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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Os principais eventos de Mídias Sociais e Marketing Digital em 2013



O ano de 2013 começou com uma longa agenda de eventos de marketing digital e mídias sociais para todos os bolsos e gostos. A principal novidade é que muitos eventos estão deixando o eixo Rio-São Paulo e vão promover edições itinerantes.

Com o crescimento da oferta o público cada vez mais tem a oportunidade de escolher qual evento  está mais alinhado com as suas necessidades profissionais e realizar uma rápida reciclagem, trocar experiências e além de possibilitar a gerar leads profissionais.

Abaixo a lista dos eventos de Mídias Sociais e Marketing Digital que acontecem no primeiro semestre de 2013. Alguns ainda não estão com a data fechada, mas na medida que acontecer a confirmação será feito um update.


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Desorganização marca o primeiro dia do Campus Party

Na quarta edição do Campus Party os portões foram abertos com um gostinho de "já vi isso nos anos anteriores". Filas, desinformação, estrutura inacabada para receber os 6.800 participantes, visitantes e imprensa deram o tom do que vai ser o evento.

O evento que já ganhou o prêmio de filas quilométricas e pouco atendimento mostrou para o público que ainda pode inovar mais e piorar a vida dos campuseiros. Os portões foram abertos pouco depois das 12h, do dia 17, com uma fila que contava por alto, mais de mil pessoas.

No final, a principal lembrança do público serão as filas, que ganharam places e foi o principal assunto do primeiro dia. No Campus Party a falta de organização e planejamento permitem que se tenham filas desde a entrada, passando pela de alimentação, banheiro, telefones (sim existem orelhões), pegar brindes, testar produtos e finalmente para sair.

Voltando para a primeira fila, ela é a pior. Primeiro por não ter informação correta de onde começa, como está sendo organizada e qual a serventia. Quando o pobre cidadão chega para pegar a credencial descobre que oficialmente tem que enfrentar a fila para cadastrar os equipamentos, que deveria ser feito no mesmo guichê e depois para pegar a barraca (onde um colombiano que não fala nada de português não consegue resolver problema algum e sempre espera a boa vontade de alguém traduzir o que ele fala).

Finalmente, o galpão. A expectativa que tudo vai melhorar. Infelizmente, era só uma pegadinha de mau gosto. O suplício que tem duração de seis dias apenas começou. Os campuseiros durante o período vão tentar se desdobrar em uma programação confusa, onde os convidados são jogados na medida da disponibilidade, brindados com preços exorbitantes (uma garrafa de água é comercializada a R$ 4,00) e serviços de péssima qualidade.

Assim, quem ainda pensa que tudo é feito de boa vontade com o objetivo de promover a integração de diversos públicos apaixonados pela internet e com muita luta para fechar parcerias tem que ter em mente que alguns dos patrocinadores do evento são Banco do Brasil, Telefonica, Caixa Econômica, Governo Federal, entre outros. Além de cada participante pagar uma taxa de R$ 150,00.

Enfim, o Campus Party tem falhas graves, que se repetem e pioram a cada ano e, infelizmente, a organização não demonstra nenhum interesse em sanar esses gargalos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Campus Party porque não democratizar?

Há um ano escrevi o post abaixo sobre o Campus Party e precisei fazer apenas algumas atualizações referentes a datas e valores para continuar com um texto totalmente recente e com as mesmas dúvidas do ano anterior.

"A maior festa mundial da internet" já tem dia e local para acontece: de 25 a 31 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O Campus Party que é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo pretende reunir nesta edição milhares de internautas do Brasil e do mundo no maior encontro mundial integrando tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede. (Fonte: Site oficial do evento)

Embora, pareça ser tudo muito bonito e maravilhoso, afinal usuários de internet de todo o Brasil vão ter contato com tecnologias de ponta, empresas vão expor e divulgar suas inovações para um público antenado e conhecedor de tecnologias, mas no final ainda ficaram algumas pequenas, se não for muita ignorância minha, grandes dúvidas:

- Como um evento que tem grandes empresas como patrocinadoras não conesegue ser auto sustentável e precisa cobrar inscrições que ultrapassam aos R$ 300 reais de taxa de inscrição (inscrição + alimentação)?

- Por que a organização não negociou com outras operadoras, empresas e até mesmo vendeu espaços para expositores e assim ter como fazer um evento a custo zero para o visitante?
 Entendo, que organizar e viabilizar um evento dessa magnitude tenha um custo elevado, mas também não sou ingênuo a ponto de acreditar que todos estão trabalhando em prol da universalização do conhecimento, sem lucros e gratuitamente. Exatamente por esse motivo e por já ter organizado congressos nacionais, com números maiores sei da viabilidade de se realizar eventos com custo zero.

Entretanto, em nenhum momento quero dizer que a organização de alguma forma esteja agindo de forma errada. Muito pelo contrário, aplaudo o profissionalismo que tenho observado na gestão de todo o processo, mas infelizmente como visitante pagamente do evento me sinto compelido a expor minhas dúvidas e até mesmo oferecer meus comentários e dúvidas como sugestão para as próximas edições.

Enfim, espero não ter magoado o ego de ninguém e sim levantado um ponto importante para a discussão do porque não tentar democratizar ao máximo o evento começando exatamente onde se torna o grande problema para quem não está em São Paulo: o valor das inscrições.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Campus Party porque não democratizar?

"A maior festa mundial da internet" já tem dia e local para acontece: de 19 a 25 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O Campus Party que é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo pretende reunir nesta edição milhares de internautas do Brasil e do mundo no maior encontro mundial integrando tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede. (Fonte: Site oficial do evento)

Embora, pareça ser tudo muito bonito e maravilhoso, afinal usuários de internet de todo o Brasil vão ter contato com tecnologias de ponta, empresas vão expor e divulgar suas inovações para um público antenado e conhecedor de tecnologias, mas no final ainda ficaram algumas pequenas, se não for muita ignorância minha, grandes dúvidas:

- Como um evento que tem grandes empresas como patrocinadoras e capaz de gerar R$ 26 milhões em mídia espontânea / 22.105 aparições (segundo o site do evento), ainda precisam cobrar R$ 300 reais de taxa de inscrição (inscrição + alimentação)?

- Por que a organização não negociou com outras operadoras, empresas e até mesmo vendeu espaços para expositores e assim ter como fazer um evento a custo zero para o visitante?
 Entendo, que organizar e viabilizar um evento dessa magnitude tenha um custo elevado, mas também não sou ingênuo a ponto de acreditar que todos estão trabalhando em prol da universalização do conhecimento, sem lucros e gratuitamente. Exatamente por esse motivo e por já ter organizado congressos nacionais, com números maiores sei da viabilidade de se realizar eventos com custo zero.

Entretanto, em nenhum momento quero dizer que a organização de alguma forma esteja agindo de forma errada. Muito pelo contrário, aplaudo o profissionalismo que tenho observado na gestão de todo o processo, mas infelizmente como visitante pagamente do evento me sinto compelido a expor minhas dúvidas e até mesmo oferecer meus comentários e dúvidas como sugestão para as próximas edições.

Enfim, espero não ter magoado o ego de ninguém e sim levantado um ponto importante para a discussão do porque não tentar democratizar ao máximo o evento começando exatamente onde se torna o grande problema para quem não está em São Paulo: o valor das inscrições.

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