casar!' até a desesperançada 'Nasci pra ser sozinho!' Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, 'pague mico', saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!). Aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada. O que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: 'vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida'.
Antes idiota que infeliz !
(Texto atribuído a Arnaldo Jabor)
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão apenas dormir abraçados, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a 'sentir', só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: 'Quero um amor pra vida toda!', 'Eu sou pra casar!' até a desesperançada 'Nasci pra ser sozinho!' Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, 'pague mico', saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!). Aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada. O que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: 'vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida'.
Antes idiota que infeliz !
(Texto atribuído a Arnaldo Jabor)
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